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A professora submissa - Capítulo 3


autor: KetMarina
publicado em: 28/08/17
categoria: bdsm
leituras: 1883
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Fonte: maior > menor


Este conto já foi publicado em outro site, não por mim, ela os deletou deixando o pessoal, sem o conto e sem o final. Bem, eu consegui recuperar o conto, outro site, fiz algumas correções e alterações leves. Como este conto não teve final, eu estou providenciando a continuação, tentando ser a mais fiel possível a historia, espero que gostem.


A professora submissa - Capítulo 3



Lisa deu partida no carro e saiu do estacionamento da loja, Mariana estava sentada no banco do passageiro, olhando para a janela e pensava consigo mesma, como ela tinha chegado a ficar naquela situação, totalmente a mercê das vontades de Lisa, que a chantageava com aquele segredo, e como ela estava arrependida de ter posado nua para aquela revista, a professora fazia cara de choro, por mais que ela pensasse, ela não conseguia encontrar uma solução para o seu problema.
Já eram seis horas da tarde, o sol começava a se por no horizonte e logo iria anoitecer de repente Mariane começou a notar, que Lisa não estava levando ela para a sua casa, Lisa entrava com o carro em outra rua, pegando um rumo totalmente diferente, ela ficou assustada e perguntou para Lisa.
—Para onde esta me levando, senhorita Simons?
Lisa sorria e disse.
—Relaxa cadela, estou te levando para sua própria casa, para castigá-la por suas desobediências e claro, também para começar o seu “adestramento”, mas porque a pergunta, senhora C? Por acaso está com pressa para ser punida?
Mariane envergonhada, respondia com voz de choro.
—Não senhora.
Lisa sorriu.
—Nós vamos para sua casa, mas primeiro vamos passar em uma lanchonete, não sei quanto a você, mas eu estou faminta.
Mariane ficou com medo quando viu que elas estavam entrando em uma lanchonete, que ela própria já estava acostumada a frequentar, era um tipo de “drive in”, onde as pessoas entravam, compravam seus lanches em uma janela e iam para o estacionamento comer tranquilamente seus lanches.
Agora já eram 06h20min da noite de sexta para o sábado, já estava começando a ficar escuro.
A professora estava no banco do passageiro, usando a sua coleira, blusa semiaberta e a saia bem curta, ela tinha muito medo de ser reconhecida por alguém que trabalhava naquela lanchonete, ela levou a mão, disfarçadamente para fechar a blusa, mas foi repreendida na mesma hora por sua dona.
—Nada disso senhora C, deixe a blusa como está, e nem pense em tocar na sua saia.
A professora fazia cara de choro e ficava encolhida no banco, suplicando para sua dona.
—Por favor, senhorita Simons, vamos embora, eu já sou freguesa desse lugar a algum tempo e posso ser reconhecida por alguém.
Lisa sorria ao ver o desespero da professora.
—Sente direito no banco do carro, senhora C, por acaso você está com vontade de fazer xixi?
Mariane ficava morta de vergonha ao ser repreendida, em seguida respondeu com voz de chorosa.
—Não, senhorita Simons, eu não estou com vontade de fazer xixi.
Mariane se sentindo humilhada pela pergunta, obedeceu e endireitou o corpo no banco, ficando agora mais comportada, enquanto Lisa conversava com o rapaz que estava na janela.
—Eu vou querer um sanduíche de frango e um refrigerante.
E virando para a professora perguntou.
—E você senhora C? O que vai querer comer?
Mariane respondeu.
—Nada não, senhorita Simons, eu não estou com fome.
Lisa sorria e dizia para o rapaz da janela
—Ela está meio tímida hoje. É claro que ela vai querer comer alguma coisa, vocês por acaso tem salsicha congelada para vender?
O funcionário da lanchonete fez uma cara de interrogação, achando estranha aquela pergunta, mas depois sorriu e disse.
—Temos sim, senhorita!
E Lisa dizia.
—Então nós vamos querer duas salsichas congeladas e algumas pedras de gelo, além do lanche e do refrigerante é claro.
O rapaz da janela sorria.
—É pra já, senhoritas.
Enquanto o funcionário preparava o pedido, Lisa falou a professora.
—O dinheiro do lanche e das salsichas, senhora C, pode me dar agora!
Mariane pegou o dinheiro na bolsa e entregou para Lisa, dentro de dois minutos, uma garçonete veio trazer os pedidos e assim que viu o carro, ela reconheceu na mesma hora.
—Olá, senhora Clarkson, tudo bem?
O coração de Mariane parou, ela foi reconhecida e como tinha sido cumprimentada pela garçonete, ela respondeu timidamente, com um simples “Oi”.
A professora Mariane ficava muito envergonhada, aquela garçonete, era uma de suas ex-alunas.
A professora que sempre foi uma mulher de respeito, agora da maneira como ela estava vestida, com a blusa semiaberta, a saia ridiculamente curta, ela estava parecendo uma garota de programa, isso pra não falar da coleira que estava em seu pescoço, a sorte da professora, era que já estava bem escuro, e a garçonete não podia ver muito bem, quem estava dentro do carro, ela cumprimentava porque tinha reconhecido o carro, que era da senhora Mariane Clarkson.
Depois que, Lisa pegou os pedidos e pagou a garçonete, ela deu partida no carro novamente e foi para o estacionamento da lanchonete, Lisa procurou estacionar o carro num canto escuro, longe das outras pessoas, que normalmente procuravam os lugares mais bem iluminados para estacionar.
Lisa desligava o carro, abria a porta e saía, com o sanduíche e o refrigerante nas mãos.
Ela falava para a professora.
—Vamos senhora C, quero comer o meu lanche naquele banco logo ali, venha comigo e não esqueça de trazer a caixa de sorvete.
Mariane saía do carro com a caixa de sorvete e acompanhava sua dona. Lisa sentava no banco e a professora ficava parada de pé na sua frente, então Lisa ordenou.
—Quero sua blusa aberta e a saia totalmente levantada, agora mesmo, senhora C.
Mariane ficou assustada, elas estavam no estacionamento da lanchonete, que era um lugar público.
—A senhorita quer que eu fique praticamente nua, aqui? Este é um lugar público e eu posso ser vista.
Lisa olhava para ela com cara de reprovação.
—Se você for vista, o problema é seu isso não me interessa, agora faça o que eu mandei, abra a sua blusa e puxe a saia totalmente para cima.
A professora derrotada e humilhada, olhava com cara de choro para os lados, havia pessoas ao longe, nos cantos mais claros do estacionamento, Lisa olhava para a professora.
—Estou esperando, senhora C.
Sem ter alternativa, a professora obedeceu a sua aluna, e começava a abrir totalmente a sua blusa, expondo seus belos seios, depois ela puxou a saia para cima, até a altura da cintura.
Agora que ela estava com os seios a amostra e nua da cintura para baixo, Lisa ordenou para a professora.
—Muito bem senhora C, enquanto eu como o meu lanche, eu quero que você me ofereça um pouco de diversão, passando sorvete de chocolate, sobre suas belas tetas.
Lisa falou assim para humilhar mais a professora.
—E claro, tome cuidado para não deixar nem uma gotinha de chocolate cair sobre suas roupas.
A professora submissa, sentou-se no chão frio do estacionamento, do lado da caixa de sorvete, Lisa dava mais uma “dica” para a professora.
—Abra as pernas senhora C, não seja tão tímida, quero vê-la bem a vontade enquanto passa sorvete em suas tetas.
A professora humilhada , abria as pernas e mergulhando os dedos no sorvete de chocolate, começava a passar um pouco sobre seus belos seios.
O sorvete de chocolate, congelava os seios da professora, principalmente os mamilos, que ficavam bem durinhos, durinhos a ponto de ficarem doloridos.
Lisa comia o seu sanduíche bem de vagar enquanto dava dicas para a professora.
—Passe um pouco de sorvete, também sobre a sua buceta, senhora C.
A professora mergulhava os dedos no pote de sorvete, sentada no chão, com as pernas bem abertas, começava a passar um pouco do sorvete sobre sua buceta.
O sorvete gelado de chocolate em sua quente buceta, provocava uma onda de sensações totalmente novas.
Lisa dizia.
—Não fique apenas passando sorvete sobre a buceta, senhora C, pegue algumas pedras de gelo que eu joguei aí dentro, e enfie elas, uma por uma, dentro da sua buceta.
A professora, cumpria com o ordenado e pegava as pedra de gelo e colocava na entrada da vagina, e em seguida empurrava para dentro com os dedos.
A própria professora não acreditava, como era deliciosa aquela sensação provocada pela pedra de gelo, entrando lentamente em sua buceta quente.
Pedras de gelo lambuzadas de sorvete de chocolate, entrando uma por uma em sua quente buceta, isso levava a professora a quase enlouquecer, de tanto tesão, três pedras já estavam dentro da sua buceta, quando ela pegou mais uma pedra, Lisa disse.
—Já chega de enfiar na sua buceta, senhora C, as próximas pedras de gelo, eu quero que você enfie elas no seu cuzinho, isso mesmo senhora C, não vamos nos esquecer do seu cuzinho, ele também merece um pouco de diversão.
A professora com cara de choro, mas já bem excitada, ficou de joelhos, empinava bem a sua bunda, mostrando o seu cuzinho para sua dona, e enfiar pedra por pedra de gelo dentro do seu próprio cuzinho, ela colocava a pedra na entrada do cuzinho e conforme Lisa ia mandando, ia lentamente empurrando, com o dedo a pedra de gelo para dentro do cuzinho.
A primeira pedra de gelo, foi a mais dolorosa para entrar, mas uma a uma elas entraram, foi um sofrimento a parte, mas que intimamente provocaram um certo prazer em Mariane.
Lisa estava se divertindo muito, ela não tinha nenhuma pressa de terminar o seu lanche, ela estava adorando o “showzinho” da professora.
—Agora sente de novo, senhorita C, sente-se no chão, passe uma pedra de gelo nos seus mamilos e depois aperte-os bem forte.
A professora obedeceu, passava o gelo nos mamilos e depois os apertava, Lisa adorava ver a cara de dor, que a professora fazia.
—Agora, senhora C, passe mais gelado de chocolate nos seios, na entrada do seu cuzinho e principalmente na sua buceta e não esqueça. Não quero ver nenhuma gotinha de chocolate na sua blusa e nem na sua saia.
Mariane obedecia, não tinha escolha, e ficara toda lambuzada de sorvete de chocolate, agora todo derretido, grudento e pegajoso.
Lisa sorria e se divertia com a total humilhação da sua professora, ela continuava comendo o lanche.
—Agora para finalizar, eu quero que você coloque as duas salsichas congeladas, uma coloque na sua buceta e a outra no cu e comesse a se masturbar e mais uma coisa, você só pode parar de si masturbar, quando eu disser que pode, mesmo que você goze, deve continuar a masturbação.
A professora com cara de chorosa, abria as pernas e foi enfiando a primeira salsinha bem no fundo de sua buceta e em seguida introduziu a segunda salsinha em seu cu, então com dois na buceta, então começava a se masturbar, os dedos friccionavam seu grelo e entravam e saiam numa velocidade moderada, Lisa assistia e esperava o “apogeu final”, enquanto terminava de comer calmamente o seu lanchinho.
A professora continuava a masturbação, segurando ao máximo para não gozar, ela estava muito excitada e fazia caras e bocas enquanto se masturbava, seus dedos agora pareciam ter vontade própria, ela traia o seu auto controle no meio de tanto tesão, ela fechava os olhos e sua respiração começava a vir acompanhada de gemidos e pequenos sussurros.
“Huuumm, hãmmm , nãoooo… hummmm aaiiii , hummm"
Sem que ela percebesse, Lisa estava filmando tudo com o celular, e ainda tirava algumas fotos extras.
A professora continuava e sentia que já estava chegando ao seu pico máximo de prazer antes do gozo, mas felizmente ou infelizmente, antes que ela gozasse, Lisa mandou ela parar e lamber os dedos, para limpar o excesso de chocolate nas mãos.
—Pode parar senhora C, chupe os dedos e entre no carro, porque agora nós já vamos embora.
A professora, por um lado, ficava agradecida por não ter gozado ali no chão do estacionamento, um tão humilhante, mas por outro lado a masturbação interrompida antes de atingir o gozo, deixou ela com um verdadeiro fogo na buceta, fogo que precisava desesperadamente ser saciado, precisava, mas não seria, porque Lisa não permitiria que ela gozasse, não agora e nem aqui.
A professora humilhada e extremamente excitada, entrou no carro, com a blusa aberta, saia levantada até a cintura, buceta, cuzinho e seios lambuzados de chocolate derretido. Tudo estava muito grudento e pegajoso.
Enquanto a professora chupava os dedos, como sua dona tinha mandado, Lisa começava a dirigir novamente agora finalmente com o destino a casa da senhora C.
Depois de 15 minutos dirigindo, Lisa estacionou o carro na frente da casa da professora Mariane, já eram oito horas da noite, mas aquela noite prometia ser uma das mais longas na vida da senhorita C.


CONTINUA…




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