"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Não me chama de tio - II


autor: Publicitario45
publicado em: 10/08/16
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Na manhã de sábado acordei bem cedo e do meu lado a mais bela visão. Uma ninfeta de 17 anos, nua, dormindo de bundinha pra cima num sono profundo.

Eu e Mariana, a amiga do meu filho, havíamos passado a noite juntos e o dia prometia ser muito melhor se meu filho fosse realmente passar o final de semana fora.

O quarto ainda estava escuro, as cortinas estavam fechadas e um raro facho de luz solar passava entre as frestas.

Me levantei e fui escovar os dentes e depois fui pra cozinha. Eu estava verde de fome e fiz um café. De repente resolvi dar um tratamento VIP para a minha ninfeta e levei uma bandeja contendo café preto, mamão, suco, queijo e pão.

Coloquei a bandeja no criado e com a ponta dos dedos fui tocando levemente em sua pele jovem. Mariana se remexeu, virou a abriu levemente as pernas. sua boceta ainda estava vermelha, um rastro de porra escorria de dentro do seu cuzinho que eu havia comido umas duas vezes na noite anterior.

Toquei de leve em seu grelo e ela se abriu, percebi que ela estava acordando e continuei massageando seu grelo, o mel começou a escorrer de dentro da sua gruta e ela despertou com os meus dedos entrando e saindo de dentro da sua xaninha.

- Bom dia tarado!
- Bom dia safada!
- Voce costuma abusar de quem está dormindo é?
- As vezes, mas nem sempre trago café aqui na cama.

Mariana olhou pro lado, viu a bandeja e levantou-se rapidamente pulando no meu colo e me enchendo de beijos. Logo meu pau endureceu mas eu disse que teríamos que tomar café, pois estava quase desmaiando de fome.

Paramos a safadeza e fomos tomar o nosso café da manha. Foi então que meu celular tocou, era meu filho dizendo que não retornaria naquele sábado e só chegaria em casa no final do domingo.
Ao ouvir isso, Mariana sorriu, abriu as pernas e me olhou com cara de putinha.

Não resisti e cai de boca, sua boceta estava inchada, vermelha mas já estava molhadinha de novo. Comecei a chupa-la e ela girou o corpo para iniciarmos um delicioso sessenta e nove. Sua boca gulosa engolia meu pau inteiro, sua língua atrevida explorava da cabeça ao saco com uma agilidade incrível.

Enquanto eu chupava sua boceta meus dedos entravam e saiam do seu sexo, Mariana gemia, as vezes parava de chupar meu pau e mordia minhas pernas, foi nesse ritmo até gozar.

Quando seu corpo parou de dar ondas de choque, ela pediu pra sentar na minha rola e sentou.

O pau deslizou lá pra dentro, sua boceta era incrivelmente apertada, minhas mãos inquietas apertavam os seios, batiam na sua bunda, massageava o cuzinho e ela seguia quicando na minha vara. Quando eu disse que iria gozar, Mariana saiu rapidamente e caiu de novo de boca na minha pica e começou um boquete frenético, fazendo pressão na cabeça do meu pau até que eu gozei.

A menina de apenas 17 aninhos não deixou escorrer uma gota de porra sequer e depois que engoliu até a ultima gota, fez questão de me beijar a boca como se quisesse dividir comigo o meu próprio gozo.

- Preciso de um banho, estou toda suada, melada, gozada... vem comigo?
- É claro, vou perder a chance de te dar banho? Nunca!

Entramos no banho e ligamos a ducha na agua quente. Rapidamente o banheiro ficou embaçado com a fumaça. Então peguei um sabonete gel, derramei sobre uma bucha e comecei a literalmente a dar banho em Mariana. Lavei seus pés, subi pelas suas pernas sempre esfregando e fazendo bastante espuma. Mariana riu e achou graça e eu continuei, lavei calmamente entre sua bunda e ela suspirou, dei uma boa ensaboada no seu grelo e lavei com cuidado e ela se segurou em mim, subi a bucha até os seios e lavei cada um deles, depois desci pelas suas costas fazendo exatamente os mesmos movimentos.

Depois que ela se livrou da espuma eu peguei um vidro de óleo de amêndoa e joguei na palma da mão em grande quantidade. Desliguei o chuveiro e comecei a espalhar o óleo em cada centímetro do seu corpo, massageei os seios, as costas, sua bunda e por trás entre suas pernas lambuzei seu grelinho com óleo.

Mariana se contorcia, abriu as pernas e deixou meus dedos lambuzados de óleo penetrarem em sua grutinha mais uma vez. Com as mãos ela apoiou-se na parede e empinou o rabinho deixando o caminho livre para os meus movimentos.

- Porque você não para de me torturar e me come logo de uma vez.
- Não quero te comer, quero fazer isso.
- Não to aguentando, mete logo essa pica em mim.

Mariana deu um passo pra trás e com uma das mãos derramou óleo no meu pau, depois espalhou e se virou de novo já se ajeitando para ser comida de novo. Meu pau escorregou dentro dela, as estocadas já começaram em ritmo alto, ela gemia mais alto e me chamava de todo quanto era nome. Eu retribui chamando de puta, vadia, vagabunda pra baixo e nessa loucura toda gozamos juntos e desta vez sem me dar conta eu gozei dentro.

Ficamos quietos alguns minutos, recuperamos a energia e fomos nos enxugar.

-Me desculpe, gozei dentro, você toma remédio?
- Sim, relaxa. Só meus pais que não podem saber disso, ok?
- Na próxima vez vamos usar camisinha.
- Vai ter a próxima vez.
- Vai safado. Eu vou na minha casa, dou uma desculpa e volto pra dormir com você.

A noite seguinte foi animada. Para não corrermos riscos com a chegada do meu filho passamos a noite fora, mas isso eu conto amanha.






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