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Comendo a amiga bêbada: mulher tbm trai


autor: Historiador
publicado em: 20/08/16
categoria: traição
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Fonte: maior > menor


Esta história conta sobre quando fudi minha colega de trabalho Carol. Carol era uma morena bronzeada, de 1.65 mais ou menos, cabelos longos e castanhos e um corpo bem chamativo, destaque para os peitos... nossa! Enormes para o porte que ela tem, e bem firmes. 20 anos.

Rapidamente pegamos amizade e uma certa intimidade que perpassava uma amizade comum entre homem e mulher, o que nos permitia contar e mostrar quase tudo um para o outro, inclusive em relação a sexo. Como gostava muito de praia e ia bastante, sempre mostrava as marcas do bronze que ficavam no corpo dela, descendo até a calça a um certo ponto pra eu ver como ficava marcado na bunda e acima da bucetinha, que eu sabia que era bem carnuda pelas vezes que a vi de biquíni.

Por outro lado, ela sempre desabafava, também, sobre o relacionamento complicado que vivia com o noivo, que era militar. Reclamava da falta de demonstrações de sentimento dele, e da distância que muitas vezes tinham que passar distantes um do outro. Eu, me aproveitando bastante, aconselhava ela, abraçava-a pondo ela no colo, deixava-a em casa sempre falando que se ela deixasse ajudava de outras formas naquela deprê. Via que ela ficava tentada, mas com muito medo.

Mas indo à história de fato ...

Acordei de madrugada com um telefonema, era ela. Atendi e de início não entendi nada do que ela estava falando. Mandei ela se acalmar e tentar falar devagar, mas ela não conseguia, entendi que ela estava passando mal e em uma festa, pois tocava muito alto uma música eletrônica [party rock anthem]. Já despertei e me vesti, e nada dela tentar falar algo de novo, quando alguém finalmente falou "Oi! Sua amiga tá passando muito mal aqui na boate, bebeu muito. Vem buscar ela pelo amor de deus." "Onde é a boate?" "Perto do Hotel Marina, Boate Beijo".
Hotel Marina era onde trabalhávamos, então peguei a moto e fui rapidamente até lá. Quando cheguei, logo a vi na frente deitada com uma mulher extremamente bonita também. Me aproximei das duas e vi que a outra mulher era uma travesti, que logo me acenou dizendo nervosa "gato, eu que te liguei, sua namorada ou amiga, não sei o que ela é sua, passou mal lá dentro e desmaiou."
Juntos tentamos reanimá-la e quando ela demonstrou alguns sinais logo dispensei a travesti que a tinha ajudado. Trocamos nossos números e ela pediu pra falar do estado da Carol depois, e voltou pra festa.

Carol explicou que saiu e tomou aquele porre porque brigou feio com o namorado, e pediu pra ir pra minha casa e dormir lá. Fomos na moto, ela quase caindo às vezes, muito tonta, mas chegamos lá. Trouxe ela nos braços e botei na cama, quando desmaiou mais uma vez.

Ajeitei ela na cama e tive que tirar a roupa dela que tava muito suja, a deixando só de sutiã (estava pra minha surpresa sem calcinha). Fiquei louco ao ver aquela buceta descoberta e bem lisinha. Acho que ela foi à festa pra trair o namorado, mas não tive muito tempo pra julgar, ela começou a fazer xixi na cama e tive que leva-lá ao chuveiro mesmo desacordada. Decidi banha-la. Me abracei com ela, abri o chuveiro, e comecei a molhar e depois ensaboar aquele corpo todo, enquanto ela lentamente recuperava os sentidos. NÃO AGUENTEI MAIS: comecei a passar a língua nos bicos daqueles seios enormes, e dei uma boa pegada na buceta que molhava cada vez mais minha mão de mel a medida que ela despertava mais.

Quando acordou e viu o que eu estava fazendo, não ofereceu resistência. Pelo contrário, gemeu de prazer e tentou chupar meu pescoço, o que me deixou louco.
Já enxutos de tanto tempo que passamos nos curtindo no banheiro, levei ela pra cama e a deitei de forma a nos chupar os ao mesmo tempo. Que boca gostosa ela tinha! Mamava a cabeça do pau muito gostoso e tentava engolir mais da metade da rôla de uma vez só. Dizia que era muito gostosa aquela pica na boca dela e logo queria ser comida por mim. Eu também lambia muito aquela buceta, fazendo ela se melar toda comigo mexendo no grelindo pequeno daquele bucetão, enquanto também massageava o cuzinho por fora com o dedo e enfiava e tirava pra ela se acostumar.

De repente ela parou de me chupar e só gritou alto mandando eu não parar de chupar o clitóris dela, quando gozou na minha boca fazendo um escândalo. Lembro que ela dizia que o namorado não fazia oral dela, então ela devia tá muito louca naquele momento.
Então ela saiu de cima de mim e deitou de barriga pra cima na cama. Vendo aquela buceta toda melada de gozo. Fui pra cima dela, arreganhei as pernas e meti meu pau fundo naquela buceta, ela fez uma cara de dor e prazer porque a buceta dela era bem apertada. Socava forte e ela gemia no meu ouvido dizendo que queria mais e tava amando levar tanta vara... "ai safado!! Vai! Isso. Mete tudo, Vai. Se me fizer gozar te dou meu cuzinho mais apertadinho qu minha buceta pra você comer.!"
Dava muito tesão ver ela naquele estado, tonta da bebida, e pedindo por mais e mais rôla. Então metia, metia, metia... "tô quase gozando, ai gostoso, me põe de quatro"

Fiz isso, coloquei ela de quatro e continuei socando até que ela gozou pela vagina. Ela nem saiu da posição, pegou o mel da buceta gozada e passou no cuzinho metendo dois dedos dentro com muita dificuldade até alargar um pouco o buraquinho. Fiquei louco de tesão! Comecei a enfiar a cabecinha quando ela tirou os dedos e vi que o telefone dela começou a tocar... ela não saiu da posição, mas atendeu, era o namorado... "Oi Henrique. Eu tava dormindo..." "...Não quero falar com você agora..." "amanhã a gente conversa, só queria ficar sozinha agora por favor..." "... Tchau. Também te amo"
Que safada, levando rôla no cu e sendo tão atriz assim com o namorado. Ela me olhou de costas, fazendo cara de putinha tomando no cu, dizendo que pra não meter tudo. Mas enfiava cada vez mais naquele cu de bêbada que dessa vez teve dono... Com muitas socadas no cu gritava "goza vai cachorro ! Come tua amiguinha! "
Então tirei do cu e jorrei todo na cara daquela putinha.

Dormimos e na manhã seguinte fudemos de novo com ela de ressaca antes dela voltar pro noivo.



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