Taxista comeu a Mulher do Bêbado
- Temas: taxista, traição, adultério, corno, marido bêbado, sexo anal, sexo oral, boquete, voyeurismo,
- Publicado em: 20/06/20
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- Autoria: Gatodomato
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Era um sábado e eu estava trabalhando na saída de uma festa chique. O pessoal estava "nos panos", só roupa de boutique e, como o salão era bem afastado da cidade, as corridas eram longas e lucrativas. Eu estava em primeiro na fila de táxis quando veio um casal; o homem estava trebado, quase sendo carregado pela esposa. Com muita dificuldade, ela conseguiu colocá-lo no banco de trás e entrou muito brava.
— Que vergonha, Júnior! Você bêbado e dando vexame! — dizia ela.
O marido falava enrolado, nem sabia onde estava. Ela continuou:
— Cala essa boca, seu nojento! Nunca mais saio com você para festas, é só vergonha!
Eu perguntei:
— Me perdoe, mas ele já vomitou?
— Já, moço. Umas cinco vezes: na mesa, no banheiro e até no meio do salão. Não aguento mais — e ela começou a chorar.
— Calma, madame. Depois de um bom sono ele sara. Amanhã ele nem lembra a feiura que aprontou.
Fiquei olhando pelo retrovisor e percebi que ela era linda: loira, imaginei uns 35 anos, muito simpática. De repente, o marido começou a ter ânsia de vômito e ela esbravejou:
— Não vomita no carro, pelo amor de Deus!
Dei uma sacola para ela colocar na boca dele. Sugeri:
— Se quiser, eu paro para ele vomitar.
— Não é possível, esse infeliz já vomitou demais!
Foi o tempo de ela falar e ele vomitou no banco do carro. Respingou por todo lado: na mulher e até em mim.
— Nossa, moço, ele sujou o carro todo! Vou matar esse maldito! — e começou a dar tapas no marido.
— Calma, filha. Vou parar o carro ali no posto para ver como ficou.
Encostei no pátio do posto. Ela desceu e seu vestido estava todo lambrecado; o banco estava um nojo. Peguei um pano e tirei o excesso, limpei os encostos e dei o pano para ela ir ao banheiro se limpar um pouco. Ela voltou para o carro e seguimos a corrida.
— Moço, desculpa. Vou pagar a limpeza e o senhor não terá prejuízo.
— Tudo bem, mas se acalma. Você é muito bonita; se ficar nervosa, fica feia — falei sorrindo.
— O senhor é que não sabe o quanto sofro com esse homem.
— Mas como? Você, tão linda, suporta isso?
— Isso é o mínimo. Além de bêbado, é mulherengo e acha que o dinheiro compra tudo.
Ela tinha sentado no banco da frente e puxou o vestido para cima, mostrando uma boa parte das pernas que, por sinal, eram lindas. Eu não conseguia disfarçar e sempre olhava aquelas pernas gostosas; ela percebeu e fez de conta que não viu. Chegamos na casa deles e tive que ajudá-la a levar o marido para dentro.
Colocamos ele na cama e ficamos os dois sujos de vômito e com um mau cheiro terrível.
— Nossa, moço, o senhor se sujou todo. Quer tomar um banho? Acho que tenho umas roupas do meu irmão que servem em você. Vem aqui no outro quarto.
Ela me mostrou o banheiro:
— Tome um banho que vou pegar umas roupas.
Entrei para o banho, mas o fato de estar ali sozinho com aquela gostosa me deu um tesão e fiquei de pau duro. Deixei a porta aberta, já com segundas intenções, e logo percebi que ela estava chegando. Fiquei de frente para um espelho grande e comecei a punhetar o cacete, que era grande e grosso. Ela parou antes de entrar e podia me ver pelo espelho; vi que arregalou os olhos e ficou paralisada, sem se mover. Passou a mão nos seios e depois na vagina, por cima da roupa. Escutei um leve gemido. Fiz um barulho, ela disfarçou e disse:
— Espere um pouco que já venho com as roupas — e saiu.
Saí do banho e deitei na cama com a toalha por cima, mostrando o volume que a levantava. Passados uns quinze minutos, ela chegou toda limpinha, cheirosa e com um conjuntinho de short e camiseta transparente; dava para ver que estava sem nada por baixo. Fixou os olhos no volume da toalha e ficou parada, sem reação.
— Nossa! Que gostosa você está. Assim eu não resisto.
Tirei a toalha e deixei minha tora à mostra. Ela foi se aproximando, parecia hipnotizada.
— Gostou? Se quiser, aproveita.
— Ele é muito grande... o dobro do meu marido.
— Então vem e pega nele. Sinta um pau de verdade.
Ela pegou de leve, foi apertando e começou um movimento suave. Puxei ela e mandei:
— Chupa meu pau, gostosa. Você está com vontade, eu sei.
Ela caiu de boca e sabia chupar divinamente. Lambia, engolia e babava nele todo. Foi o melhor boquete da minha vida. Quando vi que ia gozar, virei ela e comecei a chupar aquela buceta cheirosa. Ela ficou louca e gritava, grunhia e chegou ao orgasmo uma, duas vezes.
— Que chupada deliciosa! Aquele corno não sabe fazer e nem meter. Vai, chupa gostoso, seu puto, me satisfaz de verdade!
Virei ela de quatro e continuei chupando e passando a língua no seu cu delicioso, que piscava para mim querendo vara. Deixei a xana bem molhada e soquei o pau de uma vez. Ela gritou querendo recuar, mas segurei ela pelas ancas e continuei metendo com força. Tirava e colocava, e ela gritava e rebolava:
— Mete gostoso, enfia tudo! Me faz gozar de verdade, pois o corno não dá conta! Ai, que delícia... Que pau gostoso, me rasga com essa pica grossa!
— Toma, sua cadela! — falei, batendo na bunda dela.
— Bate mais! Bate e fode! Hummm, vou gozar nessa tora... Agora! Aiiii!
Tirei o pau da buceta e pus na boca dela:
— Chupa, cadela! Vou gozar na sua boca e você vai beber leite de macho pintudo... Chupa!
Ela engoliu meu pau e chupava, punhetava, e comecei a gozar na sua boca. Ela engoliu tudo, sem desperdiçar uma gota. Fomos tomar uma ducha e ela não tirava os olhos do meu pau meio mole; parecia uma criança olhando para um pirulito e querendo mais. Saímos do banho e peguei ela por trás:
— Quero esse cuzinho agora. Pega um creme que vou comer seu rabo bem gostoso. Sei que o corno do seu marido não dá conta.
— Ele é muito grosso, acho que não aguento.
— Aguenta sim, sou carinhoso. Busca o creme.
Ela pegou e falou:
— Então vem para o meu quarto. Quero te dar o rabo olhando para o corno.
Ela jogou uma colcha em cima do marido, pois o cabra estava todo lambrecado e fedido. Ficou de quatro e me chamou:
— Vem, come meu cu bem gostoso. Quero chorar nesse pau olhando para esse corno, para nunca esquecer.
Comecei a lamber seu cuzinho e chupava seu clitóris. Passei o creme no rabo dela e fui laceando com o dedo. Ela rebolava e gemia. Coloquei mais um dedo e fui enfiando e tirando; quando senti que ela estava relaxada e gostando, coloquei o pau e fui forçando. Entrou a cabeça, ela deu um gritinho e bateu na cara do marido:
— Olha, chifrudo! O taxista está comendo o rabo da sua mulher! Vai, tarado, enfia essa tora e come esse cu sem dó... Ai, está doendo, mas está gostoso demais! Mete tudo!
Ouvindo aquilo, soquei tudo de uma vez. Ela gritou e começou a soluçar e a bater no corno. Comecei a bombar cada vez mais forte; ela urrava, rebolava e gritava:
— Ai, que delícia, tarado gostoso! Esse pau é tudo de bom! Me fode, bate na minha bunda! Quero gozar pelo cu! Vai, mete, meteeee!
Ela começou a tremer, eu forcei as bombadas e gozamos juntos. Tirei o pau e começou a escorrer porra do seu cu todo esfolado. Fui para o outro quarto, me troquei, vesti uma calça de moletom que ela arrumou e ela veio, me deu um beijo e colocou um dinheiro no meu bolso.
— Isso é para lavar o carro, pela corrida e pelo prazer que me proporcionou. Obrigada.
— Obrigado a você — dei-lhe um cartão com meu número — Quando precisar, é só chamar.
Saí satisfeito e torcendo para ela me chamar para repetirmos a "corrida".
Gato do Mato
192020
