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MEU PADRASTO CAVALO 1 (ATO I)

  • Conto erótico de incesto (+18)

  • Temas: incesto
  • Publicado em: 01/04/16
  • Leituras: 165116
  • Autoria: CamillaDuda
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MEU PADASTRO CAVALO 1

Por: Camilla Duda


Introdução


Oi, me chamo Camilla, e vou contar todos os meus relatos que começaram aos meus 14 anos, hoje tenho 24 aninhos, sou um pouco baixinha , 1, 65m, tenho 105 cm de quadril, o que sempre chamou atenção dos homens apesar da minha altura, modéstia á parte...rs, também tenho um parto farto par de coxas, daquelas bem gordos e meus seios são bem grandes com as aureolas lindas, sou branca, com cabelos cor de mel, encaracolados até a metade das costas, levemente bronzeada, aos quatorze, já tinha um grande volume de seios com os bicos já grandes, achava o máximo parecer quase uma mulher! Já tinha um porte fí­sico avantajado para uma garota desse idade, é verdade que eu era um pouco gordinha, né? Mas já chamava atenção dos homens na rua, ouvia coisas absurdas quando voltava do colégio, falavam obscenidades e me chamavam de gostosa, achava aquilo um absurdo mas no fundo gostava.


Meus paí­s nesta época já estavam separados a uns 4 anos, e realmente não sentia falta dele, minha mãe era jovem e bonita aos seus 38 anos, sempre bem produzida e independente, era uma mulher super atraente, estava namorando com um senhor negro um pouco mais velho, tinha uns 40 anos, se chamava Rui, ele era um crioulo com bastante porte fí­sico, parecia um jogador de basquete, tinha 1, 88, era atlético e forte, ele contava que quando morava nos Estados Unidos, jogava futebol americano e fazia luta greco-romana, fazia toda aquela pinta de garotão jovem ...rs eu achava engraçado aquele seu jeitão de moleque, mas minha mãe parecia gostar, e ele sempre me tratava muito bem, nos levando pra jantar, pra praia, era um quarentão boa pinta e bem sucedido, sempre sentia minha mãe muito feliz e ele ainda parecia se preocupar comigo, sempre me tratando com carinho e sendo gentil.


Parte 1


Já estava de namorico com um menino do colégio, chamado Vander, ele tinha 16 anos e havia ficado comigo pela primeira vez no final do ano passado, na última festa do colégio, ele era o terceiro garoto em que eu havia beijado, mas desta vez reparava que havia algo mais, me sentia mais excitada e começava a sentir sensações estranhas... começava a entender as coisas.


Num dos primeiros dias de retorno as aulas, nós nos encontramos, cruzamos nossos olhos naquela coisa de recreio da escola e ele num piscar de olhos me puxou para um vão atrás do muro, aonde ao se virar, ninguém poderia nos ver, achei engraçado, achava o Vander lindo, ele era um garoto bem bonito, loirinho, mais alto do que eu e as meninas do colégio o achavam uma graçinha, ele me botou na parada e começou a me beijar sem jeito, eu chupava os seus lábios meio sem graça e o abracei, sentido suas mãos apertarem a minha cintura, ele mexia a lí­ngua dentro da minha boca sem parar e aquilo me deixava com uma sensação esquisita, ele pressionou seu corpo contra o meu e senti em meu umbigo um volume duro, imediatamente me afastei um pouco, mas o safadinho não deixou e voltou a me beijar, sugava meus lábios de um jeito que eu ficava louca e encostava aquele volume duro na minha barriguinha, se afastou e botou a minha mão sobre sua calça, eu afastei meu braço, parando o de beijar, ele, mais experiente beijou meu pescoço com carinho e tornou a colocar meus dedos sobre o volume duro de sua calça, nesse hora eu suspirei, senti sua lí­ngua deslizando sobre meus ombros indo em direção aos meus ouvidos.


Apertei forte e senti aquela varetinha dura, latejando em minhas mãos, deslizei até mais em baixo com suavidade e tornei a apertar seus piruzinho duro sobre suas calças, o esfolando inocentemente e sentindo todo seu tamanho na minha palma, Vander gemeu e chupou minha orelha, botou a mão em suas calças e tirou de sua cueca a sua piroquinha totalmente dura e tremula de tesão, sua cabeçinha rosada, estava inchada e pulsante, o safadinho exibia seu membro fino e duro de 13 cm e esperava que eu botasse a mão em seu sexo...eu o afastei de perto mim e ajeitando a saia, sai correndo para o pátio, deixando ele lá sozinho....


A noite fiquei pensando no que tinha acontecido, tocava minha bucetinha virgem, brincando inocentemente com meus lábios úmidos e pensando na piroca dura do Vander nas minha mãos, sonhei aquela noite com o primeiro cacete que havia visto na vida.


Parte 2


No fim de semana, viajamos para Búzios-RJ, O Rui havia convidado a minha mãe para a casa de praia dele, ela adorou a idéia imediatamente se programando com antecedência, viajamos sexta á Noite, chegando lá bem tarde e dormindo, a casa dele era linda, um sonho! Fiquei em um dos 3 lindos quartos , com uma cama de casal imensa, enquanto eles ficaram no maior quarto da casa.


Acordarmos em um dia de sol escaldante! Tomamos um café da manhã, quase ao meio dia e partimos para a praia ás 14 horas, era sempre lindo ir a Búzios, as parais sempre muito cheias e com gente bonita, sempre encontrava algum gatinho pra conversar...rs

Gostava de ir a Búzios, ainda mais com aquela casa linda!


Minha mãe estava toda produzida mas com um biquí­ni discreto, colocamos as nossas coisas na areia e imediatamente coloquei tirei minha kanga e botei na área, ajeitei inocentemente meu biquí­ni, tirando parte dele que estava atolado no meu cuzinho e ajeitando-o em meu bumbum grande, reparei que o Sr.Rui ficou observando meu gesto, olhava todo o tamanho já avantajado para a minha idade e espiava eu ajeitar minha roupa de banho á tirando de meu ânus, achei um pouco engraçado mas fingi que não vi, ia me preparar para deitar e pegar um solzinho, adorava ficar torrando no sol naquela época de menina, tirei a blusa rapidamente, meus seios já grandinhos balançaram um pouco, minha mãe virada de costas não percebeu, o Sr. Rui tirava sua bermuda e novamente espiou o leve balançar dos meus mamí¶eszinhos , deste vez foi mais escancarado, ele fixou os olhos nos meus peitinhos enquanto tirava sua camisa e bermuda, desta vez fiquei constrangida, deitei bem rápido com o bumbum pra cima, mas com o rosto virado para os dois, não ia deixar o Sr. Rui ficar me olhando assim!


Minha mãe lia a sua revista enquanto o Sr. Rui estava de pé falando sobre o mar, olhava deitada aquele homem negro bem grande e forte, seu porte fí­sico era invejável, tinha os braços fortes e musculosos, era muito alto, tinha uma par de coxas bem grandes, era um homem bem bonito, parecia bem mais jovem do que era, olhei para sua sunga discretamente, observei com cuidado e não consegui entender o que era tudo aquilo por debaixo da sunga, já havia visto alguns filmes pornôs escondidos da minha mãe, mas nunca havia visto nada parecido com aquilo, mesmo todos os pirus duros e grande que eu já havia visto nos filmes não chegavam perto do volume anormal que eu estava espiando em sua sunga, fitei rapidamente seus olhos e peguei novamente o sacana olhando o meu bumbum, será que aquele safado não tinha vergonha na cara? Olhando o bumbum de uma menina! Ainda mais a filha de sua namorada!


Ele pareceu reparar que eu o observava, fingi que nada havia acontecido e continuei com a minha cabeça recostada sobre meus braços, virada par ao lado, novamente espiei nesta posição, sem que ele percebesse, ela pareceu ajeitar seu sungão de propósito, pressionando todo o tecido contra o seu membro gigantesco, pude ver cada contorno daquela vara gorda, o seu saco fazia um volume anormal, encostando em sua coxa de tão grande, e o seu membro, virado para o lado esquerdo da sunga se salientava enquanto ele se ajeitava, expondo toda sua grossura assustadora, não entendi naquela época como poderia haver alguém com o pênis assim, muito menos consegui pensar como ficaria se estivesse duro, aquilo tudo era uma coisa incompreensí­vel para mim.


Voltamos para casa quase ao por do sol, o Sr. Rui, continuava me fitando as vezes, observava de forma bem discreta o meu corpo e me olhava de uma maneira diferente, nunca havia sentido ele me observar dessa forma, jantamos e dormimos vendo um filme, irí­amos acordar amanhã e passar a manhã na piscina, fiquei tentando conceber na minha cabeça uma possí­vel imagem do que havia visto na praia e desisti, dormi tentando imaginar como era o pênis do Sr. Rui.


Parte 3


Acordei bem mais tarde que todo mundo, botei o biquí­ni rápido e nem tomei café, desci direto pra piscina, lá estava o Sr. Rui, sentado sobre a beirada da piscina e observando o jardim, desci e perguntei sobre minha mãe, ele falou que ela havia acabado de sair para fazer compras no centro, não iria pegar sol pois estava muito queimada, riu suavemente me arrancando um pequeno sorriso e falou que ela iria ficar umas 3 horas fora, achei estranho ele citar isso, meio sem graça e sem saber o que fazer, tirei minha kanga e deite sobre ela, imediatamente o Sr. Rui mergulhou, fiquei mais a vontade e deitei de frente com medo do namorado da minha mãe ficar olhando para a minha bunda.


Ele saiu da água e sentou em sua cadeira, botei a mão na borda da piscina e me molhei um pouco, o sol estava um pouco forte e eu já havia me queimado muito, vi no banho que o sol tinha marcado os meus peitinhos bastante, aquele biquí­ni estava muito apertado, fazendo os meus peitinhos de moça, mas já grandes, ficarem estufados um encostando no outro, gostava daquilo, já me sentia mulher por já usar sutiã antes de algumas amigas minhas. - Camilla, é melhor você usar um protetor solar, sua mãe ficou muito queimada ontem, vou pegar pra você lá dentro da casa - eu respondi - Ok, Sr. Rui, obrigada. - Ele sempre era muito legal comigo, só não gostava quando ele ficava me olhando com cara de tarado, mas na maioria das vezes me tratava muito bem, era muito prestativo.


Ele voltou com o protetor na mão e falou - Vou passar em você - Nessa hora me deu um nó na garganta, queria falar pra ele que não precisava mas não conseguia responder, fiquei sem graça em falar não e ele pensar que eu estava o levando a mal, resolvi deixar como se nada tivesse acontecido, me senti desconfortável mas preferi não dizer nada e deixar ele cuidar de mim, ora, ele era o namorado da minha mãe!


Despejou um punhado em sua mão e passou aquele creme gelado sobre meu abdômen, na mesma hora eu contrai a barriguinha, ele sorriu, passou um pouco rapidamente sobre ela e foi passando sobre meus braços e ombros sem maldade nenhuma, conversando sobre o sol quente e espalhando o protetor até as minhas mãos, eu me senti tranqí¼ila, vi que ele não estava tendo nenhuma atitude deselegante, puxava assunto falando sobre a sua casa e continuava a me passa o creme, tornou a botar mais em sua mão e passou dos meus tornozelos até o meio de minha coxa, novamente não senti nenhuma maldade, mas ao chegar acima do meu joelho minhas pernas se abriram instintivamente e eu senti uma sensação gostosa, gemi baixo e discretamente, o Sr. Rui fingiu não perceber, espalhou o restante novamente ate o tornozelo e tornou a subir para as coxas, agora até acima da metade, suas mãos suavemente abriram minhas pernas, descolando elas uma das outras, contrai a barriga sem perceber ao sentir aquilo, ele perguntou se estava tudo bem, eu sem graça e sem ter outra coisa para responder disse que sim.


Não sabia aonde enfiar a cara, via que ele podia olhar todo o volume da minha bucetinha bem de perto e me arrependi do que estava acontecendo, fiquei desconfortável, quando ia me preparar para tentar falar alguma coisa, ele falou: - Pronto, só falta a barriga, - Respirei meio que aliviada, olhava em seu rosto de relance e não via nenhuma expressão que me assustasse, ele passava o protetor em mim calmamente como se nada tivesse acontecido, botou mais um pouco em suas mãos e espalhou em minha barriga novamente, fechei os olhos para não expressar pra ele a sensação que estava tendo, suas mãos eram enormes, ocupavam toda a minha barriga, ele movimentava até o limite dos mus seios e espalhava por todo meu abdômen, quando seus dedos tocaram um pouco a baixo do meu umbigo eu levemente gemi baixinho, a vontade que deu foi de me matar! Eu não tive vontade de gemer mas foi totalmente involuntário, fechei os olhos de novo não querendo fitar os dele e novamente ele desceu passando o creme bem abaixo do meu umbigo fazendo seus dedos deslizarem lateralmente por toda a margem do meu biquí­ni.


Senti minha bucetinha contrair ao sentir sua mão arrastando sobre o final da minha barriga, ele tornou a subir e ao descer mais uma vez passou a pontinha do dedo por debaixo do meu biquí­ni, nesse hora tremi levemente e contrai o abdômen com força, falei sem graça - Pronto! Agora acabou - Me virei sem graça rapidamente me deitando para baixo e escondendo minha barriga, ele com a a maior naturalidade, pegou mais protetor solar, pos na mão e começou a passar nas minhas costas - Isso, agora só falta as costas, se não você vai ficar queimada de um lado só! - Ele riu e falou naturalmente, eu sem graça sorri junto com ele e novamente por não saber o que fazer, fingi que nada estava acontecendo.


Parte 4


Espalhou suavemente sobre meus ombros e costas, sentia como se fosse uma massagem, sua mão gigante deslizava sobre mim me cobrindo de creme, sem querer levantei meus braços me apoiando e vi que meu bumbum empinou discretamente, observei agora que o Sr. Rui estava com a expressão bem diferente, parecia olha para o meio das minhas nádegas enquanto passava o creme das minhas costas até o final do meu biquí­ni, espalhava tudo e espiava de relance a minha bunda grande e gorda.


Eu estava totalmente sem graça, abaixei o rosto e deitei fingindo não sentir nada, ele passou agora todo o restante nas batatas da minha perna, subindo levemente para minhas coxas, passava os dedos suavemente mas de certa forma apertava a minha carne fazendo minha bunda se inflar cada vez que chegava perto dela, eu mais uma vez gemi por debaixo dos meus braços, agora um pouco mais alto, o safado fingiu não ouvir e continuou cinicamente a me massagear, eu já estava reparando que aquilo não era uma simples passada de protetor, ele estava me alisando ate o inicio da minha bunda, minha vontade era de sair correndo, estava muito sem graça mas a sensação era muito esquisita e eu não tinha coragem de deixá-lo lá sozinho, o que eu iria falar pra ele depois?


Continuei de cabeça a baixa e segurando minha boca fechada, não queria emitir nenhum som que pudesse o excitar, ele em alguns minutos já deveria acabar e ficaria tudo bem, mas não... ele agora passou o mão por entre as minhas pernas, passando o creme entre elas e subindo até o inicio da minha xoxotinha, senti a ponto dos seus dedos tocarem rapidamente meu sexo sobre o biquí­ni e deslizar por cima da bunda abrindo as minhas nádegas discretamente, passou a mão e deixou a vista minha xaninha, nessa hora gemi alto mais uma vez, ele falou - To acabando já... - eu respondi com a voz rouca que estava tudo bem, não devia ter gemido, ele não deveria saber que eu estava gostando daquilo!


Novamente fez o mesmo movimento, desta vez direcionando a ponta do dedo para o meio da minha buceta e tirando rapidamente, arrastou a parede da minha bunda agora deslizando sua mão sobre o contorno do meu cuzinho e enfiando ainda mais o biquí­ni dentro dele, levemente abriu minhas pernas um pouco, eu queria fechar mas não consegui resistir, não o impedindo de arrastar de novo sua mão entre minhas pernas, e descolar os lábios da minha bucetinha, um do outro, me senti toda molhada, meus lábios abriram totalmente ensopados por debaixo do biquí­ni, só me sentia assim tão úmida quando eu me masturbava e mesmo assim não era tanto!


Gemi mais uma vez de cabeça abaixa, escondendo meu rosto com vergonha e sem sentir empinei a bunda sentindo agora ele afastar a minhas nádegas e puxar novamente, abrindo agora com mais forca minha xaninha, sento tanto tesão que contrai a buceta com bastante forca, ele viu aquilo e gemeu discretamente, sentiu meu sexo se contrair enquanto ele abria minha bunda para manter minha a sua vista, continuei escondendo minha cara sobre os braços não acreditando que aquilo estava acontecendo, com muito carinho ele afastou minha pernas suavemente e tornou a me alisar, agora pegou dois de seus dedos grandes e fez um carinho bem devagar sobre o final da minha buceta, eu sem pensar fechei minhas pernas devagar, o safado deixou sua mão no mesmo lugar e atirou em câmera lenta arrastando suavemente minha calcinha pro lado e abrindo novamente minhas pernas, eu gemi extensamente e não recusei.


Parte 5


Abri minhas pernas um pouco e senti que ele já conseguia ver minha bucetinha por de baixo de minha bunda, mantinha meu biquí­ni pro lado e observava meu sexo úmido, fiquei sem graça em ele reparar que eu estava molhada com o que ele tinha feito, pensei em fechar as pernas imediatamente, mas ele rapidamente passou seu dedo sobre minha bucetinha praticamente sem pelos e deixou colar em sua mão todo meu liquido, tocando-me do meu grelo ate a porta do meu cuzinho, deixou todo o mel de minha vagina no meu anus e gritou de tesão, eu retribui gemendo baixinho, ele perguntou carinhosamente: - Tudo bem? - Eu respondi bem baixinho que sim, ele tornou a fazer a mesma coisa, agora arrastando sua mão com forca e tirando todo meu gozo da buceta e arrastando nas paredes do meu cu, eu não me contive e gemi alto, falei: - Sr. Rui eu sou virgem, cuidado por favor - Ele respondeu falando que tudo bem, pra eu ficar tranqí¼ila que não iria fazer nada.


Eu me senti mais calma, mas nessa hora ele tornou a arrastas meus grelinhos, passando meu liquido na portinha do meu anus! Não entendi nada daquilo, mas senti uma sensação muito gostosa, ele falou: - Eu vou fazer uma massagem aqui, ta? Você vai gostar confia em mim - Eu balancei a cabeça concordando, mas não tive voz para responder, reparei que ele molhou os dedos na boca, sugando levemente e sentindo meu sumo em seus lábios, começou a alisar a portinha do meu buraco com a ponta dos dedos, rodeava meu anus espalhando a saliva ao seu redor e puxando suavemente para o lado, abrindo meu buraquinho virgem, eu contraia minha bucetinha achando aquilo delicioso, ela botava só a pontinha, forçava com carinho e tirava, observando meu cuzinho contrair junto com a buceta, eu gemi mais uma vez, só que agora alto.


Puxou novamente todo o meu liquido na bucetinha, com muito carinho e jeito, recolheu todo o meu gozo sobre meus lábios virgens e arrastou do buraco fechado da minha vagina até novamente meu rabinho, mais uma vez dei um gemidinho, choramingando e contorcendo meu corpo, seu dedo era grosso e eu sentia ele preparando meu anus pra alguma coisa a mais, já que minha buceta era intocável, não queria que ele enfiasse o dedo nela e ele parecia saber disso e se concentrar no meu cu.


Levantei suavemente minha bunda, abrindo minhas nádegas e mostrando ainda mais meu anelzinho, o Sr. Rui posicionou seu dedo grosso bem reto e penetrou a ponta do seu dedo até as unhas, eu berrei e tirei seu dedo rápido, cuspindo ele de meu rabo - Doeu Sr. Rui, não faz assim - Senti toda a parede de meu rabinho dolorida, aquele dedo grosso tinha alargado meu buraco - Calma Camilla, tem que acostumar, é gostoso, você vai ver... vou colocar só a pontinha do dedo bem devagar, mas você tem que deixar dentro pra se acostumar - Eu não respondi, havia doido mas eu estava curiosa em sentir aquilo dentro do meu anel, nunca havia me masturbado por ali, mas a mão daquele negão imenso perto da minha xoxota, tava me deixando molhada, eu precisava sentir algo mais, já sentia naquela idade que precisava ser penetrada de algum jeito.


Minha buceta piscava de tesão, Sr. Rui olhou novamente seus dedos e passou saliva na portinha do meu cuzinho sento sua baba escorrer devagar por minha buceta até repousar em meu grelo, as paredes da minha bunda estavam totalmente molhadas, sentia aquele dedo grande e roliço passear por ela até chegar sempre ao meu cu, lubrificou mas um vez a portinha dele e começou a pressionar bem devagarzinho, senti a ponta do dedo entrar até a metade de sua unha, fazendo o barulho da saliva lubrificando meu anus, senti doer e contrai meu buraco.


O puto abriu minhas nádegas com carinho e colocou toda a pontinha do seu dedo indicador no meu anelzinho, eu gritei e tentei me afastar, ele segurou minhas nádegas continuou mantendo seu dedo dentro do meu rabo, pediu pra mim: - agora contrai amor, não deixa sair. - Respondi: - Mas ta doendo Sr. Rui, eu nunca fiz isso, seu dedo é muito grosso! - Ele acariciou minhas costas com amor ainda com o dedo até suas unhas dentro do meu reto. - Tem que acostumar, você vai sentir prazer sem perder a virgindade minha linda, vou colocar e tirar bem devagarzinho, tá? Só a pontinha do dedo... - Balancei a cabeça se dizer nada, senti ele tirar bem devagar seu dedo do meu buraquinho lambuzado, me mandou não fechar, eu obedeci e tentei não contrair meu anus, obedecendo suas ordens, ele tornou a enfiar seu indicador deslizando ele quase até a metade, eu grite bem alto.


Senti meu buraquinho ser e invadindo por aquele dedo grosso,se alargando até o limite e dilatando pela primeira vez meu cuzinho, tranquei com toda minha forca, contraindo minhas nádegas e mantendo aquele dedo abraçado pelo meu reto, senti toda a grossura dele consumir e causar dor ao meu anel, tentei cuspir aquele volume de dentro de mim, fechei meu buraco com forca tentando expulsar aquele dedo grosso.


Sr. Rui continuou mantendo ele dentro de mim e falou: - Pronto amor, só o inicio do dedinho...viu? Ta perdendo a virgindade do cuzinho - Não entendi bem o que ele queria dizer com isso, olhei para a cara dele rapidamente e vi sua expressão de tarado, olha seu dedo abrir um cuzinho virgem, intocado durante todos esses 15 anos, dilatava meu rabinho me mostrando um pouco da sensação de ser fodida - É assim que os adultos fazer bebe... sente como é dar o rabinho, sente... bem devagar, ta bom? - Eu concordava murmurando bem baixinho, sele tirava um pouco e metia o dedo no meu cu bem devagar, sem deixar sair, fiquei meu sem graça de deixar alguém mexer no buraco em que eu faço coco, mas já que não podia dar minha xerequinha virgem, era a única solução.


Estava gostando de ver o Sr. Rui sentindo prazer, ele olhava hipnotizado para minha bunda enquanto me dedava e observava meu anel intocável abraçar seu dedo sendo estuprado e aberto, eu de olhos fechados sentia o movimento vagaroso do dedo entrando bem devagar e saindo quase ate a ponta, ouvia o barulho da saliva enquanto mordia seu indicador com o cu, ele abriu minha bunda de novo para observar melhor minha e gemeu alto, deixou agora seu dedo depositado do meu rabo, sendo mordido, tirou uma das mãos de minha bunda e observou minhas nádegas esconderem seu dedão preto, novamente gemi discretamente virei o rosto para o lado, não acreditei no que vi...


Sr. Rui havia puxado sunga para o lado e havia tirado seu órgão sexual para fora, foi neste dia que vi a coisa mais anormal de minha vida...


Parte 6


Repousei minha cabeça para o lado e discretamente fingi que estava de olhos fechados, olhei calmamente de relance analisando com cuidado aquilo que estava vendo, olhei e vi um saco que nunca havia visto na minha vida, suas bolas eram imensas, maiores que dois limões, seu sacos caiam sobre o piso da piscina enquanto a borda da sunga estufava ainda mais aquelas bolas anormais, seu saco preto era liso e gigante, agora o mais absurdo era o seu pênis, olhei cuidadosamente e vi um quantidade absurda de veias estufadas, elas pareciam pulsar e abraçar aquele membro preto gigante, sua grossura era tão descomunal que se assemelhava a um tronco de arvore, as veias pareciam bombar sangue por todo aquele tronco negro até a sua cabeça inchada, sua chapeleta era mais absurda ainda, sua cabeçona era rosada e parecia uma bola de sinuca de tão grande, ela brilhava pulsando naquele cacete preto enorme, latejava de tão duro.


Hoje tenho noção que o seu pênis se assemelha ao tamanho de um cavalo, nem os homens com ao pirocas maiores tinham todo o tamanho dele, seu pênis preto tinha 25 centimetros que se permaneciam totalmente eretos e pulsantes, sua grossura chamava ainda mais atenção, uns qause 10 centimetros, sendo que a cabeça brilhava de tão grande, aquela chapeleta de cavalo tinha quase dez centí­metros, em poucos filmes até hoje vi negros com cacetes tão anormais quanto o do Sr. Rui,

Com a a mão esquerda o ele penetrava meu cuzinho virgem um pouco mais rápido, eu já havia me acostumado com o tamanho daquele dedo atolado ate a metade, continuava atirar e a me foder com carinho, tirando a virgindade anal da porta do meu cu.


Continuei observando seu pênis anormal e vi que com a mão esquerda enquanto me bolinava com a outra, esfolou seu cipó imenso, inflando ainda mais sua cabeçona e exibindo suas veias ainda mais latejantes, segurou o talo de seu cacete e iniciou uma punheta so na base do seu pau preto, fazendo toda a extensão do seu ferro negro se inflar e jogar sangue pra sua chapeleta gigante, novamente me assustei, não consegui imaginar naquela minha idade jovem, como uma mulher poderia ter algo deste tamanho dentro dela, botei na minha cabeça que nunca aia deixar na minha vida algo assim entrar em mim.


Lembrei do piru do Vander, meu namoradinho do colégio, e até consegui imaginar alguma coisa, mas uma vara daquele tamanho, apenas uma égua ou um animal agí¼entariam, senti ele colocar um pouco mais rápido seu dedo e tirar quase todo, sem querer empurrei meu bumbum pra baixo e tirei todo seu indicador de dentro do meu rabinho, rapidamente e instintivamente, retornei o movimento pra trás e pressionei meu buraco lentamente sobre seu dedo, colocando 3 centimetros do dedo grosso dele todo dentro do meu anel, ele gritou e gemeu gostoso, começou a punhetar seu pau só que agora descaradamente, enquanto dedava meu buraco virgem com delicadeza.


O pervertido reparou que eu espiava seu pênis discretamente, falou: - ta vendo o que você fez comigo menina? Olha como você me deixou ta vendo? Nossa você e muito bonita, já e quase uma mulher, sabia? Você me deixou com muito tesão... já viu um piru assim? - Nessa hora eu morri de vergonha, não sabia se respondia, se mandava parar, ou se continuava.. não queria fazer papel de garotinha mimada e respondi: - Só o do meu namorado, mas assim grande não... é muito grande Sr. Rui, - ele pareceu gostar da minha resposta e esfolou todos os seus 25x8 com forca, exibiu toda sua grossura anormal segurando o talo de seu cacete preto, fazendo suas veias delinearem o corpo imenso daquele membro assim inflando aquela cabeça.


Abaixei meu rosto sem graça, novamente ele tirou o dedo bem devagarinho, sentindo as parades do meu anus apertar seu dedo grosso e preto, viu meu anel se trancar todo e tornou a enfiar devagar atolando até a metade, eu nessa hora apertei ainda mais o meu cu e levantei um pouco meu bumbum, observando novamente com o rosto repousado, toda a grossura daquele ferro ao meu lado.

*Publicado por CamillaDuda no site climaxcontoseroticos.com em 01/04/16.


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