A namoradinha do meu irmão
- Temas: Cunhada, Adultério, Voyeurismo, Exibicionismo, Oral, Submissão, De-quatro, Sedução, Novinha, Traição
- Publicado em: 22/02/18
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- Autoria: IgorVegas
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Ela se chamava Bruna, mas todos a chamavam de Bruninha. Tinha 18 aninhos, cabelos loiros, olhos claros e um corpo jovem e esbelto, com a bunda empinadinha e seios médios, redondos e durinhos. Era uma delícia de menina e se vestia sempre de forma muito provocante. Seus modelitos variavam de shorts curtos e tops que mostravam a barriguinha sarada, com um piercing muito sexy no umbigo, a calças legging que desenhavam perfeitamente as suas curvas e blusinhas de alcinha sem sutiã, revelando os bicos dos seios ouriçados.
Aquela menina exalava sexo e devia deixar todos os homens excitados por onde passava, ou pelo menos os mais tarados como eu. Infelizmente, eu não podia nem tentar nada com a novinha porque ela era namorada do meu irmão, o Arthur. Restava-me apenas olhar, e ainda assim meio escondido, para meu maninho não perceber. Chances para admirá-la não me faltavam, pois ela vivia indo lá em casa para visitar o Arthur.
Um belo dia, eu estava sozinho em casa. Meus pais haviam saído para a casa de uns parentes e o Arthur estava na aula. Ouvi alguém batendo na porta; eram quase onze horas, mas eu ainda estava deitado. Quase não levantei, mas a pessoa insistiu tanto que tive que ir ver quem era. Fui abrir a porta só de shorts, sem camisa, e dei de cara com aquela belezinha.
Oi, Bruna, desculpa a demora, eu estava deitado. Ela estava mais gostosa do que nunca, com um vestidinho curtinho que mostrava as coxas, meio decotado, de alcinha e, como de costume, sem sutiã. Me segurei para não ter uma ereção. Como eu estava só de shorts e não costumo usar cuecas para dormir, se eu ficasse excitado, ela perceberia na hora.
Pelo jeito eu te acordei, né, disse ela sorrindo e me olhando. Eu respondi que o Arthur não estava, que tinha ido para a faculdade. É, eu sei, falei com ele no celular hoje mais cedo. É que eu não vim ver o Arthur. Ah, não? Fiquei surpreso, esperando ela explicar o que havia ido fazer lá em casa então. Vim para falar com você, Rogério. Precisamos conversar. Comigo? Mas o que houve? Tudo bem, você quer entrar? Quero sim, obrigada.
Entramos em casa. Deixei que ela fosse na frente, como o bom cavalheiro que sou, e também para poder olhar um pouco para aquela bunda. Quando entramos, pedi que ela se sentasse enquanto eu ia colocar uma camiseta. Se for por minha causa, não precisa. Pode ficar assim mesmo, não me incomoda em nada, disse ela sorrindo. Então não fui. Estava mesmo muito calor e eu estava muito curioso para saber logo o que aquela belezinha queria comigo.
Bom, vou direto ao ponto. Eu vejo o jeito que você me olha quando venho aqui ver seu irmão. Eu? Como assim? Te olho como? Não... Fiquei desesperado tentando me explicar, mas não sabia o que dizer. Não podia negar; eu a secava na maior cara de pau mesmo. Calma, fica quietinho. Deixa eu falar. Eu não sou boba, mulher sabe quando está sendo desejada, e você nem disfarça. Nossa, não sei nem o que dizer. Bom, é que você é muito bonita e, às vezes, sou homem e não resisto, mas juro que vou...
Shiu, fez ela, pondo o dedo na minha boca para eu ficar quieto. Eu ainda não terminei. Fiquei quieto na hora e ela continuou. Não me importo que você me olhe. Por mim, poderia olhar o quanto quisesse, mas o Arthur já está notando alguma coisa. Se continuar assim, vocês vão acabar brigando, e não quero ser motivo de briga entre irmãos. Por isso vim aqui hoje, porque acho que posso te ajudar. Me ajudar como? Te mostrar o que você tanto quer ver e matar essa sua curiosidade de uma vez.
Ela soltou as alcinhas e deixou o vestido cair no chão. Eu quase não acreditei: aquela deusa ali no meio da sala, na minha frente, só de calcinha. Era uma calcinha branca de rendinha fina e transparente, bem em cima da buceta; dava para ver os pelinhos. Os seios eram lindos e empinadinhos, com os bicos duros. Dessa vez não deu para controlar; o pau subiu nas alturas e armou a barraca no shorts que eu estava usando.
Nossa, tudo isso por minha causa? Disse ela, se aproximando e fazendo carinho no meu membro por cima do tecido. Fiquei olhando para ela, que me encarou nos olhos, sorrindo, com o corpinho bem perto do meu. Ela parecia bem tranquila, enquanto eu suava frio, com o coração batendo disparado. Bruninha se divertia com minha ansiedade. Pôs a mãozinha para dentro do meu shorts, agarrou meu pau e o puxou para fora. Nossa, que lindo, gostei.
Ela olhou para ele totalmente duro, com a cabeça inchada e vermelha apontando para cima. Com aquela mãozinha macia, segurou em volta dele e começou a punheta. Eu fiquei paralisado, não sabia o que fazer, então só aproveitei. Ela se divertia olhando minha cara de espanto com um sorrisinho de menina safada, o que só me deixava com mais tesão ainda. Bruninha me deu um beijinho de leve na boca e se ajoelhou na minha frente. Minhas pernas tremeram. Eu olhava sem acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo.
Bruna abriu a boquinha e apanhou meu pau entre os lábios sem parar de me olhar com aqueles olhos verdes, num olhar meigo e ao mesmo tempo safado. Passou uns cinco minutos dedicada só em chupar a cabeça da pica. Chupava forte enquanto esfregava a língua em movimentos firmes e lentos. Percebi que ela sabia muito bem como fazer um boquete, o que mostrava que de inocente ela só tinha mesmo a cara. Depois da chupeta na cabecinha, ela começou a se dedicar ao mastro. Tirou a boca e voltou a me punhetar olhando para mim, sempre com aquele sorrisinho. Mediu meu pau com um palmo; era maior que o tamanho que alcançavam seus dedinhos.
Humm... Será que eu consigo? Continuei em silêncio absoluto, só olhando. Ela então envolveu novamente meu cacete com a boca. Foi até a metade e já senti a cabecinha bater na sua garganta. Em seguida, pondo a linguinha para fora, bem esforçada, ela foi engolindo-o inteiro até ele sumir. Foi até o talo, ficando com metade do meu pau enterrado na sua garganta. Ficou alguns segundos e tirou a boca de uma vez, recuperando o ar. Me punhetou enquanto respirava e depois foi de novo até a garganta. Ela fez a mesma coisa umas cinco ou seis vezes e depois começou a mamar mais suavemente. Já mais confiante, segurei-a pelos cabelos e disse: Chupa, vai, isso, mama bem gostoso.
Ela passou mais um bom tempo me chupando até que parou, se levantou e disse: Já está bom, já chega agora. Ela fez uma pausa e, tirando a calcinha, falou: É sua vez de retribuir agora. Olhei para aquela maravilha peladinha na minha frente e não pensei duas vezes. A agarrei e levei até o sofá. Ela se sentou inclinando o corpo, ergueu as pernas e arreganhou aquela bucetinha linda para eu chupar. Me ajoelhei na frente dela e caí de boca. Lambi toda a sua rachinha. Ela fechou os olhos e aproveitou. Me dediquei bem ao seu grelinho, massageando-o com a língua em movimentos firmes e circulares. Ela se contorcia de prazer, ficando cada vez mais molhada. Meti a língua dentro da buceta até onde alcançou e chupei bem gostoso.
Está gostando, lindinha? Ela fez que sim com a cabeça, de olhos fechados e a buceta cada vez mais molhada. Sabe o que essa bucetinha está merecendo? Está merecendo um pau bem duro, o que acha? Humm... Eu quero, mas só um pouquinho, viu? Só para matar a vontade, porque eu não sou sua, sou do seu irmão, lembra? Ele me empresta você um pouquinho, vou te devolver inteirinha. Espero que sim.
Bruna deitou no sofá e abriu as pernas. Eu fui por cima dela e me ajeitei para poder comer a novinha. Guiei o pau naquela rachinha apertada; estava toda molhadinha da chupada, ia entrar fácil. Ah!, gemeu ela sentindo-o todo dentro. Ah, gostoso, vai, ah! Já comecei bombando; estava louco de vontade. Ia ser assim, sem dó. Bruninha também estava bem excitada e não pediu arrego; deixou eu meter como quis e arregaçar sua pepequinha toda. Beijei a boca dela agarrando seus seios e metendo o pau bem fundo, sem parar. Ah! Ah!, ela gemia sem parar, me dando aquela buceta. Vai, mete, ah!
Que putinha deliciosa. Me deu muita inveja do meu irmão naquele momento. Ela sabia dar como uma puta, e ele tinha aquilo à sua disposição sempre que quisesse. Espera, vamos mudar a posição. Tirei o pau dela e pude admirar um pouco aquele corpinho delicioso, entregue totalmente às minhas vontades. Como você quer?, perguntou ela com a respiração ofegante. Fica de quatro. Ela sorriu e ficou na posição que mandei. Olhou por cima do ombro e, sorrindo, perguntou: Assim? Isso, assim mesmo, putinha, disse eu, lhe dando um tapa bem dado na bunda.
Me ajeitei atrás dela e encaixei o pau na sua buceta outra vez. Ela mordeu os lábios. Hunnn! Seu irmão também gosta assim, de quatro, sabia? Comecei a bombar e lhe dei mais um tapão na bunda. É claro que o maninho gostava de pegar a sua novinha assim, para poder ficar admirando aquela bunda linda. Ela gemia e gritava, louca de prazer. E eu fazia minha parte: fodia ela sem dó. Agarrei os seus cabelos e puxei para trás. Ela se empinava toda para eu conseguir meter bem fundo. A castiguei com tudo o que pude e ela adorou, safada. Gozou primeiro que eu e, quando eu fui gozar, tirei de dentro e gozei nas costas dela.
A putinha ficou toda sorridente depois da surra de piroca que tinha levado. Vestiu de novo suas roupas e se despediu de mim com um beijo na boca bem gostoso. Agora que já me comeu, já sabe, hein? Não quero você me secando o tempo todo. Seja um bom menino e espere sua vez, que eu venho fazer uma visita de novo quando seu irmão não estiver.
Naquela tarde, depois que o Arthur chegou, perguntei da Bruna como quem não quer nada. Ele, inocente, me respondeu: Chamei ela para ir ao cinema hoje e ela disse que não ia porque ia descansar o resto da tarde. Foi para a academia de manhã, disse que treinou pesado e está quebrada. Sorri comigo mesmo, lembrando do treino que ela tinha tido de manhã. Sinto muito, maninho, mas mulher gostosa demais nunca é de um cara só. Se não fosse eu, teria sido outro, então melhor que seja seu irmãozão aqui, que também vai cuidar muito bem da sua novinha.

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