"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio III


autor: Publicitario45
publicado em: 10/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


No sábado a noite Mariana voltou e para quem não sabe quem ela é, por favor leiam os contos I e II para entender melhor o caso. Quando abri a porta eu já sabia que era ela, e ela estava linda.

Usava um vestido preto, feito de um tecido bem fino e solto que parecia que iria subir a qualquer momento. Usava um par de botas até os joelhos que a deixavam extremamente sexy. Na boca um batom escuro, quase preto e uma maquiagem pesada, bem ao seu estilo roqueira. Os cabelos estava ainda mais cacheados e o perfume era inebriante.

Um selinho e um delicioso abraço e nada mais.

- Senti saudades.
- Mas você saiu daqui as 12h.
- Mesmo assim safado.
- Porque você me chama de safado?
- Porque você pediu pra não te chamar de tio, lembra.

Dei uma risada e perguntei onde ela iria toda linda daquele jeito. Ela respondeu prontamente que iria passar a noite num motel. Eu ri, disse que ela era de menor e mais uma vez ela me surpreendeu.

- Completo 18 anos depois de meia noite. E é você quem vai me levar pela primeira vez num motel. Se arruma, vou ficar aqui na sala assistindo algo na TV.

Nem discuti. Mariana é uma menina que sabe bem o que quer. É decidida, tem opinião forte e estava mais linda do que nunca. Então tratei de tomar um banho, coloquei uma calça Jeans, uma camisa branca de botão dobrada até a metade, um sapatênis e umas borrifadas de One Million em algumas partes do corpo.

Quando cheguei na sala ela sorriu e disse que eu era muito charmoso. Achei graça do comentários e fomos pra garagem.

Já no caminho Mariana me disse que sempre gostou de homens mais velhos. Já tinha transado com o melhor amigo do pai dela quando tinha 15 anos e foi com ele que ela perdeu a virgindade.

Eles transaram durante um ano, com ele ela aprendeu muita coisa e que por sentir esta atração por homens mais velhos ela nunca namorou com os meninos a idade do meu filho a quem ela jura ser apenas amiga.

Seguimos então para o motel que fica na Serra, o famoso Status Motel, antes porém Mariana tratou de me provoca durante todo o percursos, inclusive fazendo um delicioso boquete enquanto estávamos no transito.

Já passava de meia noite quando entramos no motel, neste caso, ela já tinha acabado de completar seus 18 anos. Entramos na garagem e eu fui cumprimenta-la e ganhei um caloro beijo.

- O presente te dou depois.
- Não, o presente você vai dar agora.

Mariana pegou minha mão e levou até a sua boceta. Estava sem calcinha. Então ela se encostou no capô do carro, abriu as pernas e ordenou que eu a chupasse.

Me ajoelhei e cai de boca na xaninha. percebi que ela tinha passado ali algumas gotinhas do seu delicioso perfume, o cheiro de menina no cio com perfume era maravilhoso e eu chupei até que ela gozasse na minha boca.

Depois disso, entramos e ela me confessou que sempre quis fazer aquilo. Na verdade era a sua estreia em motel e para comemorar o aniversário dela, nada melhor que champanhe.

Enquanto eu ligava pra recepção Mariana tratou de ligar o som, abriu uma lata de cerveja e começou a dançar. Ela estava linda, feliz, irradiante e com cara de quem queria e iria aprontar muito naquela noite.

Dançou, fez cara de puta, tirou sua roupa e eu pedi que ela ficasse apenas com as botas cano alto. Ela riu e veio caminhando lentamente pro meu lado. Ai a campainha tocou, o garçom havia deixado o balde com duas garrafas de champanhe na mesa. Ela buscou e pediu que eu abrisse.

A rolha estourou, servimos as taças brindamos e começamos o que seria a nossa comemoração.

Nossas bocas se grudaram. Um beijo quente, longo, sem pressa. Mariana voltou a dançar enquanto eu fui me livrando das minhas roupas.

- Tira tudo safado.

Fiquei nu em sua frente e ela veio com a taça de champanhe gelada e derramou no meu peito, o liquido deslizou até o meu pau e ela foi no rastro usando apenas a boca e a língua. Uma mordida me causou dor e tesão e para castiga-la eu a puxei pelos cabelos, coloquei ela ajoelhada e comecei a bater com meu pau na sua cara.

- Isso é pra você não morder mais meu pau.
- Bate cachorro, bate na cara da sua ninfeta putinha bate.

Bati novamente ela ria como uma vagabundinha.

- Bate com a mão, mostra que você manda e eu obedeço.

Inicialmente recuei, não curto essa coisa de bater na cara de quem quer que seja, mas ela insistiu e eu dei um tapa. Ela pediu mais e mais forte. Dei outro e ela deu uma risada.

- Meu presente é esse. Me trata como uma vadia de beira de estrada.

Daí eu pensei: ela só tem 18 anos. E Mariana continuou pedindo mais.

Então, levei ela puxando pelos cabelos até uma cadeira erótica.

Mariana foi engatinhando como se fosse uma cadela. Mandei ela se posicionar na cadeira de bunda pra cima, peguei as fitas e fui amarrando seus braços e pernas.

Pronto! Mariana estava de quatro e totalmente imobilizada. Da forma que ela estava presa eu poderia fazer com ela o que eu quisesse que ela não teria como reagir. Então, era hora do show.

Servi mais uma taça e lhe ofereci um gole, ela aceitou e eu a beijei derramando em sua boca o que estava na minha. Ela riu e disse que era covardia. Depois peguei a garrafa de champanhe gelada e deslizei pelas suas costas.

O contato gelado fez com que seu corpo arrepiasse e ela gemesse me xingando de cachorro. Continue a provocação desta vez com uma bala de Halls Preto, técnica infalível. Com a bala na boca comecei a chupar sua boceta por trás, na medida que a bala foi fazendo efeito Mariana foi se soltando, gemendo, gritando em alguns momentos. Pedia mais, pedia para ser penetrada logo mas eu ainda não estava nem na metade.

Depois troquei a bala por uma pedra de gelo e ao tocar os lábios gelados em sua boceta e começa-la a chupar Mariana gozou, gozou intensamente, sua boceta pingava e eu sugava todo seu gozo. Depois de beber seu gozo molhei meu pau com mais champanhe.

Fiquei de frente pra ela e mandei que ela chupasse meu pau. Ela obedeceu e eu a segurei pelos cabelos e comecei a foder a sua boca.

Mariana engasgava e eu diminuía o ritmo aumentando em seguida. Tirava o pau da sua boca e cai de boca no seu cuzinho, chupava lhe levando a outro orgasmo enquanto meus dedos lhe fodiam o rabo.

- Por favor, me come logo.
- Pede de novo e mais alto.
- Me come tio...

Percebi que Mariana queria me desafiar. Me posicionei atrás dela e meti no cuzinho, soquei o pau de uma vez só e ela gritou e xingou, comecei a estocar e cada vez mais rápido. Tirei o pau do seu rabinho e meti na boceta, melada e quente como sempre. Novamente estoquei num ritmo acelerado e ela gritou dizendo que ia gozar.

Mariana pediu que eu a soltasse, disse que não e continuei a come-la alternando entre a xaninha e o rabinho. A menina tinha uma facilidade incrível em gozar, deve ser hormônio e eu estava adorando cada espasmo do seu corpo.

Depois de um tempo eu ainda não havia gozado. Soltei suas pernas, seus braços e Mariana se jogou na cama.

- Nossa, amanha vou estar toda ardida. Marquei praia com as meninas e aquela agua salgada vai me matar.

Eu apenas ri e ela resolveu se vingar. Pulou em cima de mim e sentou na minha boca. Se esfregou, rebolou, gozou deixando minha cara toda melada. Depois saiu e se colocou a me beijar, parecia querer sentir seu próprio gozo. Pedi que ela sentasse no meu pau e ela sentou mas de costas pra mim. A visão do meu pau entrando e saindo era incrível.

Ela subia e descia, fazia movimentos circulares, quicava no meu pau e eu disse pra ela sair que eu iria gozar. Estávamos sem camisinha. Ela acelerou o movimento e gozou junto comigo e deixou seu corpo arriar sobre o meu. Esta foi a segunda vez que gozamos juntos sem preservativo.

Depois que gozamos ficamos deitado. Mariana deitou sobre meu peito e ficamos ali, recuperando o folego

- Estou com fome.
- Voces jovens estão sempre com fome.
- O que vamos comer?
- Hamburguer.
- Sério?
- Sim.

Então, pedimos dois hamburguers para saciar a nossa fome. Para beber outra garrafa de champanhe e eu sei que a combinação é horrível.

Depois que comemos voltamos a deitar e Mariana caiu no sono. Eu fiquei observando seu corpo, seu rosto de anjinho e imaginando como ela se transforma na cama. Acabei tomando o resto da champanhe e dormi do seu lado.

Lá pelas 4h da manhã, senti um calor tocando meu corpo, mais precisamente meu pau ao abrir os olhos Mariana estava me dando de presente um delicioso boquete e acabamos transando de novo.

Pela manhã acordamos com o celular dela tocando, era as amigas dizendo que já estavam na praia. Mariana então se levantou, tomou um banho e saiu de dentro do banheiro de biquíni e saída de praia.

Entramos no carro e eu a deixei perto do local combinado, mas antes combinamos de nos encontrar no dia seguinte.





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