Chupei o namorado da minha amiga

  • Temas: traição amiga, corno manso, sexo no banheiro, putaria com namorado alheio, sexo anal surpresa, chupa
  • Publicado em: 26/10/15
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  • Autoria: Morena69
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Private Muse

Oi, meu nome é Adressa. Tenho 22 aninhos, tenho namorado, sou do tipo quieta, alguns até me acham antissocial.


Bom, tenho uma amiga que estava morando em Minas Gerais há cerca de 1 ano. Essa minha amiga se chama Renata, ela já estava namorando com um carinha há alguns poucos meses. Pelas redes sociais pareciam ser muito felizes, como todo início de namoro. Há uma semana ela me mandou uma mensagem dizendo que estava com o boy dela aqui no Rio, que queria me encontrar pra bater papo. Eu topei, marquei no final de semana. Marcamos de ir no barzinho na sexta e sábado iríamos pra balada. Na minha casa tem dois quartos, um deles é vazio. Eles poderiam ficar lá sem problema nenhum.


Os encontrei no bar combinado, ela estava linda, mais magra, amei o reencontro. Ele era lindo, alto, um sotaque de se apaixonar! Belo casal os dois...


Sentamos, conversamos sobre tudo, relembramos alguns momentos da escola, namoradinhos, lembramos de coisas engraçadas e divertidas. O nome do namorado dela era Pedro. Pedro observava tudo com muito entusiasmo, estava agradável à noite e às companhias. Renata estava um pouco bêbada, começou a falar algumas besteiras, a falar intimidade deles dois, disse que o Pedro adorava sexo oral. Ele certamente ficou constrangido. Vendo que o estado dela estava já ficando desconfortável, resolvemos ir pra casa. Como combinado, todos foram pra minha casa. Renata se jogou na cama de roupa e tudo, adormeceu fazendo barulho. Quando fui pra sala, Pedro estava sentado. Ofereci uma toalha pra ele ir tomar um banho pra ir dormir. Lhe ofereci também cerveja que por sorte ainda tinha na geladeira, ele aceitou. Bebemos mais um pouco e ficamos conversando na minha varanda, podíamos ouvir os roncos de Renata da varanda. Estava no sono dos anjos, minha amiga.


Papo vai, papo vem, Pedro me contou alguns outros relacionamentos que teve, algumas coisas bem particulares. O sotaque dele me atraía, mas eu tinha que me conter. Desde quando ficamos a sós na varanda, eu sentia o olhar dele diferente, mas não sabia até onde era vontade minha ou se era ilusão. Não podia arriscar! Continuamos bebendo... Tinha 6 cervejas de litro na geladeira, o papo estava bom que não observamos o tempo passar. Eu comecei a falar um pouco mais abertamente, contei das minhas experiências sexuais com algumas mulheres que tive (quando falamos sobre homossexualismo). Ele ficou interessado... Falou sobre o desejo dele de duas mulheres, como todo homem, contou que quer muito ainda realizar essa fantasia. Mas ele não tinha entendido que eu queria aquele momento era só ele. Eu já não fazia distinção do que era certo ou errado, se era minha amiga, minha irmã, nada mais. Aquele homem só de falar estava me deixando com vontade. Eu precisava armar uma situação pra ver qual a dele, precisava ver se os olhares dele eram coisa da minha cabeça ou se estava a fim. Se estivesse, eu ia dar.


Ainda perdida no meu pensamento de como fazer pra agarrar esse homem, escuto a voz dele dizer:

— Vou ver a Renata e vou no banheiro, já volto pra tomarmos a saideira.


Entrei em desespero, tinha que pensar rápido!!!!! Escutei a porta do quarto da Renata fechar, a do banheiro abrir. É agora! Vou lá! Fui cheia de coragem, me segurando pelas paredes, além do nervoso estava alcoolizada. Fui, quando ele abriu a porta pra sair, deu de cara comigo. Fiquei constrangida. Ele disse em um tom de sarcasmo:

— Veio atrás de mim ou quer usar o banheiro?


Eu respondi prontamente:

— Lógico que é usar o banheiro.


Quando segurei a porta do banheiro pra entrar, ele me agarrou pelo braço. Me encostou na parede e disse:

— Jura que você veio pro banheiro? Que não queria isso?


E me beijou deliciosamente. O cheiro de álcool, de homem, me deixava louca. Comecei a me esfregar nele, entramos no banheiro e nos trancamos. Ele ficou alisando minha bunda até eu segurar seu pau sob a bermuda e dizer:

— Quero putaria.


Senti o olhar dele se transformar, ele me pegou com força, colocou minha cara na parede, ordenou que eu empinasse a bunda, que deixasse tudo aberto. Fiz como mandou, já estava de tesão. Senti seus dedos rasgando meu cu, ele meteu no cu primeiro. A bucetinha estava toda aberta pra receber, mas ele meteu no cu. Dei um grito, foi uma mistura de tesão e dor, uma dor deliciosa. Rebolei com seus dedos no meu cuzinho, ele não parava de falar putaria no meu ouvido. Me chamava de piranha, de vagabunda, que sabia que ia me fuder desde o início. Filha da puta, me colocou pra mamar seu cacete igual um sugador, chupei as bolas, enrosquei seu pau na minha garganta. Que delícia! Delícia ver o desespero dele querendo que eu engolisse todo seu pau, duvido que a minha amiga chupe melhor que eu. Ele uivava quando eu dizia que eu era a amiguinha da mulher dele, que adorava o cacete do macho dela.


Já com a buceta latejando de tesão, ele meteu. Meteu comigo de costas, perna aberta, uma perna no chão e outra em cima do vaso, quase na posição de quatro. Que delícia senti aquele cacete entrando, ele metia com vontade, juntou seu corpo com o meu e mandou ver na minha buceta. Soca, mete filha da puta, mete na sua vagabunda. Come a amiga da sua mulher no banheiro, come. E ele metendo igual louco, pronto de gozar na minha buceta. Coloquei ele sentado no vaso e encaixei no seu pau, sentei devagar. Rebolei, pulei, pulei, minha buceta mastigou seu pau. Gozei sentada, gemendo sem parar. Ele ainda tinha que gozar, bebendo geralmente fica mais demorado. Mas eu ia derrubar aquele cacete. Disse a ele que queria leitinho, queria tomar na boquinha. Ele prontamente se animou e me deu pra chupar, chupei com vontade, passei minha língua nele todo, massageando suas bolas e sugando seu pau, sem demora ele gozou. Senti o leitinho na boca, senti explodir na minha garganta. O jato do macho gostoso da minha amiguinha.


Outro dia conto como foi acordar de manhã com eles.


Aos machos de plantão, deixem seus contatos ou e-mail. Quem sabe não dou pra você também!


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