Acampando com os Amigos
- Temas: Voyeurismo, Encoxada, Boquete coletivo, Sexo anal, Assédio grupal, Dominação, Primeira vez, gays, cu
- Publicado em: 24/08/15
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- Autoria: peladinho
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Quando eu era adolescente gostava de acampar com alguns amigos e vizinhos meus. Eram todos um pouco mais velhos que eu. Eles, sabendo da minha inexperiência, gostavam de me sacanear. Nos acampamentos me davam sempre as tarefas tidas na época como femininas, como cozinhar, lavar e arrumar as coisas que eles bagunçavam. À noite, na barraca, sempre alguém me encoxava e eu pedia que parassem com essas brincadeiras.
Diga-se que eu dava motivos para essas brincadeiras, pois desde a saída da infância eu sempre fui um admirador de pica. Gostava de ficar olhando a pica dos amiguinhos e comparando umas com as outras. Eu gostava de todas, mas tinha algumas que eu achava muito lindas. Vem dessa época meu apelido de “manja rola”.
Numa oportunidade estava pescando com um amigo chamado Toninho e outro chamado Pedro. Eram um o oposto do outro: Pedro mulato, calado, muito educado; Toninho falastrão, grosseiro, mal-educado. Toninho tirou a pica para fazer xixi no rio e eu, como de costume, fiquei olhando discretamente. Ele percebeu, virou a pica para o meu lado e ficou exibindo para mim. A pica dele era grande, grossa e com uma cabeça enorme, era muito enrugada e não era das mais bonitas. Começou a balançar em minha direção e a falar: “Já imaginou uma dessas no seu cu?”. Eu e Pedro pedimos que ele parasse com aquilo.
Apesar dessas brincadeiras, eu gostava de acampar com eles e todos eram muito divertidos.
Numa oportunidade Pedro, Toninho, meu primo Valter, Marcos e Julião me convidaram para acampar e pescar em um local deserto na serra, não muito distante da cidade onde morávamos, que é uma capital do sul do Brasil, na beira de um rio de pedras, em um lugar muito bonito.
Desde que pegamos o ônibus que nos levaria até próximo ao local do acampamento, percebi que todos estavam diferentes. Me olhavam de um jeito estranho, estavam mais atenciosos e dedicando muita atenção para mim. Não estavam com as sacanagens de costume, os assuntos eram sérios e todos de conotação sexual. Nem Toninho estava passando dos limites, mas todos pareciam me comer com os olhos. Eu gostava da atenção, mas me sentia incomodado com os assuntos. Conversavam numa boa, mas ficavam perguntando sobre meu interesse pelas picas, se eu gostava realmente, se gostava só de olhar e se não queria experimentar uma.
Chegamos no local do acampamento e o clima estava realmente quente. Todos me assediavam e eu me sentia acuado. As perguntas sobre sexo eram diretas e eu tentava desconversar. Ninguém arrumou nada, nem armaram barraca, nada. Ficaram todos em volta de mim me assediando. Eu me sentia incomodado, com um frio na barriga e já não tinha mais forças para negar as insinuações deles de que eu era gay. Eu não sabia ao certo se era ou não. Só tinha certeza que admirava picas.
Eu estava sentado em uma cadeira dessas de acampamento e os cinco em volta de mim, até que Toninho perdeu a paciência, ficou em pé bem na minha frente, baixou as calças e ficou balançando aquela piroca enorme a poucos centímetros do meu rosto. Falou para mim assim:
— Você gosta disso?
Eu balancei negativamente a cabeça. Mas ele insistiu:
— Se você não gosta de pica, você gosta de buceta. Você gosta de buceta?
Eu, já sem forças, balancei negativamente a cabeça. Na verdade, até então eu nunca tinha tido o menor interesse por meninas e aquilo que elas carregam no meio das pernas. Ele continuou:
— Então se você não gosta de buceta, você gosta de pau, né? Gosta ou não gosta?
Eu, com a cabeça girando, as pernas bambas, um frio na barriga e com aquela pica a poucos centímetros do meu rosto, admiti e balancei afirmativamente a cabeça dizendo:
— Sim, gosto.
Foi um alívio para mim, parecia ter tirado um peso das minhas costas. Todos os machos ficaram animados e o assunto passou de assédio para cantadas. Todos queriam ser o primeiro a me foder. Eu não tinha forças para dizer não para mais nada. Toninho, que já estava com a pica para fora, pegou na minha mão e me fez ficar punheteando ele enquanto os outros também já se animavam para começar a festa comigo.
A pica dele ficou dura e ainda maior, a cabeça era enorme. Ele tentou fazer eu chupá-lo, mas eu não conseguia engolir aquela cabeçorra. Marcos então me ofereceu a pica dele para chupar. A pica dele era menor, mas mais bonita, lisinha, só com algumas veias bem saltadas. Eu consegui abocanhar a pica dele e comecei a aprender a chupar uma pica. Chupei bem gostoso e estava maravilhado com aquela vara durinha dentro da minha boca. Alisava, fazia carinho nela e tornava a engolir. Beijava, lambia e tornava a engolir.
Todos ficaram animados com minha atração pela pica do Marcos e começaram a me oferecer outras picas para chupar. Eu fiquei cercado de picas e chupava uma enquanto punheteava duas. Eu estava muito animado e feliz de estar cercado de picas, uma coisa que eu sempre gostei. Uma pica me chamou mais a atenção: era a do Pedro, o mulato. A pica dele era negra, lisinha, fina e muito comprida. Quando eu comecei a chupar ele, ela ficou durinha e fez uma curva para cima. Era muito bonita, eu me apaixonei por ela. Não queria mais parar de chupar ele, mas os outros reclamaram e eu voltei a chupar os outros também.
Eu estava louco, tudo tinha mudado em poucos minutos. Minha cabeça latejava, eu sentia tontura, minhas pernas estavam moles, eu sentia como se tivesse uma pedra de gelo na barriga e minha pica estava melecada e durinha. Eles perceberam e tiraram toda minha roupa. Minha pica, apesar de dura, era muito pequena e na época eu tinha fimose, que fazia ela parecer menor ainda. Eles começaram a falar que com uma piroquinha daquele tamanho eu tinha que ser viado mesmo, porque não ia satisfazer mulher nenhuma. Eu não liguei, porque naquele momento eu é que estava interessado na pica deles.
Como todos queriam ser o primeiro a tirar meu cabaço, eu sugeri que eu deveria escolher (na verdade eu estava louco pela pica negra do Pedro). Eles desconfiaram e a maioria achou mais justo o sorteio e, conforme fosse a ordem do sorteio, seria a ordem da foda. Todos teriam direito a pelo menos uma. Julião foi o felizardo, depois vieram Toninho, Marcos, Valter e, como eu nunca dei sorte no jogo, o último foi o Pedro.
Enquanto tudo isso acontecia, eu ficava desfilando pelado, rebolando entre os machos, sendo encoxado, com as mãos bobas apalpando meu traseiro. Na época eu tinha uma bunda branquinha, durinha e gostosa. Combinamos ajeitar tudo e armar a barraca, pois já estava escurecendo. Combinei com Julião que foderíamos depois da janta. Eu estava louquinho para sentir uma pica dentro de mim.
Eu preparei um miojo rapidamente e, enquanto todos jantavam, eu fui com Julião para dentro da barraca. Pedi que ele também ficasse pelado e ele atendeu. Ele era moreno, tinha o corpo peludo e era um pouco gordinho. A pica era de tamanho médio, com a cabeça pequena e era toda enrugada. Julião me pediu que chupasse ele e eu atendi. A pica não demorou a endurecer. Ele me colocou de quatro e começou a passar saliva no meu rabo e na cabeça do caralho dele. Ele tentava enfiar, mas eu sentia muita dor e gritava. Ele lembrou que Toninho tinha trazido uma tal de vaselina e foi buscar. Já estava escuro e eles demoraram para achar. Eu fiquei aguardando ele voltar, louco pra levar ferro.
Voltou com um potinho com um creme gorduroso, passou no meu cu e na cabeça do cacete dele. Ele disse que com aquilo ia entrar gostoso. E entrou mesmo. Ele ia enfiando e eu gemendo de dor e prazer. Fiquei com a mão atrás acompanhando o quanto havia entrado. Quando ele pôs tudo, fiquei cheio de prazer e orgulho de ter aguentado aquela pica todinha dentro de mim. Ele tirou e eu senti um alívio e achei que tinha terminado. Ele riu e me segurou na posição falando que agora é que ia começar. Começou a bombar o pau no meu rabinho. Eu gritava de dor e prazer, as bombadas foram se acelerando e ele começou a ficar ofegante. Meu pauzinho estava durinho e eu estava a ponto de explodir de prazer. Ele tirou a pica de dentro de mim e falou para terminar o serviço lá fora. Eu não entendi, mas ele me levou e me fez punheteá-lo até gozar e depois falou que era para não sujar a barraca.
O próximo seria Toninho. Eu estava com um pouco de medo dos modos grosseiros dele e do tamanho da pica e especialmente daquela cabeçorra enorme. Pedi para dar um tempo, pois estava sentindo dor. Meu rabinho latejava e estava ardendo. Ele achou frescura, mas concordou a contragosto após a intervenção dos outros machos, que concordaram que era a primeira vez e eu devia estar com dores. Combinei com ele que foderíamos na hora de dormir. A gente costumava jogar baralho, mas naquela noite eu fiquei fazendo boquete neles e ninguém se interessou pelo baralho.
Por volta das 10 horas, Toninho me levou para um local um pouco afastado da barraca para me comer. Eu insisti para fodermos na barraca, mas ele queria naquele local. Voltei para pegar a vaselina e um forro para o chão, pois tinha medo de aranha. Além disso, achei que ia precisar de muita vaselina para aguentar aquilo que ele tinha no meio das pernas. Ele não aceitou ficar pelado para mim e abaixou as calças até o joelho, como havia feito mais cedo. Me pôs de quatro. Eu fiquei com muito medo e coloquei bastante vaselina no pau dele e no meu cu. Não chupei ele e fomos direto para o sexo. A pica dele foi ficando dura conforme ele ia tentando enfiar no meu rabo. Quando começou a entrar, eu senti dores lancinantes. A pica dele era muito grande e aquela cabeçona arrombando meu cuzinho quase virgem me dava arrepios. Ele foi enfiando tudo e eu gritava de dor e chorava muito. Isso parecia aumentar o prazer dele, que dava tapinhas no meu bumbum e falava que vida de viado não é fácil, mas que eu ia acostumar rapidinho.
Eu, apesar do prazer de ter uma pica daquele tamanho dentro de mim, sentia muitas dores e torcia para aquilo acabar rápido. E acabou mesmo. Em seguida os movimentos se tornaram frenéticos, ele ficou ofegante e explodiu de gozo dentro de mim. Gozou, levantou as calças e foi embora. Fiquei com as dores e o rabinho cheio de porra. Fiquei de cócoras para sair toda aquela porra e me lavei no rio ali próximo. Fiquei com dificuldades até para andar e fiquei realmente arrombado. Por aquele dia estavam encerrados os trabalhos. Eu só queria dormir e me recuperar para o dia seguinte, que prometia ser árduo. Teria que dar conta de Marcos, meu primo Valter e meu preferido Pedro.
