"Os mais excitantes contos eróticos"


como perdi o cabaço


autor: vulcano
publicado em: 05/10/15
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


essa é curtinha mais vale a pena. no inicio da década de 80 era um menino de 14 anos e fui com minha família para Canindé- ce pagar uma promessa pois meus pais eram muito religiosos,fomos até a rodoviária e minha mãe ao voltar do guichê disse que o ônibus ia lotado mas ainda dava para ir, podíamos ir no aperto ou esperar o próximo para duas horas depois, escolhemos a primeira opção e aquela decisão iría mudar a minha vida para sempre. logo nos acomodamos e algumas pessoas ficaram de pé, incluindo uma linda jovem branquinha, cabelos longos até a cintura e um vestido branco até quase o tornozelo. ela ficou bem na minha frente imprensando minha perna, ela devia ter seus dezessete, minha mãe vendo aquela situação disse

- não seja mal-educado Gustavo, ceda o canto para a moça..

olhei para ela que me suplicava para sentar pois via que por trás dela alguns velhos tarados já a rossavam, foi quando sua mãe disse de forma cordial

-não precisa não senhora, basta ela sentar no colo dele aí nenhum vai nesse aperto, senta Priscilla no colo do rapaz...

olhei-a de agua na boca , ela teve um momento de dúvida mas logo sentou. o que me deixou intrigado foi que ela levantou a sua longa saia sentando de bunda mesmo e o vestido cobriu o meu braço inteiro. aquele ônibus ficou completamente lotado e a viagem deu inicio...

as pessoas se apertavam e logo a moça foi obrigada a inclinar o dorso para frente levando seus longos seios naquela camiseta branca à altura de meu rosto, como ela era bem mais alta do que eu seu queixo ficava em minha cabeça, o sacode do ônibus, o barulho das pessoas logo deixaram de existir quando ela baixou a vista de cima para baixo e ficamos nos olhando nos olhos sem nada dizer, um novo empurrão e ela foi para frente outra vez e seus seios encostaram entre meu queixo e minha boca, ela enroscou seu braço em meu pescoço e fomos a viagem assim, logo ela me olhou de uma maneira diferente, como se estivesse me pedindo algo, deu um sorriso de canto de boca e balançou a cabeça levemente, fiz uma expressão que não tinha entendido e logo aquela estranha moça estava levando minha mão a altura de sua perna, ficou passando minha mão lá até que a tirou e foi entao que percebi que meus dedos aprenderam o caminho, a rola já endurecida e toda babada, ela sentindo a dureza do pau dava pequenas subidinhas e descidas para me deixar mais doido, vendo que ela tava a fim escorreguei a mão até a altura de sua virilha desembocando por cima de sua rachinha. ela olhou-me com espanto, mas antes que podesse dizer alguma coisa já havia fastado a calcinha e enfiado dois dedinhos em sua vulva que estava saborosamente melada, até alí eu não sabía que mulher lubrificava, eu não sabía nem que mulher gozava, nunca tinha ouvido falar de clitóris, aprendi tudo ali, dentro daquele ônibus lotado, rumo a Canindé, com uma desconhecida. comecei a enfiar os dois dedinhos devagarsinho, e logo sua boceta os engoliu por inteiro, comecei um vai e vem com mais velocidade enquanto via aquela menina mordendo os lábios e fechando os olhos,ela colou a boca em meu ouvido e com hálito morno sussurrou...

-vai mais rápido...tah gostosooo...

o pau já latejava dentro da cueca, ela olhou-me nos olhos e com o indicador passou em meu rosto sorrindo, inclinando a cabeça para trás, fiquei assuastado com aquele gesto repentino, olhei a minha volta e tudo o que pude ver foram braços , pernas, cotovelos, e cheiro de gente idosa misturada a suor, logo as suas pernas começaram a tremer e foi quando ela segurou a minha mão para mim parar, eu ´parei enquanto os músculos de sua perna se contraiam, ela ficou ali se recompondo e depois em meu ouvido disse

-de novo...começa devagar...

fui enfiando os dois dedinhos bem devagar e logo fui mais rapido ela suspirava, olhava de um lado para o outro enquanto sua boceta engolia meus dedinhos, logo ela segurou de novo minha mão, suas pernas tremiam mais fortemente, demorou mais para ela pedir para continuar, dessa vez ela simplismente olhou-me balançando a cabeça, comecei devagar , dessa vez nem deu tempo eu estoc-la com força pois senti algo durinho na entrada de sua xana e quando toquei naquilo ela mordeu-me o ombro deixando um rio de mel inundar a minha mão escorrendo por suas pernas,ficamos ali, parado imóveis, cerca de uma hora depois o ônibus fez sua primeira parada, todos desceram e vi ela falando para sua mãe que ia ao banheiro, saí com meu pai para comprarmos algo e disse que também ia ao banheiro,meu pai pediu para não ir para longe para não me perder, fui caminhando e a vi entrar no banheiro das senhoras, olhei a minha volta e fui entrando devagar, era por volta do meio-dia, fui abrindo porta por porta dos box que estavam vazios, aquele banheiro fedia muito, como todo banheiro de rodoviária, quando abri a última porta que está só encostada a vejo de camiseta, mas sem a saia e sem a calcinha passando seu longo vestido na boceta para limpar seu gozo, ao me ver surpresa diz:

-o que está fazendo aqui pivete? volte pra sua família...

fiquei olhando aquela boceta peluda, ela sorriu e disse:

-nunca tinha visto não era...?

fiz que não com a cabeça, ela sorriu de novo e disse:

- quer me lamber?

fiquei sem ação, ela segurou minha mão me puxando para dentro do box fechando a porta, ela baixou a tampa da privada sentando nela dizendo:

- se ajoelha...

me ajoelhei ela abrindo as pernas levando aquela xota ao encontro da minha cara, a principio, senti nojo pois ela fedia a gozo e urina evidenciando que estava mau lavada, mas o tesão foi maior, minha língua logo subia e descia naquele grelo
engolindo o resto do gozo que seu vestido não havia limpado,chupei gostoso enquanto ela tirava a camisa a mordendo para não gritar de prazer, chupei como um cachorro louco e logo sentia de novo o amargo de seu gozo entrando em minha boca, logo ela se levantou, viriou as costas, ficando de joelhos sobre o aparelho abrindo as pernas evidenciando aquele cuzinho piscando pra mim

- vamos rápido se não vamos perder o ônibus

baixei a bermuda e tentei colocar o pau em seu cuzinho, nem sabía que dava para meter na boceta por trás, ela sem paciência disse

-pode ver que você nunca esteve com uma mulher mesmo

ela foi tateando até achar meu membro e introduzir em sua cavidade vaginal, ao sentir sua xana engolindo meu pau, que sensação comecei a estoca-la ela vira o rosto pra trás e diz

- me beija...

tentei beija-la mas não a alcancei meio desconcertado pela inexperiência, peguei seus cabelos grandes puxando para trás, foi aí que ela enlouqueceu arreganhou as pernas com destreza rebolando a bunda em meu pau enquanto massageava o clit, e logo despejei um jato de porra em sua xoxotinha, a agarrei, ela se virando diz

- me beija garoto, me beija...

nossas línguas se misturavam em um beijo desesperado

-diz meu nome, priscilla diz meu nome...

-priscilla...priscilla..

foi quando uma batida na porta forte, uma voz grossa de mulher falou

-vou chamar a segurança, onde ja se viu foder num banheiro público

olhei para priscila assustado

- e agora?

-volte para o ônibus não deixe sair sem mim, quando chegarmos em Canindé nos falamos...

saí correndo em quanto a garota ia fazer seu "banho tcheco", voltei para o ônibus e meus pais já aflitos

-onde você tava rapaz?

a mãe da garota já aflita lutando para não deixar o motorista partir e eu falei

- eu a vi entrando no banheiro ela já está vindo...

como todos sairam do ônibus e naquela época não tinha essa história de lugar marcado fomos lá para trás, foi quando da janela do lado de dentro a vi voltar ainda ajeitando os cabelos, e sua mãe aflita dizia

-onde você estava menina o ônibus já ia sair sabia?

ela olhou-me com uma cara de putinha e me sorriu, também sorri, o ônibus partiu, quando chegamos em Canindé o ônibus parou no meio da cidade em meio a uma multidão logo percebi que a tinha perdido de vista, vendo minha aflição meu pai disse

-o que é que tu tá procurando macho?

-a garota,a garota...

-mas que garota home?

minha mãe diz

- ah, é a coleguinha que ele fez na viagem..

fiquei parado ali em meio a multidão, uma lágrima caiu de meu rosto pois sabía que nunca mais ia ver àquela que me fez homem outra vez...




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