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105 -Ninfeta deflorada no sitio


autor: Bernardo
publicado em: 12/10/17
categoria: hetero
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Fonte: maior > menor


Lurdes Maria, 17 anos e a sua mãe, trabalham em um sitio no interior de SP. Ela tem corpo de menininha, é baixinha e pesa 55 kg e possui um fogo incontrolável, pelos hormônios da idade. A mãe dela cuida do sitio (ela já é separada), e o pai vem as vezes visita-las. A mãe faz limpeza, corta grama, cuida dos animais etc, e Maria Lourdes a ajuda cuidando da piscina e limpando a casa principal (casa dos patrão).

O dono do sitio Sr. Antonio, tem 56 anos e ficou viúvo a uns seis meses. Ele é bem conservado e nem parece ter esta idade. Depois da morte da esposa ele passou a dar mais valor à vida, diminuindo o trabalho na empresa e passou a frequentar o sítio com mais assiduidade. Em umas dessas vezes Lourdes estava na casa principal limpando-a despreocupadamente, pois era quarta-feira e ele só vinha as sextas e ficava até o domingo. Neste dia ela estava usando apenas um short bem folgado, sem calcinha, sem sutiã por ter seios pequenos.

Assim que ele chegou ela se assustou e pediu desculpas pelos trajes que estava usando, mas ele disse que era ele quem deveria pedir desculpas, pois não havia avisado que viria e disse que iria levar ração para os animais, conversar com a mãe dela e iria retornar para a cidade naquele mesmo dia e saiu. Maria Lurdes, percebeu que ele a comia com os olhos, sem tirá-los dos seus peitinhos redondinhos e disse-lhe que iria fazer um cafezinho para ele tomar antes de ir embora.

Depois de algumas horas ele apareceu na cozinha, todo sujo e suado e ela percebeu que ele não tirava os olhos de lobo dos seus peitinhos durinhos leves e solto por debaixo de uma camiseta bastante surrada pelo uso, então ela planejou deixa-lo doido, chamou-o para ver uma coisa embaixo da pia e se agachou para explicar onde tinha alguma coisa, com uma perna mais baixa que a outra e ele de frente para a sua bucetinha quase sem pelos ficou com uma parte a mostra. Lourdes Maria, notou que ele ficou inquieto, claro, que nem disfarçava a ereção que estava tendo, e ficou em pé na frente dela com aquele volume quase estourando a bermuda. Ele se levantou foi pegar uma vassoura para passar por baixo da pia que é claro não tinha nada, e disse:

- Está vendo Lurdinha, não tem nada aqui em baixo, foi impressão sua - mas ela notou que a sua tática foi copiada, ele também estava sem cuecas, e o pau estava com uma parte aparecendo. Ele tinha um pau grosso e cheio de veias saltando de sua bermuda e com uns 15 cm a mostra, então ela disse:

- Sr Antonio, cuidado está aparecendo suas coisas.

Ele pediu desculpas e se recompôs e saiu com um sorriso maroto nos lábios, ajeitando o caralho dentro da bermuda. Estava declarada a guerra erótica entre o Sr. Antonio com seus 56 anos e Maria Lurdes nos seus 17 anos. Depois de mais algum tempo ele gritou do se quarto.

- Lurdinha, faz um favor, pega uma toalha de banho, no roupeiro para mim.

Ela pegou a toalha, foi ao seu quarto, bateu na porta do banheiro, ele gritou que estava aberta. Ela abriu a porta lentamente e não foi surpresa vê-lo nu como nasceu, com o caralho grande cheio de veias totalmente duro apontando para cima. Ele pegou a toalha, como se nada estivesse acontecendo, e começou a enxugar os cabelos e disse:

- Gostou?

Ela ficou vermelha de vergonha.......... claro que tinha gostado. Então ele disse:

- Pode pegar eu deixo - com carinha envergonhada, ela não se fez de rogada, e pegou, levemente, e apertou aquela coisa quente que mão cabia em sua mão enquanto ouvia um gemido saindo da boca dele e assustada pensando que havia machucando-o, saiu correndo. Já tinha segurado os pintos de alguns meninos da região, mas nada comparado a um caralho adulto e bonito como aquele.

Depois de algum tempo ele apareceu na cozinha como se nada estivesse acontecido e ficou sentado frente a uma grande mesa, olhando para ela, esperando um comentário. Em dado momento pediu para ela se sentar também para conversarem um pouco. Ela se sentou à sua frente com a mesa, separando-os, em um jogo estranho, ficando com as pernas abertas e já se sentindo molhadinha, e como o decote da sua blusinha era demasiado grande, cada vez que se abaixava, ficava com os seios à mostra, e ele os olhava como lobo voraz, fazendo com que os bicos dos peitinhos ficassem durinhos.

Nisso ela percebeu que ele mexia em seu pau, e em dado momento deixou cair uma colher em seu lado da mesa e quando se abaixou para pegá-la, viu sua bermuda totalmente desabotoada e aberta e seu caralho todo a mostra com uma gotinha de esperma na cabeça. Ela ficou hipnotizada por alguns instantes olhando aquilo, e resolveu ir em frente, engatinhando de joelhos por baixo da mesa, pegou seu pau e começou a lambê-lo, ouvindo seus gemidos e enfiou na boca o que coube e começou a chupá-lo.

- Huuuuuuuuuu, delicia...que boquinha de veludo você tem manina - ele gemia e levou as duas mãos e segurou a cabeça dela bombeando àquele caralhão em sua garganta, enquanto ela com uma das mãos, esfregava a ensopada e virgem buceta, desesperadamente, assim como fazia na cama quase todas noites. Então ele gemeu forte e disse alto:

- Aí delicia…uiiiii, vou gozar........ – e ela sentiu a cabeça do seu pau inchar e um liquido quente grosso e levemente salgado foi enchendo a sua boca, parecia que aquilo não acabava. Ela não engoliu nada e soltou toda porra, sobre seu saco, lambuzando a bermuda e tudo mais. Enquanto isso esfregava a buceta e sentiu espasmos gozando em seus dedos sentindo ondas de prazer invadir seu corpo em espasmos contínuos. Ele gozou e ela também....aí que veio o medo da mãe aparecer e outras coisas mais, então ela se recompôs, voltou para a cadeira onde estava, olhou para Sr Antonio que estava meio desfalecido, e o escutou disser:

- Menina por que você fez isto? - ela olhou para ele e disse:

- Fiz e quero fazer mais vezes - ele falou então:

- Quantas vezes você quiser. Ele é todo seu meu bebê.

Era uma quarta feira ele disse que iria voltar na sexta e trazer uns filmes para assistir com ela. Ela ficou ansiosa para chegar logo o final de semana. Lembrando da mamada que deu no pau do seu Antonio se masturbou umas 3 vezes nesta espera, deitada na cama dele, lembrando da sua porra quentinha invadindo sua boca.

Finalmente chegou a sexta-feira, o seu Antonio chegou por volta das 17hs, e passou em frente à casa onde ela morava com a mãe e gritou:

- Lurdinha, cheguei. Te espero mais tarde para assistir ao filme comigo. Como a mãe estava no curral alimentando os animais ela disse que iria ao anoitecer, assim que a mãe fosse dormir. A mãe dela dormia cedo, pois acordava também muito cedo para cuidar dos animais e assim que ela se recolheu, Lurdinha deu um tempo, colocou um vestido fininho sobre o corpo e mais nada, pulou a janela do quarto e foi para a casa grande.


Ao chegar ela se sentou no sofá, frente a ele e antes do filme começar ele disse que estava um pouco frio e se ela se sentasse ao seu lado ele poderia partilhar da mesma manta que ele estava usando. Ela então se sentou ao seu lado e ele apagou as luzes da sala. Não passou dez minutos, sentiu a mão dele, encostar em sua coxa do lado esquerdo e ficou toda arrepiada de tesão, e prestando atenção aos próximos passos, pois com certeza sabia que era o início de um planejamento dele claro, mas com meu consentimento.

Ele foi passando a mão suavemente na coxa dela, subindo e dedilhando-a, enquanto deslizava seu vestido para cima, chegando logo no vértice das coxas e notou de imediato que faltava a calcinha e deu um sorriso ainda olhando a TV. Ela já estava de olhos fechados curtindo a bolinação do seu sexo. Ela já estava ensopada e depois de alguns minutos, ele colocou um dedo dentro dela enquanto outro dedo massageava seu grelo que já estava duro com quase um cm saliente da buceta em fogo. Ele tinha experiência com mulher, portanto acelerou a massagem e ela gemeu gostoso se esticando toda no sofá:

- Aiiii seu Antonio, aiii.. assim eu gozo. paraaaaaaaaaaa....aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...delicia...hummmmm... - e começou a mexer os quadris elevando-os e gozou rebolando nos dedos dele, pedindo para ele enfiar mais o dedo nela... e gozou de novo, levando a mão em direção ao seu pau, e começou a punhetá-lo. Seu pau estava grosso e com a cabeça já molhada do pré-gozo. Enquanto ele continuava a boliná-la, enfiando um dedinho e tirando-o deliciosamente, ela entrou por baixo da manta, segurou bem o pau grosso e peludo, meteu-o na boca e começou a chupá-lo desesperadamente de tesão. A vontade dela era sentar-se naquele caralho, nem pensava em virgindade ou preservativo, e nem ele por sinal, e chupou seu pau por alguns minutos mordiscando e lambendo suas bolas, punhetando e lambendo-o. Ainda por baixo da manta mudou de posição, subiu e colocou uma perna de cada lado de sua coxa e começou a esfregar seu sexo naquele homem gostoso. Ela estava se descobrindo como uma pessoa desesperada por sexo, enquanto punhetava ele esfregava a buceta dela encharcada, na sua perna, num vai vem descontrolado sobre sua coxa, melecando sua perna, até que ela falou:

- Aiiiiiiiiiii seu Antonio não aguento vou gozar de novo.

A manta caiu para o lado enquanto ela estava gozava, jogando seu corpo para trás tremendo e sem controle e saiu um esguicho inexplicável, como se ela tivesse mijado, direto em seu peito, na sua cara, no sofá e deve ter ido até o teto. Ela ficou como se estivesse tomado um choque de 220v, as pernas tremendo descontroladamente e ele ficou parado surpreso olhando a bucetinha dela e seu cuzinho piscando e perguntou se estava tudo bem. Ela disse que sim quase desfalecida, mas nunca tinha gozado daquela forma e estava assustada também, com aquilo, pois pensou que tinha mijado, mas não era isto, e ao passar a mão e cheirar não tinha nenhum odor, era como se fosse água. Levou a mão em sua rola e falou:

- Agora é a minha vez. Vou fazer você gozar igual, até você espirrar porra na minha boca - e abocanhou o pau dele, e ficou mamando aquele caralho cheio de veias, lambendo seu peito até chegar em sua boca.

Ele a beijou como nenhum moleque da escola havia feito, enfiando a língua em sua boca e esfregava sua buceta. Então ele continuou levando-a para cima até ficar com sua boca colada na sua bucetinha cansada de gozar e ficou ali minutos levando-a a mais uma vez gozar e soltar seu liquido novamente em sua boca, desta vez em menor quantidade. Ele a beijou de novo e carinhosamente pegou seu caralho e foi encaixando a cabeça da rola em sua virgem buceta, esfregou uns segundos e tentou enfiar a primeira vez. Ela reclamou:

- Aiiiiiiiiiiii tá doendo. Vai devagar - ele parou e ficou brincando na entrada da bucetinha, e disse:

- Nossa menina você ainda é virgem? Vamos parar com isto - ela disse que não e queria seu pau na sua bucetinha molhada:

- Mete em mim por favor – e passou dois dedos na buceta e levou na sua boca:

- Olha o caldinho dela te esperando, mete em mim - ele disse então:

- É com você, quando quiser e se quiser você deixa entrar, meu tesão.

Então com a cabeça do pau na portinha da buceta gulosa, ela foi abaixando seu corpo vagarosamente e sentia entrando centímetro por centímetro, rasgando seu cabaço. Doía, mas o prazer era maior. Ela gozava e gozava. Aquilo não tinha fim, até que a cabeça do pau entrou, mas não sangrou e nem doeu como dizem. Ela subiu nele e foi descendo de novo, em várias tentativas. Demorou longos minutos, mas entrou tudo. Passou a mão por baixo e viu que tinha sobrado para fora apena seu saco peludo. Estava tudo dentro dela, doendo só um pouquinho. Seus mamilos estavam doloridos de tão duros e ficou paradinha para se acostumar toda preenchida até a dor passar. Ele gemia e apertava seus peitinhos ela gozava. Aquilo era uma loucura, tinha descoberto que era tarada e começou a rebolar a subir e a descer vários minutos. Ele apertava seus peitos e a chamava de cabritinha, vadiazinha, putinha gostosa.

E dizia que iria arrombar a bucetinha dela e as suas palavras a deixaram com mais tesão, e ela sentia o pau pulsar dentro dela que estava sentada e rebolava, sentindo um prazer inenarrável, prestes a explodir, e de novo veio aquele gozo avassalador espirrando líquidos em sua barriga e pescoço e novamente veio aquele tsunami, que a deixou encabulada. Ela tremia, seu cu e buceta piscavam violentamente, o pau do seu Antonio, balançava cheio de seus líquidos. Ela se baixou, e começou a chupar e punhetar seu caralho até ele gozar. Tirou a mão e a boca e ficou olhando ele gozar espirrando quase meio metro para cima lambuzando a coxa dele e a manta.

Ela estava extasiada, se sentindo mulher de verdade e ele estava quase desfalecido, dizendo que ela era sua mulher agora, e que ela metia muito gostoso e era uma ninfomaníaca tarada e gozava do jeito mais espetacular que jamais havia visto, e que ele era seu macho. Ela estava lisonjeada com tais palavras e já bem de madrugada quando o galo cantava ela foi para a sua casa com as pernas bambas, sem cabaço e sonhando em perder as pregas do seu cú também, já estava apaixonada por ele e por sexo.
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