"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Encontrando a amiga do colégi


autor: Acre
publicado em: 18/12/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Era uma manhã de sábado. Eu tinha ido à praia dar uma volta, quando de repente avisto deitada na areia uma menina magrinha, de bruços, e com o corpo todo molhado. Fui mais perto dar uma olhada naquela menina, e notei que eu a conhecia. Era Ana, uma amiga antiga do colégio. Assim que ela me nota e me reconhece, levanta da areia, dá um sorriso tão simpático quanto safado, e me dá um abraço. Então eu falo:
-E aí Ana, tudo bem? – Digo enquanto dou uma checada por todo o seu corpo magro e bem equilibrado
-E aí! Bem, e você? Quanto tempo, hein? – Ela responde, com seu sorriso malicioso
-Sim, não nos vemos desde a época do colégio.
Conversa vai, conversa vem, ela me convida para ir à noite no apartamento em que ela mora, tomar um vinho, e jogar conversa fora. Na hora topo, e vou me despedir dela, e ela me dá um abraço apertado e um beijinho malicioso no pescoço, seguido de um cheiro bem forte no cangote.
De noite, chego ao seu apartamento, e ela me atende, vestindo uma sainha preta, uma blusinha que acaba antes do umbigo, e cheirando a um perfume forte e sensual. Assim que entro, percebo que não tem ninguém em casa.
-Então, tá só a gente aqui? – Perguntei, já desconfiado
-Sim, pra ficarmos mais confortáveis – Ela responde, com um sorrisinho no canto da boca e um olhar bem malicioso.
Ela me chama para sentar no sofá, enquanto trás as taças de vinho para bebermos. O tempo vai passando, e nós seguimos conversando e bebendo, até que ela põe uma música, e começamos a dançar. Ela adora dançar, e dança de um jeito muito sensual. Enquanto dançamos, pergunto se ela está solteira. Ela me responde dizendo que está solteira há seis meses, e que não transa há quatro. A dança vai esquentando, e então eu a agarro pela cintura, deixo seu corpo colado com o meu, e lhe dou um beijo com vigor, contorno com a mão o seu corpo, passando pela bunda, chegando até as coxas. Então eu seguro suas duas coxas e a puxo para o sofá, onde continuamos a nos beijar intensamente, com ela sentada no meu colo, já roçando sua buceta no meu pau pela calça. Ela então levanta e desliga a música, e agarra minha mão, me puxando para seu quarto. Continuamos com os amassos, cada vez mais quentes, e jogo ela na parede, continuando a beijá-la. Enquanto ela segura meus cabelos, começo a descer pelo seu corpo com minha boca, passando pelo pescoço, até entre seus seios. Eu tiro sua blusinha e sua saia, e ela tira minha blusa, e me joga na cama, já tirando minha calça. Já usando apenas calcinha e sutiã, ela monta em mim, e me lança aquele sorriso malicioso, junto de um olhar mortal, que me fazem ir à loucura. E então ela começa a me beijar, e vai descendo pelo corpo até chegar na minha cueca, e tira meu pau para fora, batendo uma leve punheta e chupando. Ela passa a língua na cabeça do meu pau, começa a lamber ele, vai com a boca até a base do pau, tira meu pau da boca e novamente lança aquele sorriso safado. Eu pego em seu cabelo, e a empurro novamente contra meu pau, e ela rapidamente abocanha novamente, dessa vez chupando mais profundamente, tentando colocá-lo inteiro na boca. De primeira ela engasga e começa a lacrimejar, mas logo ela me olha, dá outro sorriso, e me pergunta com sua voz suave, com sotaque sulista, e maliciosa: “Tá gostoso?” Respondo que sim, e logo em seguida ela abocanha de novo meu pau, dessa vez conseguindo colocar todo na boca, indo bem profundo, deixando sua saliva escorrer até o meu saco. Ela tira meu pau da boca e começa a bater ele no seu rosto, falando: “Tá quentinha a garganta da sua putinha, tá? Já tô toda molhada por esse pau grosso e gostoso.” Ela fica de quatro na cama e tira a calcinha lentamente. Ela deita do meu lado, totalmente nua, e fala: “vem chupar essa bucetinha, vem!” Na hora começo a chupar aquela bucetinha apertada e muito molhada, lambendo aquele clitóris rosado, enquanto ela se contorce e geme suavemente, gritando: “isso, vai, chupa essa bucetinha”. Então começo a meter meus dedos em sua buceta. A buceta dela é apertada, e parece que suga meus dedos. Ela começa a se contorcer, e aperta o lençol molhado, enquanto eu aperto seus mamilos durinhos e rosados. Já indo ao delírio, ela fala: “fode sua putinha, agora!” Ela então monta em cima de mim novamente, e começo a fuder sua buceta. Começo colocando a cabeça bem devagar, e em seguida o pau inteiro, sentindo o calor de sua buceta muito apertada e molhada, enquanto ela olha e começa a gemer lentamente, e me dando um beijo muito excitante. E começamos um vai e vem moderado, já ritmando minhas metidas na buceta dela, enquanto ela passava a mão delicadamente nas minhas costas, chegando ao meu cabelo e segurando. Ela geme e pede mais, então começo a socar mais forte meu pau na buceta dela. Ela me envolve com as pernas, e começa a se masturbar enquanto eu vou estocando meu pau nela, gemendo bem alto e gritando: “Isso, me fode, vai, mais forte!” Com o meu pau e seu dedo em sua buceta, ela goza pela primeira vez. Eu paro de socar meu pau nela, e ela me joga para trás, me fazendo deitar. Com meu pau ainda dentro dela, ela começa a cavalgar, rebolando em cima dele com um movimento muito sensual e excitante. Ponho minhas mãos em sua cintura, vou alisando seu corpo até chegar em sua bunda, onde dou vários tapas. A cada tapa ela geme mais e mais, enquanto ela vai sentando cada vez mais fundo, e eu começo a chupar seus mamilos, que estavam mais duros do que nunca. Ela geme muito, e grita: “Vai, bate na sua putinha, vai! Bate na sua cachorra!” Depois de bater muito em sua bunda, paro de socar em sua bucetinha, e a coloco de quatro na cama. Ela fala bem baixinho, implorando: “fode minha bucetinha mais, vai!” Eu coloco meu pau novamente em sua buceta quente e apertada, e com ela de quatro, começo a passar suavemente meus dedos ao redor de seu cuzinho. Vou enfiando um dedo aos poucos, e cada vez que enfio mais fundo, ela geme mais alto. Ela então, já não aguentando de prazer, fala: “quer comer meu cuzinho, quer? Tô doidinha pra te dar ele!” Tiro então meu pau de sua buceta, e ela tira um lubrificante de sua gaveta. Passo no seu cu, e começo a estimulá-la. Ponho um pouco mais os dedos, já com o lubrificante, e tiro. Coloco então a cabecinha do meu pau, enfiando o pau inteiro aos poucos. Cada centímetro enfiado em seu cu faz ela gemer mais e mais alto. Começo então um vai e vem, que faz ela gritar de dor e prazer, enquanto ela masturba sua bucetinha cada vez mais molhada, depois de gozar duas vezes. Então eu falo que já estou quase gozando, e ela fala: “goza na cara da sua puta, quero sentir sua porra no meu rosto.” Ela então se ajoelha pra mim, e fala: “goza na minha cara de puta, vai!” Abre a boquinha, põe a língua para fora e fica esperando porra aos gritos de “sua putinha quer porra na cara! Goza na sua putinha, vai!” Até que então, no auge da excitação, eu gozo na cara e na boca dela, deixando sua cara toda branquinha, enquanto ela sorri novamente maliciosamente, com minha porra escorrendo até os seus dentes, e ela se lambuzando toda.
Após terminarmos, me despeço da Ana com um longo e excitante beijo, deixando aquele gosto de “quero mais”. E então, continuamos sempre a nos ver, sempre com encontros com muito vinho e sexo intenso.




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