Acordei gozadinha
- Temas: Sedução, Novinha, Piscina, Adultério, Voyeurismo, Sono, Masturbação, Chácara, Encochada, Intergal.
- Publicado em: 21/01/20
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- Autoria: Iasmim13
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Hoje quero contar uma coisa que aconteceu há algum tempo. Desde bem novinha, eu descobri os prazeres da vida sendo tocada por homens safados. Talvez meu corpo chame a atenção deles: sou branquinha, baixinha, de cabelos e olhos castanhos, e meu bumbum sempre foi grande.
Isso aconteceu no feriado da Páscoa. Um casal de amigos dos meus pais nos convidou para uma chácara no interior de SP. Além de nós, havia outros amigos, todos conhecidos, mas ninguém da minha idade; aproveitei mesmo assim. Chegando lá, já fiquei de olho na piscina, que era grande e um pouco afastada da casa principal. Como não estava tão calor, nem todo mundo quis entrar, mas eu não perderia a oportunidade nem se estivesse chovendo. Adoro nadar, então mais que depressa coloquei meu biquíni de lacinho, que não tampava muito meu bumbum, mas também não era indecente, já que eu estava com meus pais.
Assim que saí da casa em direção à piscina, notei que todos me olharam dos pés à cabeça. Fiquei um pouco tímida, mas logo mergulhei para disfarçar. Aos poucos, alguns foram se animando e entraram também. Chegou a hora do almoço, mas eu não estava com fome e disse que queria ficar mais um pouquinho. Todos foram almoçar, exceto Marcos, um dos amigos do meu pai. Ele é alto, forte, tem um pouco de barriga — um cara normal na faixa dos 40 anos, só que tem aquela cara de sem-vergonha.
Como estávamos sozinhos na piscina, ele veio puxar papo. Aquela conversinha de sempre, dizendo que eu tinha crescido, que já estava ficando uma moça muito bonita, e eu agradeci. Ele falou que também gostava muito de nadar e perguntou se eu já tinha feito natação. Eu disse que não, então ele se ofereceu para me ensinar. Falou que primeiro eu tinha que aprender a boiar; ele me virou de barriga para cima e ficou me segurando deitada. Pediu para eu fechar os olhos e relaxar. Nesse momento, senti que a mão dele estava no meu bumbum, mas achei que não era nada demais.
Depois que consegui boiar sozinha, ele falou que ia me ensinar a bater os pés e me virou de barriga para baixo. Nessa hora, a mão dele foi na minha xotinha e eu fiquei sem graça. Senti ele fazendo uma leve pressão, mas não falei nada e continuei batendo os pés. Depois, ele sugeriu que nadássemos de uma ponta a outra da piscina. Quando chegamos, ele me abraçou por trás, dizendo que eu levava jeito e nadava muito bem. Nesse abraço, senti seu pau ficando duro. Ele me apertou contra a borda da piscina e aproveitou para passar a mão nos meus peitinhos, que já estavam ficando durinhos.
Enquanto sentia o corpo dele me encoxando, ouvi minha mãe chamando, falando que já estava na hora de sair da piscina e ir comer. Rapidamente ele me soltou e eu saí antes que ela chegasse perto. Ele ainda ficou mais um tempinho lá dentro, provavelmente esperando o pau abaixar. Passei o resto do dia reparando que ele me seguia com os olhos; nem ligava para a mulher dele lá, e eu, com meu jeito tímido, ficava mais no celular.
A noite chegou e cada casal ficou em um quarto, mas ainda tinha um quarto sobrando. Pedi para os meus pais me deixarem dormir sozinha, pois gosto de ver filmes até mais tarde. Eles concordaram e eu fiquei com o quarto menor que tinha sobrado. Antes de dormir, tomei um banho e coloquei minha camisola de cetim rosinha. Me despedi de quem ainda estava acordado e fui deitar. Já pronta para dormir, fiquei lembrando do que aconteceu na piscina. Lembrei da mão do Marcos no meu corpo e, inevitavelmente, fiquei molhadinha. Levei os dedos até minha bucetinha e toquei meu grelinho; gozei rapidamente e decidi dormir sem calcinha, como geralmente faço em casa.
Depois de gozar gostoso, peguei no sono, mas acordei de madrugada com a sensação de que alguém tinha entrado no quarto. Só que eu ainda estava sonolenta e voltei a dormir. Pouco tempo depois, senti uma mão passando pelas minhas pernas. Fiquei um pouco assustada, mas continuei de olhos fechados. Enquanto a mão ia subindo, ouvi a voz do Marcos, gemendo e me chamando de novinha gostosa. Nossa, que tarado, pensei na hora. Ele estava batendo uma punheta enquanto me alisava.
Na casa todos dormiam, estava um silêncio total. Ele se aproveitando da situação e achando que eu também estava dormindo, foi subindo a mão até meu bumbum e viu que eu estava sem calcinha. Nesse momento, ele ficou mais safado ainda. Eu estava deitada de lado, virada para a parede. Ele passou a mão entre minhas coxas e sentiu minha xotinha melada; aí criou coragem e deitou atrás de mim.
Não demorou muito para eu sentir ele ajeitando o pau duro no meu bumbum. Ele suspirava de tesão e puxava a alcinha da minha camisola, deixando meus biquinhos de fora. Ele passava a mão no meu peito enquanto esfregava o pau até minha bucetinha. E mesmo com medo de alguém descobrir, eu estava excitada com tudo isso, sentindo a cabeça grossa da rola indo e vindo, encaixando na minha entradinha.
Não sei quanto tempo durou, parecia que eu estava sonalhando. Mas quando eu já estava quase gozando no pau dele, ele me apertou mais forte e gozou, melecando toda minha bucetinha, e foi impossível não gozar também. Marcos levantou rapidinho, colocou o short e saiu na ponta do pé, como se eu ainda estivesse dormindo. Assim que ele saiu, eu toquei minha xoxota e senti ela toda gozadinha.
O feriado ainda não tinha acabado. Se gostarem, eu conto como terminou. Beijos!
