"Os mais excitantes contos eróticos"


Transando no quartinho de ferramentas


autor: Humberto
publicado em: 12/07/17
categoria: hetero
leituras: 1448
ver notas
Fonte: maior > menor


Olá a todos! O que passo a relatar, aconteceu realmente, quando ainda era namorado de minha atual esposa. Usarei o nome Humberto e o dela, Marli. Eu, na época, tinha 30 anos, e ela, 23. Ainda éramos namorados, e como eu já conhecia a família, sempre ia passar os finais de semana na casa deles. A gente brigou por besteiras de namorados, e ficamos um tempo sem se falar direito e por conseqüência, sem transar.Depois de muito conversarmos, ficamos de bem novamente, e o clima foi voltando normalmente a esquentar, entre nós! Até que num sábado a tarde, seus pais haviam saído para ir na vizinha do lado. E nós ficamos de tomar conta da bomba, que estava enchendo a caixa d’água do sítio. O disjuntor que desligava a bomba, ficava num quartinho de ferramentas. Em alguns minutos, a caixa encheu e fomos desligar a bomba. No caminho, como estávamos sozinhos, fomos nos agarrando, sarrando gostosamente e nos beijando muito. Ao entra no quartinho, desligamos a bomba e continuamos nosso amasso. Marli estava com uma blusinha de alça, sem sutiã e quando vi os biquinhos dos seios durinhos, enlouqueci! Baixei sua blusa, e comecei a chupar aqueles peitos deliciosos! A cada beijo e chupada, Marli gemia muito. Ela começou a alisar meu pau, por cima da bermuda. Nesse amasso, ela se vira de costas, e começa a esfregar a bunda gostosa em meu pau duro feito pedra. Não resisti e abaixei seu short, vendo sua bocetinha depiladinha e molhadinha, escondida pela calcinha. Fiquei louco! Afastei a calcinha e enquanto masturbava Marli que estava debruçada numa mesa, com short arriado e as pernas abertas, dava lambidas em sua boceta, aumentando mais ainda o tesão! Marli pede enlouquecidamente para ser penetrada e eu, já não resistindo e temendo o retorno de seus pais, a atendo e meto devagarzinho, até sentir sua bunda deliciosa em minha virilha. Começamos devagar e fomos aumentando o ritmo. Gemiamos, falávamos putarias até que o ritmo aumentou e em alguns minutos, Marli teve um gozo delicioso. Paramos um pouco, e recomeçamos até Marli gozar novamente junto comigo. Foi maravilhoso. Ela pedia pra eu enchê-la com minha porra quente, que ela adora receber na boceta. Ficamos uns poucos minutos, até nos darmos conta que a porta do quartinho havia ficado aberta, e que poderíamos ter sido flagrados a qualquer momento. Nos vestimos e voltamos pra casa. Uns 20 minutos depois, seus pais chegaram, sem desconfiar de nada!. Esse, foi um dos dias maravilhosos e inesquecíveis que tivemos!



ver comentários

Aviso:

Todos os comentários aqui exibidos são de inteira responsabilidade do comentarista. O site Clímax Contos Eróticos deixa claro nas suas normas que manifestações de pedofilia, racismo ou de qualquer outro teor ilícito serão banidas, assim como seus autores. Publicações ou comentários ofensivos aos demais membros poderão ser removidos.

Faça um comentário:



Sua nota para este texto:

Quero receber email sobre novos comentários.