"Os mais excitantes contos eróticos"


Renatinha, Minha Filha


autor: Manico
publicado em: 05/04/17
categoria: incesto
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O seu cabelo loiro escuro fazia curvas em caichos delicados, longo cabelo era aquele, lindo cabelo era aquele, ele pensava, enquanto tentava fazer alguma associação entre as curvas de seu cabelo e as curvas de seu magro corpo, de quarenta e seis quilos. Medindo um metro e cinquenta e três centímetros, ela era vinte centímetros mais baixa que ele. Na sua adolescência, ela estava vivendo seu décimo terceiro inverno em uma pequena cidade, produto de uma colônia alemã, no interior do Rio Grande do Sul. Os olhos verdes claros dela eram exatamente iguais aos de sua mãe, pensava ele, enquanto olhava pra ela com desejo. Ele via como sua pele pálida refletia sua personalidade: ela odiava ter que sair de casa. Via também o quão lindo era seu rosto, o quão perfeito eram aqueles traços, o quanto aqueles lábios o despertavam uma vontade que ele abominava. Ele se abominava.

Mas, mesmo achando seus desejos mórbidos, lá estava ele, um homem de trinta e seis anos que cumpria seu papel de pai viúvo, espiando através da brecha da porta sua própria filha, enquanto ela organizava algumas de suas roupas em uma manhã de sábado fria no inverno gaúcho. Ela vestia nada além de pantufas rosas e um grosso roupão de banho branco, seu cabelo molhado aguardava o secador com difusor, já ligado na tomada, e tudo ali fazia parte de sua rotina matinal de todo os finais de semana frios. Ela havia levantado uma hora e meia atrás, foi ao banheiro, tomou um modesto café da manhã feito pelo seu pai, junto dele, na mesa, e seguiu para o chuveiro, onde ficou por um longo período, lavando não só seu exuberante corpo mas também seu magnífico cabelo. Com uma toalha, secou seu corpo, colocou o seu roupão e suas pantufas, ficando assim confortável como gosta de ficar. E, por fim, foi ao seu quarto, organizar o que precisava ser organizado e em seguida secar seu cabelo, para que ela pudesse, atingir seu objetivo máximo nos seus tão amados finais de semana frios: ficar completamente nua e se cobrir com seus pesados e confortáveis cobertores na sua macia cama, para que a televisão em sua parede lhe entretivesse com o gigante catálogo que a Netflix possuía.

E era por isso que ele lá estava. Ele já conhecia, de outras ocasiões de espionagem, a rotina de sua filha. E desde que ele soube que podia ver sua filha completamente nua por pelo menos alguns segundos, antes que ela se cobrisse, ele nunca mais perdeu a oportunidade de ter imagens daquele corpo jovem gravadas em sua mente, para que toda vez que ele fosse se tocar, tivesse ela, sua filha, para sua imaginação. Ele realmente se odiava por aquilo, se sentia sujo. Mas, ao mesmo tempo, não resistia, quando sua mente tentava imaginar perfeição, imaginava sua filha. Ele a amava, em todos os sentidos da palavra.

Ele já sentia um volume em sua calça, apenas de imaginar o corpo que ela possuía embaixo daquele roupão. E volume, ela possuía na traseira do roupão, sua bunda, tal qual a de sua mãe, era empinadinha, rígida, e levemente grande, para uma menina daquela idade. Aquela bunda era a kriptonita de seu pai. Quando ele tentava parar de pensar nela daquela forma, a memória daquelas nádegas tão deliciosas o atingia, o fazendo mudar de ideia. Ele via ela, agora, arrumando seus pequenos sutiãs na gaveta, e lembrou de como viu aqueles seios no último final de semana. Eram pequenos seios, nada mais que uma pequena elevação, tanto que a única razão dela já usar aqueles pequenos sutiãs era a de que ela não queria ser a única entre suas amigas a não usar.

Perdido nos seus pensamentos sobre seu corpo, ele não viu o tempo passar, e quando percebeu, ela já estava com seu cabelo seco, e iria fazer aquilo pelo que ele veio ver. Ela, ainda de pé, com as duas mãos desatou o nó que a corda de tecido que segurava roupão fazia, e então, abriu-se o parcialmente o roupão, e ele pode ver os pequenos seios dela, seus fofos mamilos, de um tom rosa claro, descendo, viu sua pequena bucetinha, ali, de frente, sem nenhum pelo pubiano, não porque ela depilava, mas por que nem um se quer havia ainda crescido. Aquela visão fez seu membro pulsar e seu corpo tremer, e com um pequeno movimento involuntário de seu pé, a madeira do piso rangeu. Foi um rangido alto.

Ele, ainda atônito, não entendeu o que estava acontecendo, apenas arregalou os olhos em um susto quando viu sua filha olhar para a porta de seu quarto, bem na brecha, diretamente no olho dele, e dizer enquanto fechava o roupão novamente: "Pai? É tu aí?" Em um tom de dúvida.

O susto que ele tomou foi tão grande que ele se desequilibrou, acidentalmente caindo sobre a porta, fazendo a mesma bater contra a parede, enquanto ele caiu de joelhos dentro do quarto de sua filha, a fazendo, também, tomar um susto. Como ele caiu de joelhos, seu membro fez um movimento entre suas calças e sua cueca que o tornou ainda mais evidente, assim, no meio das pernas daquele pai, ali, de joelhos no chão, estava um grande volume. O rosto dele imediatamente se tornou vermelho como um tomate, e ele se via numa situação impossível.

Pai e filha olhavam-se em choque.

E então, depois de alguns segundos de um constrangedor silêncio, vêm a mente dele a realização de que estava na hora de botar as cartas na mesa, não havia lugar para ir a partir daquilo ali. E ele disse, em alguns momentos gaguejando pelo constrangimento que aquilo lhe trazia: "Mi-minha filha... Eu vou ser honesto, como sempre fui, contigo. Eu estava te espionando..." O rosto da menina ficou levemente vermelho ao que ela imaginava ser vista nua, e seu pai continuou "E... Eu acho que você tem idade e conhecimento para saber o que... O que é isso... Aqui, nas minhas calças." Ele engoliu seco antes de continuar, agora, desabafando para sua menina: "É que... Desde que perdemos sua mãe, eu estou sozinho, e sei que jamais encontrarei alguém como ela... Mas você... Você pra mim é a perfeição. Eu te amo como pai, mas... Mas eu também tenho meus desejos de adulto, de homem, e como você para mim é perfeição, eu também te vejo de uma... De uma forma diferente..." Ele terminou, fechando aquele momento constrangedor.

"Pai..." Ela iniciou, com o rosto deixando de ficar vermelho, num tom compreensivo. "Eu... aaah..." Ela parecia estar procurando palavras "Eu entendo, pai, eu entendo." Aquelas palavras de compreensão definitivamente não estavam sendo esperadas por ele, que até se assustou, ao ver que ela nem parecia envergonhada, ele também deixou de ficar vermelho. "Entende?" Ele perguntou, um tanto confuso com o que ela disse. "Sim, eu entendo, não é como se eu tivesse descoberto isso agora... Eu... Eu vi você cheirando uma de minhas calcinhas usadas enquanto se... Enquanto você... Sabe... Se tocava. Lá na lavanderia, umas semanas atrás." De alguma forma, as palavras compreensivas que ela havia dito anteriormente o deixaram sem nenhuma vergonha, mesmo ouvindo aquilo.

E ele respondeu: "É, eu fiz isso e outras coisas também." Ela olhou para seu pai com uma espécie de afeição ao dizer: "E eu sei que você tem estado muito sozinho desde que mãe foi embora. Sempre te vi triste. E sempre quis saber como te ajudar." Ele olhou para ela em dúvida, sem saber para onde aquilo ia, e ela continuou: "Mas agora eu sei como te ajudar. Quer dizer, eu não sei bem, por que nunca fiz isso antes." Ele estava confuso com o que sua filha estava dizendo, e perguntou: "Mas, espera, como assim me ajudar?" E ela, sem responder diretamente sua pergunta, disse: "É que eu sempre quis que minha primeira vez fosse especial, e além do mais, você seria um excelente professor." Ela suspirou, deu um pequeno sorriso, olhou para seu pai com ternura, e desamarrando o roupão disse: "Eu quero que minha primeira vez seja com você, papai." E então, deixou o roupão cair no chão, revelando seu corpo nu.

Por um breve instante, ele ficou sem saber o que fazer, e então, seus instintos de homem falaram mais alto que qualquer palavra poderia. Seu membro pulsou dentro da calça enquanto ele levantava, ele rapidamente tirou seu cinto, puxou com força seu moletom, quase o rasgando, o jogou longe, e em seguida tirou a camisa, revelando o peitoral levemente peludo. Em rápidos passos, ele se aproximou de Renatinha, sua filha, se inclinou, colocou as mãos entre seus cabelos, e a beijou, um beijo longo e apaixonado, entre um pai e sua filha.

Então, ela disse "Pai, tá muito frio, vamos pra de baixo das cobertas por favor." E assim eles fizeram, indo para debaixo das várias cobertas naquele frio. Ele, ali em cima dela, vendo seu corpo exuberante agora não apenas como sua filha, mas como sua amante. Tirando suas calças, sua filha disse: "Nossa, como é grande." Aquele pau era grosso, com as veias pulsantes, e duro como rocha, afinal, aquele home estava realizando sua fantasia.

E então ele se viu naquele momento. Estavam os dois ali, ela ofegante com o delicioso beijo que eles acabaram de dar. E ele, com seu membro na mão, pronto para fazer aquilo que a sua filha havia pedido: tirar a virgindade dela.

"Pai, pode fazer, lembra, eu quero isso, eu quero você. Só, por favor, seja gentil, eu não quero sentir muita dor." Aquela voz doce o fazia delirar. "Por favor, abra suas pernas, minha filhinha" e assim ela fez. Ele viu a bucetinha dela, completamente sem pelos, apertadinha, de lábios gordinhos, e viu também que ela estava um pouco molhadinha, ela realmente queria aquilo. "Eu vou ir com calma" Ele disse, olhando nos olhos dela, e cuspindo na cabeça de seu pau, antes de botar a cabeça do mesmo na bucetinha de sua filha, lentamente, empurrando para dentro. Ela gemia, um gemido agudo, contínuo que aumentava conforme ele procedia, mas ela era específica "Por favor, não para, papai, não para." E então, estava lá, todo o pau do papai dentro de sua filhinha.

Ela, ofegante, só conseguia gemer. Ele, por sua vez, voltou como pau, e viu uma leve mancha de sangue, devido ao hímen que ele havia rompido. E então, ele começou a foder sua própria filha, rápido e forte, ignorando o pedido dela de ser gentil, não que ela não estivesse gostando: "Isso! Isso! Isso papai! Fode a bucetinha de sua filha! FODE! AH! ISSO! ME FODE GOSTOSO PAPAI!"

E, sem aguentar muito tempo, ele goza, enchendo a bucetinha daquela menininha, sua filha, de porra quente. Fazendo seu leitinho escorrer pela bunda gostosa de sua filha, e a fazendo gemer alto.



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