"Os mais excitantes contos eróticos"


Vai papai, me fode com força!


autor: gsq28
publicado em: 04/09/16
categoria: incesto
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Fonte: maior > menor


Meus pais se separaram logo que eu nasci e, por conta disso, fui criada por meus padrinhos e os considerava como pais. Minha madrinha sempre foi muito ocupada, era uma mulher de negócios então quase nunca parava em casa e meu padrinho (bom, meu "papai", ele odiava que eu não o chamasse assim) também, ambos são donos de grandes empresas do ramo alimentício.
Em 2014 eu estava no auge dos meus 18 aninhos e já era gostosa, belas curvas, uma bunda de dar inveja e dois melões no lugar de peitos. Percebi que meu pai havia começado a me olhar de forma diferente, me pedia para sentar no colo dele e "brincávamos" de cavalinho, onde eu, que sempre fui muito safada, esfregava o meu bumbum no pau dele e sentia aquele caralho ficar duro, o que me deixava com muito tesão. Era verão, eu sempre dormia só com um baby doll, sem sutiã ou calcinha, apenas isso. Eu ouvia meu pai entrar em meu quarto todas as noites, ele ficava me olhando por horas, enquanto passava a mão por meu corpo e metia seu dedo na minha buceta, batia uma punheta gostosa e eu, bom, eu sempre fingia que estava dormindo, mas, vez em quando, soltava alguns gemidos baixos e isso o deixava louco. Numa bela noite, eu disse à minha madrinha/mãe que havia ouvido barulhos em meu quarto e não queria dormir sozinha, então ela me disse para deitar com ela e meu pai, e foi isso que eu fiz. Eles tinham uma cama gigante, cabiam, no mínimo, umas 6 pessoas ali e eu deitei no meio dos dois. Minha mãe sempre teve sono pesado e eu sabia disso. No meio da noite cheguei perto do meu pai e fingi que estava sonhando, então ele pegou minha mão e a levou até seu pau, sob sua cueca box e eu, como boa filha que sempre fui, comecei a acariciar aquele caralho gostoso. Meu pai começou a me beijar e gemia baixinho no meu ouvido, enquanto eu batia uma punheta deliciosa para ele. Que fique claro que, para todos os efeitos, eu estava dormindo e não podia ser culpada de nada. Pelo contrário, apenas fui uma filha boazinha e fiz meu papai gozar como nunca gozou na vida.
Alguns dias se passaram e fingi que nada daquilo havia acontecido. Voltei a dormir em meu quarto e, certa noite, numa daquelas típicas visitas que eu recebia na madrugada, comecei a me masturbar e chamar pelo meu pai (enquanto "dormia") gemia baixinho e dizia que queria ser fodida por ele, que, sem pensar duas vezes, me ajudou com a masturbação, chupou minha bucetinha e tomou todo o meu leitinho. Nunca gozei tanto como aquela noite.
Naquela semana, minha madrinha teve que fazer uma viagem de negócios, onde ficaria fora por alguns dias. Ela pediu que eu me comportasse e cuidasse bem do meu paizinho e, claro, que eu cuidaria.
Eu queria dar para o meu pai, sentir aquele caralho entrando na minha buceta e aquela porra escorrer por minhas pernas. Eu necessitava disso e, apesar de amar minha madrinha, ela não o fazia sexualmente feliz e ele merecia mais.
Após sair do banho, me vesti com a minha baby doll favorita e fui o quarto esperar por ele. Era sexta-feira, imaginei que ele chegaria tarde, pois sempre saía para beber com seus sócios para comemorar o fim de uma semana produtiva.
Cansada, peguei no sono. Pouco tempo depois ouvi o barulho da porta. Era ele. Tirei os lençóis que me cobriam e fiquei de bumbum empinado, como quem esperava apenas ser penetrada da melhor forma possível. Meu pai entrou no quarto e se surpreendeu ao me ver ali, deitada. Falou algo baixinho que eu não consegui compreender. Se dirigiu ao banheiro, tomou um banho, colocou sua cueca e deitou ao meu lado. Eu "acordei", dei boa noite para ele e perguntei como havia sido o seu dia. Papai disse que estava cansado e meio bêbado. Me aproximei e perguntei se ele estava cansado até para sua filhinha, ele respondeu que não. Eu disse que estava carente e precisava de carinho, peguei sua mão e passei por todo o meu corpo. Levei até minha xaninha, ele me olhou e disse "eu sou seu pai", eu então sussurrei em seu ouvido: me fode papai, fode sua filhinha gostosa, é isso que você quer. Começamos a nos beijar, ele tirou minha baby doll e eu tirei sua cueca. Comecei a chupar aquele caralho, metia tudo na minha boquinha enquanto olhava pra ele com minha carinha de safada. Ele me xingava, me chamava de vagabunda, vadia, puta, batia na minha cara e eu adorava, aquilo só me deixava com mais tesão. Então ele me colocou de quatro e me chupou, metia aquela língua na minha vagina e me fazia gemer alto. Então ele disse: Fala vagabunda, fala pro papai o que você quer. E eu falei: Vai papai, me fode com força. E ele o fez. Meteu aquele caralho na minha buceta e me fodeu como ninguém, fizemos em todas as posições possíveis e papai gozou dentro de mim inúmeras vezes, eu gritava dizendo que queria mais e ele me dava mais. Papai foi o melhor.
Nos dias seguintes, fodemos mais vezes até minha madrinha voltar de viagem. Mesmo depois de voltar, sempre que era possível, eu ia para a cama deles e nós fodíamos durante o sono profundo da mamãe, ou então ele ia para o meu quarto me foder lá mesmo. Estou com 21 anos, ainda moro com eles. Hoje tenho namorado, mas sempre que dá, papai vai para o meu quarto me fazer um carinho. Mamãe nunca descobriu.



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