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"PATRÍCIA": A Transsexual


autor: RayGomes
publicado em: 11/10/17
categoria: outra
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4º CONTO: Ele é uma Mulher ou Ela é um Homem
(“He's A Woman or She's A Man”)
[Este conto foi baseado em fatos verídicos, os nomes das personagens foram adaptados para manter a discrição das partes envolvidas].
Vadiando por Carandiru (Rua Paulo Setúbal Nº 64).
“Patrícia” – Na Boca do Lixo.
Quinta-Feira, 25 de Agosto de 2016.

Passou se um bom tempo que já não gastava mais minha grana com sexo pago. Havia encontrado outro ‘entretenimento’ para o dinheiro suado – torrando o em caixas e mais caixas de cigarro... Sim, eu comecei a fumar tudo quanto é de cigarro de marca e cigarro ‘porcaria’ que encontrava em postos de combustível, banca de jornal e padarias... Meus dentes amarelaram de vez, fiquei como se diz com um “sorriso inglês”. Estava trabalhando agora na reforma e pintura de uma casa que seria alugada próxima ao número 374 da Estação de metrô Jardim São Paulo – Ayrton Senna na Rua Almirante Noronha. O proprietário era um senhor denominado Walter, um sujeito baixinho, de meia idade, barba rala e olhos claros (um cara meio antipático, porém camarada). Mais uma vez o trabalho ficaria a cargo do Sr. Sebastião, sendo que eu deveria auxiliá-lo. Duas semanas após o início da obra o Sr. Sebastião me adiantara um bom dinheiro. Dinheiro que agora estava começando a acumular em minha conta bancária. Eu te pergunto caro leitor – “o quê você faria se fosse um sujeito solteiro, sem namoradas, sem amigos e com uma boa bolada bancária?”. Acredito que sua resposta seria a mesma que a minha – “Cairia na PUTARIA!”. Foi o que eu fiz...
Matei aula na faculdade para dar uma ‘fodida’, porém desta vez eu estava procurando por algo diferente... Você, meu amigo leitor, já ouviu fala na modelo Thalita Zampirolli? Thalita é uma modelo que foi flagrada em companhia do ex-jogador Romário. Até aí tudo bem. Não fosse por um único detalhe: Thalita é uma transexual... Isto mesmo, uma mulher em um corpo de homem (ou vice-versa). Acontece que gostei da idéia de sair pra comer uma transexual... Não estou julgando ninguém pela sua opção sexual, da mesma forma não espero ser julgado por tomar tal atitude. Gosto muito de boceta! ...Mas já estava na hora de comer um cu! Não me importava que fosse cu de transexual... Era cu que eu queria comer naquela noite! ...E era cu que eu iria ‘foder’, não me importando com o (ou ‘a’) infeliz que fosse me ‘dar’! Como todo morador da Grande São Paulo, eu sabia muito bem encontrar o que procurava naquela noite... Bastava perambular a noite pela região de Carandiru, próximo ao metrô e já se fazia possível vislumbrar alguns dos espécimes “trans” de nossa amada São Paulo. Porém, foi na Rua Paulo Setúbal Nº 64 que encontrei um pouco de sossego para comer o cu de uma delas.
O local é deplorável, e de pouquíssima higiene, com banheiros embutidos no mesmo ambiente, bem ao lado da cama. Já chegando ao “estabelecimento” (que eu apelidei carinhosamente de “Boca de Lixo”) avistei de cara três “transsex’s” e senti um cheiro particular de “marijuana” pairando no ar – não sou contra o uso de maconha, ou contra pessoas que a fumem... Porém, sou consumidor assíduo de ‘tabaco e alcatrão’, chegando a fumar cerca de dez a onze cigarros da marca ‘Kent’ por dia, por isso respeitei a privacidade das “transsex’s” que estavam fazendo uso da “marijuana”. Tudo o que eu procurava era sexo de boa ou péssima qualidade. Uma das pivas parou de fumar e perguntou o que eu queria. Respondi – “Diversão...” – então ela me veio com outra pergunta – “Ativo ou Passivo?”. Respondi com um – “Sou Ativo!” – e cruzei os braços, esperando alguma reação ‘dela’. Imediatamente, essa ‘trans’ chamou por – “Patrícia”. “Patrícia” era uma outra Piva que se encontrava no local e pela expressão dos olhos dela, tudo indicava que ela queria dar o cu!
“Patrícia” usava botas de coturno pretas, vestia calça e jaqueta jeans finíssimas. Possuí a cabelo ruivo escuro cortado até a altura do pescoço e um minúsculo e discreto ‘piercing’ acima do nariz, do lado esquerdo. Fomos pro quarto. Como já disse, o quarto era uma lástima, mas eu não estava ali pra “curtir o local”, eu estava lá pra ‘foder e cair fora’! Ela passou as mãos em meu cabelo e acariciou o lóbulo de minha orelha. Abri o meu zíper e coloquei meu pênis pra fora! Ela desabotoou a parte superior de seu jeans e deixou a mostra seus fartos peitos – puro silicone claro, porém “peito é peito” e isso “Patrícia” tinha de sobra! Acaricie com a mão cheia seus fartos peitos e mamei na auréola de um de seus peitos enquanto “Patrícia” massageava meu pau com suas mãos. Ela se virou, abaixou parte da calça deixando à mostra sua bunda lisinha enquanto apoiava as duas mãos na parede. Tratei de encapar meu pênis e sem demora enfiei em seu ânus todo o meu cacete. Não tive dó! Bati em sua bela bunda até Lea ficar vermelha. Agarrei em sua cintura e fui metendo com mais força e intensidade até que as pernas de “Patrícia” bambearam. Ela então resolveu tirar minha camisinha e chupar o meu cacete, enquanto passava língua em minha glande ela ia acariciando meu escroto. Tirou meu pênis de sua boca e o introduziu e seus peitos fartos fazendo uma “espanhola”. Ao final da “espanhola”, os peitos de “Patrícia” se encontravam melados com o meu sêmen. “Acabou?” – perguntou ela. “Não! Eu quero mais!” – peguei “Patrícia” pela mão, fiz ela se levantar e virar novamente aquela bela bunda pra mim. Fui introduzindo meu pênis novamente em seu ânus, e com o intuito de sacanear ela, resolvi não usar camisinha! “Patrícia” não gostou, e quando virou seu belo rosto pra reclamar agarrei seu pescoço e dei lhe um beijo de língua em sua boca. “Patrícia” relutou, esperneou! Mas, a media em que eu ia fodendo seu cu e assediando sua boca com a minha língua ela foi cedendo e deixando se levar. Eu ‘comia’ ela de pé enquanto que suas mãos se agarravam em meu cabelo. Nossos rostos estavam colados um no outro, enquanto que nossa respiração ofegante possuía o mesmo ritmo. Por fim veio o arrepio em minha espinha, eu estava prestes a ejacular e, pra sacanear “Patrícia” fiz questão de ejacular dentro de seu belo ânus. “Patrícia” estremeceu e ‘bambeou’ as pernas. Tirou meu cacete de seu cu, agachou para masturbar meu pênis e chupar o resto de sêmen que havia. Acariciei seu rosto, da mesma forma que acariciaria uma “cadelinha no cio!”. Tirei da calça os R$ 20,00 correspondentes ao programa. E dei lhe mais R$ 10,00 dizendo um – “Eu estou satisfeito”. “Obrigada!” – ela respondeu.
Quando saia do estabelecimento uma da “transsex’s” deixou cair uma ‘bolsa branca’ ao chão. Imediatamente eu a pequei e entreguei em suas mãos. Ela me devolveu um olhar de gratidão, impressionada pelo meu gesto – cheguei a crer que elas não estavam acostumadas com um gesto de ‘gentileza’. “Patrícia” já se encontrava sentada em um pequeno banco de madeira, bem na frente do estabelecimento. Passei por ela, acariciei seu rosto de dei lhe um beijo em sua fronte. “Por hoje chega! Tudo quê eu quero é chegar em casa, tomar um banho e dormir...” – pensei comigo mesmo, sentindo o cansaço e a fadiga me atormentar. Naquele dia eu queria ‘comer’ um cu... E foi um cu que eu ‘jantei’ antes de ir pra casa me deitar!

CONSIDERAÇÕES FINAIS A “PATRÍCIA”:
“Tudo o que é ‘Bom’ dura pouco... Mas vale a pena se for BARATO!”



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