"Os mais excitantes contos eróticos"


Eu e Marcelly


autor: publicitario45
publicado em: 28/08/15
categoria: hetero
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Minha empresa cresceu mais rápido do que eu imaginava e por causa das novas demandas de serviço precisei contratar uma pessoa para assumir o financeiro da agencia. Fiz uma série de entrevistas até encontrar uma menina que me ajudasse com esta demanda. Após avisa-la que a vaga era dela, fui surpreendido por uma mensagem dela pedindo desculpas, mas ela teria que ir morar em outra cidade por motivos que ela não quis esclarecer.

Então a minha única saída foi chamar a Marcelly, um estudante de economia que havia ficado em segundo lugar na entrevista. Assim que liguei pra ela, marcamos uma nova conversa logo pela manhã do dia seguinte.

Como de costume, me levantei bem cedo, tomei meu banho, coloquei meu terno e gravata sempre em tons escuros, passei meu Hugo Boss e fui pro trabalho. Quando cheguei na empresa Marcelly já estava lá, toda linda, vestida de forma discreta mas mesmo assim não deixava de chamar atenção.
Marcelly tem 26 anos, é loira natural, tem descendência alemã, 1,70 de altura, cabelos lisos até a cintura, seios turbinados, corpo perfeito com pernas bem torneadas e bunda grande.

Não demorou muito tempo para que os rapazes da agencia, os clientes e os fornecedores começassem a comentar as belas formas da nossa colega de trabalho, principalmente, na hora do almoço, horário que ela colocava uma roupa de ginástica colada no corpo e ia malhar, ai, era um Deus nos acuda.

Mas Marcelly sempre foi na dela. Namorava um engenheiro recém-formado há dois anos e meio, faziam planos de morar juntos e viajar pelo mundo. Até ai, tranquilo, quem é que não faz planos?

Quando chegou o final do ano, fomos fazer nossa despedida num bar famoso da nossa cidade e é claro que lá todo mundo encheu a cara e começou a se soltar. Entre uma tequila e outra, Marcelly começou a desabafar falando que não aguentava mais o namorado quase noivo.

Semana passada, tudo começou a mudar. Marcelly me pediu aumento dizendo que queria alugar um apartamento para morar sozinha e que estava prestes a terminar o relacionamento. Não fiz muitas perguntas, mas disse que ia fazer uma proposta para melhorar o salário. Como agradecimento, Marcelly me abraçou e me deu um beijo no rosto e saiu. Neste dia ela estava linda dentro de um vestido longo, daqueles que colam no corpo e mostram com exatidão o contorno do corpo.

É claro que eu fiquei babando por alguns minutos mas logo em seguida voltei a trabalhar normalmente. Após mostrar pra ela qual seria o seu novo salário, Marcelly novamente me agradeceu com outro beijo no rosto e um abraço, desta vez mais demorado. Daí eu fiz uma piadinha sem graça e quando tentei consertar piorei dizendo que se al não fosse minha funcionária eu a convidaria para um jantar. Neste momento, Marcelly me surpreendeu com o seguinte comentário:

Ela: convida que eu aceito, desde que o jantar seja como o que você fez para Ligia na sua casa. Pode ser?

Eu: que Ligia (Já sentindo um frio na barriga)?

Ela: a sua cliente. Me desculpe, mas você pediu que eu procurasse um arquivo no seu notebook mas esqueceu um conto erótico aberto. Foi inevitável, não resisti e li. Ah, adorei. Se aquilo tudo foi verdade, parabéns viu....

Em seguida ela saiu da sala sorrindo e fechou a porta. Fiquei sentado por horas pensando naquilo. Será que ela leu só este ou leu todos? E se ela copiou os contos?

No final do dia, todos já tinham ido embora e eu como de costume estava na minha sala trabalhando após o horário, quando bateram na porta. Era Marcelly. Ela entrou, fechou a porta, sentou num sofá que tinha na minha sala e disse:

Ela: e ai, vamos jantar ou a Ligia tem exclusividade?

Eu: Marcelly, não faz isso. Fiquei sem graça.

Ela: você sem graça e eu curiosa.

Eu: tá bom, o que quer saber?

Ela: muitas coisas. Mas te pergunto na sua casa, o que acha?

Eu: ok. Na sexta você janta comigo, mas por favor, não comente isso com ninguém.

Ela: claro (Piscou, me deu mais um beijo e saiu da sala).

Ainda faltavam três dias pro nosso jantar mas era nítido que o clima entre eu e Marcelly havia mudado e muito. Ela sorria com certa malícia, passou a se arrumar ainda mais e até certo ponto evitou entrar na minha sala. Na sexta, antes de ir embora, ela passou na minha sala, pegou o endereço da minha casa e disse que iria embora mais cedo, pois queria se aprontar. Deu-me mais um beijo no rosto e saiu.

Quando deu 20h, o interfone da minha casa tocou e eu abri para que ela subisse. Preparei o ambiente exatamente como o encontro com a Ligia: velas, incensos, rosas, óleos, vinhos e uma comida leve. Para ouvirmos, pensei num CD da Diana Krall ao vivo em Paris.

Assim que ela entrou, lhe entreguei uma taça de vinho chileno na mão e brindamos. Então, aproveitamos para conversar sobre outros assuntos que não fosse a correria do dia a dia. Marcelly me falou do relacionamento, da faculdade, da sua paixão por vinhos e gastronomia, do seu cachorro de estimação e da vontade de viajar pelo mundo.

Em contra partida eu falei da minha paixão pela agencia, dos meus planos, do medo de viajar de avião e que já estava cansado de ser solteiro. Acho que foi a deixa que ela precisava. Imediatamente, Marcelly saiu do sofá dela e sentou-se ao meu lado e pediu que eu falasse dos contos. Expliquei que 90% são verídicos e que os outros são fantasias.

Expliquei que resolvi escrever porque sempre gostei de ler contos eróticos. Foi ai que ela me surpreendeu mais uma vez e me perguntou se eu ia escrever sobre aquela noite e em seguida me beijou.

Marcelly estava linda toda de preto. Ela vestia uma calça de couro preta, blusa grafite e uma jaqueta também de couro. Nos pés, uma bota de bico fino e salto alto. Aquele beijo me fez esquecer imediatamente que ela ainda era a minha funcionária. Comecei a acariciar seu rosto, seus cabelos beijei seu pescoço sempre com muito carinho. Ela colocou a taça em uma bancada e tirou a sua jaqueta. Aquela blusa grafite de tecido fino permitia ver que ela não tinha nada por baixo do tecido. Seus bicos enrijecidos marcavam a blusa com perfeição, alias, Marcelly é perfeita. Além de linda é extremamente competente e independente e isso me atrai nas mulheres.

Continuamos a nos beijar com volúpia e sua mão já massageava meu pau por cima do jeans. Com perícia ela abriu o zíper e caiu de boca engolindo todo meu pau. Ficou ali por alguns minutos e quando ela percebeu que eu estava prestes a gozar, parou e retornou a beijar a minha boca.

Resolvi corresponder a gentileza tirando calmamente sua blusa e em seguida sua calça de couro super apertada. Pedi que ela calçasse as botas para que eu contemplasse aquele corpo perfeito apenas de calcinha e botas. Após admirar aquela mulher linda, deitei-a no sofá e comecei a beija-la novamente. Nosso beijo era diferente, era apaixonado. Já nos conhecíamos há um ano e naquele momento deixamos o tesão coordenar cada movimento dos nossos corpos.

Marcelly se contorcia e gemia a cada toque meu em seu corpo, seja com as mãos ou com a boca. Desci lentamente pela sua barriga e cheguei na sua xana, cheirosa e coberta por pêlos loirinhos. Chupei aquela buceta sem a menor intenção de parar. Parecia estar faminto e por mim eu ficaria horas e horas ali sugando todo aquele mel que escorria para dentro da minha boca sedenta. Marcelly já havia gozado algumas vezes na minha boca e começava a implorar para ser penetrada, mas aquele gosto me segurava ali e as chupadas se seguiram até o quinto orgasmo.

Levantei e deixei minha loira linda respirar. A pouca luz da sala fazia com que a cor da sua pele ficasse ainda mais linda. Assim que ela retomou o folego, se pôs de quatro e disse: vem!

Pincelei a minha pica na porta daquela buceta carnuda e não tive dificuldades de penetra-la. Seus orgasmos haviam lubrificado e o meu pau deslizava gostoso para dentro dela. Marcelly rebolava, pedia mais, dizia coisas insanas e pedia para apanhar. Com uma das mãos puxei seu cabelo e com a outra espalmei aquela bunda arredondada fruto de muita malhação. Trocamos de posição e ela veio por cima, cavalgando enquanto as suas mãos deslizavam pelo meu peito. Marcelly não tardou a gozar mais uma vez e agora com mais intensidade, deixando a beira do sofá encharcada. Anunciei meu gozo e ela acelerou o movimento me fazendo gozar e gritar como nunca.

Nesta noite transamos mais vezes. Na segunda ela me cobrou o conto que esta sendo postado agora. O clima entre agente deixou de ser frio e apenas profissional e sempre que possível, repetimos a dose, só que agora com mais entrosamento e intimidade.






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