Comendo o cu da minha cunhada!
- Temas: incesto, traição, voyeurismo, fetiche, sexo anal, masturbação, brinquedos sexuais, sacanagem
- Publicado em: 09/03/18
- Leituras: 24570
- Autoria: taradoma
- ver comentários
Me chamo Will, tenho 32 anos e 1,90m de altura, e sou um homem grande em todos os sentidos rsrs. Sou casado há 3 anos com Elaine, 35 anos e seios fartos, e temos uma vida sexual bastante ativa.
Minha esposa tem uma família bem grande, com muitos irmãos e uma irmã que sempre tive vontade de foder desde a época em que namorávamos, pois minha esposa caiu na besteira, um dia bêbada, de me dizer que a irmã dela adorava dar o cuzinho. O nome da minha cunhada é Maria, ela tem 37 anos, 1,70m, seios turbinados e uma bunda bem durinha. Ela é casada com o Jorge, um cara bem legal, e eles têm 4 filhos.
Sempre fiquei imaginando que, pelo fato deles terem 4 filhos e de ela adorar dar o cu, que a Maria devia ser uma mulher muito fogosa e tarada. Sempre vamos na casa da minha cunhada e sempre que estou por lá eu fico secando aquele rabo gostoso dela e muitas das vezes percebo que a vadia está sem calcinha, um tesão só.
Minha cunhada e minha esposa são muito ligadas e conversam quase que diariamente pelo telefone, e eu, que não sou besta, muitas das vezes finjo que estou dormindo e fico só escutando a conversa das duas. Certa vez percebi que a conversa tomou um rumo diferente e achei aquilo extremamente interessante. Minha cunhada estava contando para minha esposa que um antigo colega da escola tinha encontrado ela por acaso no shopping e eles haviam trocado números e estavam conversando, e que as conversas estavam se tornando cada vez mais quentes e aquilo estava matando ela de tesão e, ao mesmo tempo, deixando ela com bastante sentimento de culpa.
Ao longo da conversa percebi que o Jorge, marido da minha cunhada, não andava dando no couro e ela estava sedenta por sexo. O Jorge é fazendeiro e passa muito tempo viajando e normalmente só volta para casa nos finais de semana; acredito que, por esse motivo, ela estava sentindo tanta falta de um rola... Aquilo me deixou louco de tesão e de raiva ao mesmo tempo... Como um cara com uma mulher daquelas não estava comendo ela direito.
Os dias se passaram e minha esposa chegou com uma sacola do sex shop com uns brinquedinhos novos e comentou que havia ido ao sex shop junto com a Maria. Na mesma hora pensei... Essa vagabunda deve estar sem trepar há muito tempo e deve bem ter comprado um consolo pra enfiar naquele rabo gostoso... Aí eu falei: foi? Que legal... E eu perguntei: o que ela comprou? E minha esposa disse: - Ela comprou um vibrador. E ainda completou dizendo... Tu acredita que ela nunca tinha ido a um sex shop? Aquilo tudo me deixou louco de tesão. Naquela noite fodi minha esposa pensando na minha cunhada.
Dias depois escutei novamente a conversa das duas e a puta da minha cunhada tinha comprado o vibrador pra ficar se masturbando conversando com o colega; foi aí que descobri que ela nunca tinha traído o marido e, apesar de estar gostando daquela sacanagem virtual, estava se sentindo muito culpada. No feriadão todos nós viajamos para a fazenda do Jorge, e minha esposa e toda a família dela.
Chegando lá, um lugar incrível: casa de 2 andares, piscina e sauna, e muita cerveja gelada. Eu e minha esposa ficamos no quarto ao lado do quarto da minha cunhada e do Jorge. Na primeira noite eu e minha esposa bebemos bastante e trepamos à noite. Minha esposa é bem escandalosa, principalmente quando está bêbada. Tinha certeza que minha cunhada ouviu. Quando terminamos de trepar, minha esposa dormiu e eu desci para pegar um copo de água, quando percebi que a porta do quarto da minha cunhada estava entreaberta.
Fui lentamente perto da porta e vi uma cena maravilhosa. Minha cunhada de quatro, enfiando aquele consolo imenso na boceta enquanto chupava a piroca mole do bosta do marido dela, que estava dormindo ao lado dela morto de bêbado. Aquilo me deixou louco de tesão, coloquei minha rola pra fora e bati uma ali mesmo, olhando aquela cena maravilhosa. Quando estava voltando para o quarto, percebi que havia um espelho no canto do quarto, que o reflexo dava bem para a porta; com certeza a vagabunda percebeu que eu estava ali.
No dia seguinte, no café da manhã, todos em família, meu sogro, sogra, cunhados e seus filhos, eu percebi que minha cunhada estava com um vestidinho leve, sem sutiã, sentada bem na minha frente, agindo como se nada tivesse acontecido; cheguei até a imaginar que ela não tivesse percebido que eu a tinha espionado durante a noite. Durante o dia ficamos todos ali na piscina, bebendo e tomando sol, e eu de óculos escuros só espiando minha cunhada, cujos biquinhos do peito estavam quase rasgando o vestido de tão duros que estavam.
Num determinado momento ela decidiu ir até o centro da cidade comprar repelente para as crianças; como tinha bebido bastante, minha esposa pediu para eu acompanhá-la. Eu pensei: se for rolar é agora ou nunca. Minha cunhada fez questão de ir dirigindo; como eram poucos quilômetros até o centro da cidade, não achei que haveria problema. No caminho fomos conversando, mas estava aquele clima tenso no ar, até que, quando eu sutilmente olhei entre as pernas dela, a vadia estava mesmo sem calcinha, com aquele canto de boceta aparecendo levemente no vestido.
Fiquei tarado feito um animal, meu pau estava pra estourar no meu shorts. Foi quando eu teci um comentário para ver no que daria, eu disse: o Jorge é definitivamente um homem de sorte. Ela disse: Ele é, mas não sabe aproveitar a mulher que tem, diferente da minha irmã, que tem sorte e sabe aproveitar cada centímetro. Nessa hora não tive dúvidas, tasquei um beijo molhado naquela boca carnuda e fui correspondido. Ela encostou o carro e começamos a nos pegar ali mesmo; comecei a mamar naquelas tetas deliciosas e ela começou a bater uma punheta pra mim.
Ela naquele tesão louco, gemendo, pegando na minha dura feita pedra, enquanto eu dedava aquela boceta raspadinha ela falava gemendo baixinho: para... Para... Não podemos... Minha irmã... Meu marido... Meu Deus... Que loucura. Dei um tapa na cara dela e disse: sua vagabunda, eu sei que você tá sem foder há muito tempo, vi quanto tesão tu tava ontem enfiando aquele consolo na tua xota enquanto eu enrrabava gostoso a tua irmã. Para de querer dar uma de santinha, sua puta do caralho, e vem mamar na minha rola.
Naquele momento qualquer dúvida que ela tinha foi tomada pelo tesão, e ela começou a chupar minha piroca como se nunca tivesse visto uma. Arriei os bancos da camionete e comecei a bombar a boceta dela de quatro, a vadia gritava e dizia: me fode... Me fode... Meu macho... Ahhh ahhh como queria que meu marido me fudesse assim, feito uma puta... Me chama de puta... Bate na minha cara de novo, bate... Tirei da boceta e falei: agora eu vou torar esse teu cuzinho todinho, sua vadia... Sempre sonhei em fuder esse teu cu desde quando tua irmã me disse que você gosta...
Ela disse: eu gosto mesmo... Fode... Atola essa rola veia no meu rabo que quero gozar pelo cu... Aquele tesão todo me deixou louco, não aguentei e jorrei meio litro de porra no cu dela, e gozamos juntos. Quando terminamos, nos limpamos e ela disse: isso foi muito gostoso, mas foi um erro, sou uma mulher casada, tenho 4 filhos e você é o marido da minha irmã... Aconteceu, foi gostoso, mas isso fica e morre aqui. Eu falei: ok, por mim não tem problemas, e se você não falar nada, prometo não tocar mais no assunto. Voltamos para casa e ela foi direto pro banho, minha esposa já estava bem alta e nem percebeu nada, e passamos o resto do feriado como se nada tivesse acontecido... Mas ainda pretendo comer aquele cuzinho de novo.
