Fodendo com o Chefe no escritório.
- Temas: Trabalho, transportadora, algemas, exibicionismo, anal, vibrador, gelo, arrombamento, vizinhança
- Publicado em: 11/04/18
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- Autoria: luaninha18
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Aqui está a versão corrigida do seu texto, organizada em parágrafos, sem travessões e mantendo a fidelidade ao seu relato original.
Depois de foder com o amigo do meu pai por mais algumas vezes, meu pai teve a brilhante ideia de me colocar para trabalhar para ele, já que ele precisava de uma assistente. Nessa primeira passagem trabalhando para ele, foi um período de quase seis meses. A sala dele ocupa o último andar inteiro do prédio da transportadora, ou seja, ficávamos só nós dois quase todos os dias, sozinhos naquela sala. Posso afirmar que tudo o que você imaginar em putaria, ele fez comigo naquele lugar. Mas, nesse dia em especial, ele estava inspirado.
Geralmente vou trabalhar com leggings coladíssimas na minha bundona, jeans ou, às vezes, quando está muito calor, um vestidinho, muitas vezes sem calcinha. Naquele dia, haveria manutenção em várias salas e não tinha quase ninguém na empresa, mas ele não tinha me avisado. Cheguei, peguei o elevador e vi que estava tudo bem calmo. Até achei estranho, porque todos os motoristas vivem me cantando e dando apelidos para minha bunda, como lombada ou melancia.
Quando cheguei na sala, ele já me atacou com a porta aberta, me dando um beijo com vontade e passando a mão por todo meu corpo. Tomei um susto, mas adorei. Ele me disse que hoje seríamos só nós dois na empresa e que iria meter vara em mim a tarde inteira. Esse é um tipo de ameaça que me deixa louca. Na hora, voltou a me beijar enquanto tirava meu vestido e percebeu que não tinha nada por baixo, dando aquela risadinha e comentando que eu já tinha vindo preparada como uma puta de verdade.
Pelada mesmo, ele me levou para o elevador, apertou o botão do estacionamento e botou o pau para fora, mandando eu chupar. Caí de boca sem reclamar. Quando chegamos ao estacionamento, não havia nenhum carro, mas o local é aberto com visão para um mato. Lá fora mesmo, me fez chupar até gozar tudo na minha cara, ordenando que eu não limpasse. Me escorou em uma parede e começou a chupar minha buceta enquanto brincava com o meu cuzinho. Eu gemia a céu aberto; o tesão era tão louco que não me preocupava com mais nada. Depois de me fazer gozar ali mesmo, ele ajeitou aquele pau enorme e meteu com força. Ficamos mais uns dez minutos ali.
No final do dia, ele me confessou que tomou um viagra antes de eu chegar, porque ele me fodeu sem parar por mais de seis horas. Ele me fodeu em todos os lugares da empresa: estacionamento, quase todas as salas, escadaria, elevador, sala de clientes, apoiada na janela e no hall de entrada. Eu fui para casa andando torta. Mas a cereja do bolo ele deixou para as últimas horas. Me levou para a sala dele novamente, me colocou na mesa com as pernas abertas, pegou nas minhas coxas e foi forçando para trás até que puxou minhas mãos e algemou meus punhos. Fiquei completamente arreganhada, com as pernas na altura da cabeça e entregue.
Ele saiu e me deixou lá sozinha por alguns minutos, voltando com um pote de gelo e um vibrador muito grosso. Começou a brincar com minha buceta que já estava toda inchada de tanta rola que tinha levado. O uso de gelo nas partes íntimas me deixava louca. Como eu estava algemada, não conseguia me contorcer; era uma mistura de tesão, orgasmo e medo. Acho que gozei mais umas cinco vezes ali. Quando ele veio com aquele vibrador, foi ajeitando na minha buceta, metendo de leve e rindo enquanto eu gemia.
Quando ele finalmente meteu o brinquedo todo, quase dei um pulo, mas nem conseguia me mexer. Quando ligou o aparelho dentro de mim, foi um escândalo. Tive orgasmos múltiplos com aquele monstro me arrombando. Quando dei conta, meu cu estava totalmente desprotegido e na direção do pau dele. Ele botou a cabecinha na entrada, pegou nas minhas coxas e a palavra arrombada fez sentido pela primeira vez na minha vida. Ele fodeu com força, sem dó. Eu sentia meu cu sendo alargado, mas o duplo tesão de ser fodida pelos dois buracos era maior que a dor.
Por mais de uma hora, fiquei ali sendo usada, toda gozada e algemada. Ele gozou a última vez dentro do meu cu que, de tão largo, pingava porra por tudo. Ele soltou a algema e minhas pernas estavam amortecidas; ele teve que me levar embora de tão acabada que eu estava. Na hora da janta, meu pai perguntou por que eu estava andando estranha. Eu, que nem conseguia sentar direito, disse que era apenas uma dor nas costas de um esforço na educação física. Mal sabia ele que sua princesinha estava dando o cu para o melhor amigo dele.
Essa foi só mais uma das muitas transas que tive com ele e outros caras ao longo dos anos. Espero que tenham gostado.
