"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Glaucia e a mudança.


autor: linagulosa
publicado em: 20/02/17
categoria: traição
leituras: 1993
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Finalmente Luiz o corno chegou com a mudança, era pouco mais das 10:00 h da noite ele o motorista da transportadora e um ajudante, ainda bem que eram poucas coisas Geladeira, TV, fogão, Micro-ondas, e nossas roupas, chegaram descarregaram e iriam procurar um hotel para ficarem, porém meu corninho não tem jeito, tratou logo de convida-los a dormir conosco afinal de contas havia um quarto vago e já estava com uma cama pronta, se eles não se importavam em dormir juntos ou um no chão. Eles até que pensaram em não aceitar, mas levando em conta as despesas que teriam resolveram aceitar, estavam exaustos e deveriam acordar bem cedinho para retornar. estacionaram o caminhão em frente a casa tiraram sua coisas e adentraram para tomar um banho, falei com Luiz que se ele fosse comprar algum alimento eu prepararia um belo jantar rapidinho. Ele achou melhor comprar em algum self service comida pronta e disse-lhe que no posto de gasolina havia um restaurante 24 hs. Ora veja só o que o corno resolveu fazer; disse que iria rapidinho até lá e compraria a comida coisa de 30 minutos estaria de volta. Só ele não sabia que isso não ia dar certo, eu sozinha com dois machos dentro da mesma casa. Apressei ele pois poderia demorar mais que 30 minutos e os homens deveriam estar famintos. Ele mais que depressa saiu, o posto ficava a umas duas ou três quadras de casa e a pé levaria uns 10 minutos mais o tempo de espera da comida e a volta 40 ou 50 minutos, tempo suficiente de me divertir com os novos amigos de meu corno. O motorista foi o primeiro a ir tomar banho, e fiquei com o ajudante na sala ele instalando a televisão e eu ali de técnica orientando-o passava pra lá e pra cá me roçando descaradamente no rapaz, ora os seios ora a bunda e o cara ficando excitado aumentava o volume no macacão, não resistir e enchi a mão em sua pica procurando abrir a braguilha e o rapaz entre assustado e excitado disse: moça o que é isso? eu apenas me abaixei e mordi por sobre a calça sua pica que parecia ser grande puxando sua cueca de lado libertei um cacetão preto que coloquei todo dentro da boca de uma só vez até tocar minha garganta arrancando gemidos do rapaz, chupei muito aquele pau apressada e punhetando ele não demorou a ele jorrar um copo de esperma em minha boca no exato momento que o motorista saia do banho se deparando comigo ajoelhada sugando o pau do ajudante deixando ele limpinho. Pasmo não sabia o que fazer tomei a iniciativa falei: vai ficar aí parado não tem muito tempo não o corno chega já já, o motorista parecia não acreditar puxei ele pela bermuda ao meu encontro puxando a braguilha libertei sua pica que era menor que a do ajudante e grossa punhetei e chupei seus culhões cabeludos beijei toda a extensão da pica e empurrei boca adentro o ajudante já estava de pau duro de novo batendo uma bronha alucinado falando mais a senhora não é crente? olhei pra ele com cara de putinha sem tirar a pica do motorista da boca acenei com a cabeça em sinal de sim, puxando seu pau pra mais perto e lambi ora um ora outro até fazer eles gozarem em minha boca que engoli tudinho sem desperdiçar uma gotinha sequer. Levantei como se nada tivesse acontecido e fui ao banheiro pois estava toda molhada a calcinha ensopada, fiz uma rápida ducha e voltei com a calcinha nas mãos entregando a eles como troféu que cheiraram e lamberam, fui ao quarto e vestir outra calcinha. ao retornar a sala estava o motorista só e o ajudante foi tomar banho. Disse a ele que iria ficar no quarto pra que o corno nada desconfiase. Nem bem fechei a boca a sirene tocou era Luiz com a comida acenei pra ele abrir e corri pro quarto como uma mulher séria deveria fazer, não dar assunto a homens. Luiz entrou e colocando as quentinhas sobre a mesa perguntou por mim e ele falou que eu havia deixado eles a vontade e fora pro quarto orar. Ele foi ao meu encontro e eu de Bíblia na mão fazia de conta que lia. Ele me beijou e disse que mulher maravilhosa eu era sabia se colocar em meu lugar. E ele tinha razão sabia mesmo me colocava bem debaixo de qualquer pica que estivesse ao meu alcance e dura.



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