CRENTINHA CABACINHO A NOVA VIZINHA
- Temas: Religião, Virgindade, Notebook, Vizinho, Adulterio, Gravidez, Fetiche
- Publicado em: 29/01/18
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- Autoria: didão
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Sou Carlos, 41 anos, solteiro, moro na Zona Sul de São Paulo. No conjunto de apartamentos onde moro, mudou-se uma família de crentes, um pessoal muito bom. O casal tem uma filha e um filho; a filha tem uns 19 aninhos. Nos cruzamos várias vezes no elevador e, no começo, eram só cumprimentos. Camila é o nome da morena linda.
Uma certa noite, estava chegando do serviço e entro no elevador vazio. Vejo Camila correndo e seguro a porta. Ela agradece, trocamos olhares e ela dá um sorriso. Chegou o andar dela; ela me deseja boa noite e eu respondo: "Boa noite, que esta noite seja maravilhosa para você". Ela saiu muito séria. Camila sempre usava vestido bem abaixo do joelho, era muito tímida e andava sempre com a cabeça baixa.
Na manhã seguinte, sábado, eu estava de folga. Estava descendo o elevador quando ele para no andar dela. Ela entra cabisbaixa e eu cumprimento: "Bom dia, Camila, tudo bem?". Ela respondeu: "Bom dia, senhor, tudo bem". Descemos em silêncio. Fui até a padaria tomar meu café da manhã. Camila entra na quitanda, compra algumas frutas e passa na padaria para pegar alguns pães. Quando passa por mim, eu digo: "Hum, gostaria de tomar café com você qualquer dia desses". Ela passa em silêncio e vai rumo ao nosso prédio.
Eu demorei um pouco; como estava de folga, parei na banca de jornais e conversei com alguns amigos. Já era quase 11 horas quando passo no açougue e na quitanda. Indo para o prédio, vejo Camila sentada no banco da praça, sozinha e cabisbaixa. Brinco com ela: "Esperando o namorado?". Ela responde: "Não, senhor, não tenho namorado. E o senhor, tem namorada?". Respondi que não, que morava sozinho. "Sempre vejo o senhor sozinho", disse ela.
Me aproximo e sento ao seu lado. Ela, muito envergonhada, fala: "Se meu pai me pegar conversando com o senhor, ele me mata". Perguntei o porquê. "Ele fala que só posso namorar irmão da igreja. Um dia namorei um garoto da escola, ele descobriu e brigou comigo". Percebi que Camila falava e escorriam lágrimas de seus olhos. Fiquei com muita dó daquela ninfeta linda. Me despedi e subi para o meu apartamento.
Já era umas quatro da tarde quando meu interfone toca. Era Camila: "Senhor Carlos, o senhor sabe mexer em notebook?". Respondi que sim e disse para ela trazer aqui. Em minutos a campainha toca. Era Camila, super linda, vestida com uma camisa branca de botões e uma saia jeans bem abaixo do joelho. Comecei a ter vários pensamentos obscenos sobre ela. Ela entra, pego o notebook e vejo que é coisa simples, mas falo que vai ser demorado. Começo a mexer e fico enrolando, até que ela pergunta: "Quanto fica o conserto, senhor?". Digo que preciso ver certinho, mas que não fica caro. Ela fica aflita e diz: "Vou até em casa, senão meu pai briga comigo. A hora que tiver pronto o senhor me liga".
Fiquei mais à vontade e entrei nas fotos dela. Vi algumas fotos e, na mais ousada, ela usava uma camiseta branca bem justa onde dava para ver seus seios bem durinhos. Entrei em seus documentos e vi um texto dizendo: "Não sei o que faço da minha vida. Com 19 anos, ainda nunca namorei, não sei o que é dar um beijo. Minhas amigas dizem que já fizeram até sexo; uma disse que adora chupar o pênis do namorado. Eu nunca vi um pênis de verdade, só em revista... Vi saindo uma coisa branca da cabeça do pênis e a moça bebia tudo. Minha amiga disse que adora engolir essa coisa branca que parece leite, mas se chama porra. Não vejo a hora de ver um pênis de verdade e quero ver se sai porra mesmo dele".
Eu não estava acreditando no que via. Uma moça que não sabia nada da vida, era cabacinho e nunca tinha namorado. Fiquei louquinho por ela. Continuei olhando as coisas dela até que a campainha toca. Era Camila de novo: "Meus pais saíram, só voltam tarde. Meu irmão foi para a casa da namorada e eu fiquei sozinha". Convidei ela para ficar enquanto eu terminava o notebook. Ela perguntou o preço e eu disse: "O preço é um sorriso seu". Ela sorriu. Começamos a conversar sobre eu morar sozinho e ela pediu para ver o resto do apartamento.
Levei ela para o meu quarto. Ela se sentou na beira da cama e disse: "É a primeira vez na minha vida que fico sozinha com um homem". Sentei ao seu lado e disse que ninguém ficaria sabendo, que seria um segredo nosso. Abraço ela e encosto seu rosto em meu ombro. Começo a fazer carinho, passo a mão nas suas costas e ela se entrega. Beijo seu rosto, seu pescoço, e dou um selinho. Ela fala: "Não, seu Carlos, não somos namorados para ficar beijando assim". Respondi: "Não precisamos ser namorados, podemos ser somente amigos íntimos... são amigos que namoram sem compromisso".
Camila se entregou. Começo a beijá-la e vou abrindo sua camisa. Ela usava um sutiã transparente que realçava seus seios. Começo a beijá-los por cima do sutiã e desço a mão até sua saia. Ela fala: "Não, para...", mas já estava entregue. Desço sua saia; ela usava uma calcinha vermelha de lycra que realçava sua bucetinha cheia de pelos. Comecei a beijar sua buceta por cima da calcinha, depois a coloquei de lado e comecei a beijar seu clitóris. Camila gemia e segurou meu pau por cima da calça: "Primeira vez que seguro um pau".
Abaixo sua calcinha. A buceta dela era a coisa mais linda, toda molhadinha. Passo a língua e ela tem seu primeiro orgasmo. Nessa altura, estávamos os dois nus. Ela pegava no meu cacete meio sem jeito, minha pica dura feito rocha. Ela começa a me beijar no pescoço, desce até a virilha e começa a beijar meu pau. Coloco o pau dentro de sua boca e ela morde; ensino a ela como fazer. Já estávamos em um 69 e ela teve outro orgasmo.
Coloco ela deitada na cama. Beijo suas coxas, sua buceta, vou subindo para os seios e pescoço. Mordo seus lábios e ela fala baixinho: "Como é gostoso, senhor Carlos, ai que tesão que me dá". Começo a passar a cabeça da pica na entrada da xoxota, que estava toda melada de tanto ela gozar. Vou encaixando na entrada da bucetinha prestes a perder o cabacinho. A cabeça entra e é barrada pelo hímen. Dou mais uma forçada e minha pica rompe o hímen. Sinto um tesão louco. Vou empurrando devagarinho até sentir a vara toda dentro dela. Camila solta outro gozo.
Começo a penetrar bem devagarinho e ela não parava de gozar. Meu pênis começou a inchar dentro dela. Eu tive um orgasmo que nunca tive em toda a minha vida. Nós dois suados, Camila chorando me revela: "Senhor Carlos, desde o primeiro dia que vi o senhor, eu sonhava com esse momento. De hoje em diante, meu pai pode até me expulsar de casa, mas fui feita mulher pelo homem que sempre sonhei".
Após aquele dia, nos tornamos amantes. Hoje, Camila se casou com um irmão da igreja, mas sempre que dá nos encontramos e nos amamos feito loucos. Hoje ela está grávida de dois meses e diz que o filho é meu. Agora estamos num quarto de motel. Ela ainda não deixa eu foder o cuzinho dela, fala que tem medo. O marido dela é meio bruto e só transa "papai e mamãe". Camila está mamando minha pica; ela adora engolir toda a minha porra. Outro dia, ela insinuou chupar o pau do marido e ele ficou bravo, disse que mulher que chupa pau é vadia. Ela sempre fala: "Sou sua crentinha vadia...".
