"Os mais excitantes contos eróticos"

 

#2 | Mulheres Interessantes


autor: DuduContos
publicado em: 11/01/17
categoria: traição
leituras: 787
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Se por um lado a sociedade insiste em impor padrões de beleza baseados nos corpos das modelos da Victoria’s Secrets, por outro existem mulheres bem mais interessantes de serem conquistadas.

E hoje meus olhos gostam de contemplar diversos tipos de mulheres. Não ligo se é loira, morena, asiática ou negra. O que importa é se dá aquele frio na barriga com apenas um olhar. E foi assim que aconteceu com Amanda, um gordinha muito sexy, morena e casada. Amanda tinha os cabelos pretos, bem escuros e brilhantes. Compridos até a cintura, o que dava um charme enorme a ela. O corpo é o que chamamos de “fortinha”, ou seja, coxas grossas, bunda grande, seios fartos e cintura mais fina que o normal. E me dava muito tesão de olhar pra essa mulher.

Ela não tinha filhos e era casada com um amigo do meu irmão, o que fazia dos dois apenas conhecidos. Nos conhecemos justamente numa confraternização na casa do meu irmão e depois viraram contatos de Whatsapp.

O tempo passou e as conversas foram naturais, do tipo “bom dia!”, vídeos bestas, piadas e etc. A conversa sempre era compartilhada com minha esposa pra evitar qualquer tipo de ciúme. E aos poucos a conversa foi mudando, onde ela passou a reclamar das viagens do marido, das noites e dias de solidão e outras reclamações. Eu cheguei a comentar isso com meu irmão, que estranho ao me contar que ele nunca foi contactado por ela. Ou seja, Amanda estava com segundas intenções. Então resolvi colocar à prova isso.

Numa dessas conversas disse a ela que ela poderia contar comigo para o que precisasse. E a resposta dela foi mais rápida do que eu esperava. Em poucas linhas combinamos um horário pra que eu fosse lá. Arrumei a desculpa perfeita em casa e na hora combinada, lá estava eu.

Ao chegar na casa de Amanda eu meio que tentei recuar. Fiquei pensando no problema que poderia arrumar, mas a curiosidade e o tesão falaram bem mais alto. Do carro eu apenas dei um toque pelo whatsapp. O portão automático abriu e rapidamente eu estacionei o carro. Desci do carro e lá estava ela, na porta da sua casa, me esperando. Ela usava um vestido bem colado ao corpo. As coxas grossas estavam quase rasgando o vestido e os seios por pouco não saltaram do tomara-que-caia. Meus olhos gulosos percorreram cada centímetro daquela mulher e o seu perfume tomou conta do meu cérebro, me fazendo sentir como um verdadeiro lobo na presença de sua caça.

Aproximei e dei um beijo no rosto dela. Ela virou-se andando, me conduzindo até chegarmos à sala. Não demorou muito e estávamos nos beijando com muita vontade um do outro. Minhas mãos ávidas percorriam pelo corpo de Amanda e em poucos movimentos, minha mão já buscava o seu sexo, escondido pela pequena calcinha que ela vestia. Pude sentir o calor e a umidade que via por entre as suas pernas. Amanda gemia baixinho, abria pouco as pernas, permitindo uma carícia mais superficial. Da mesma forma, ela explorava o meu corpo, tateando por entre minhas coxas até chegar ao meu membro duro. Ela sentiu a rigidez e apertou com força, arrancando de mim um gemido de tesão.

Estávamos loucos, tomados pelo desejo. A mente vez ou outra trazia à tona os pensamentos mais puritanos, do tipo: “Sou casado!”, “Ela é casada!”, “Estamos nos arriscando!”. Mas em poucas carícias esses pensamentos sumiram como fumaça em meio ao vento.

Enquanto nossas bocas se consumiam, fui deitando Amanda lentamente no sofá. Meus beijos começaram a deliciosa missão de percorrer o desconhecido. De sua boca quente e sedenta, fui sentir um pouco do seu perfume em seu pescoço. Logo meus lábios tocavam a sua pele delicada, arrancando arrepios dela. Suas mãos apertavam o meu corpo, vez ou outra puxando meus cabelos. Enquanto isso, minha cintura estava perfeitamente encaixada ao corpo dela. Levantei o vestido dela e fiz com que ela sentisse a rigidez do meu pau, ainda por cima da calcinha. Os beijos que eu emprestava ao seu corpo foram mudando de lugar, em busca do desconhecido. Logo estava no aconchego do seu busto, sentindo que em pouco tempo, os seus seios pudessem saltar direto para os meus lábios. Beijei muito a parte de cima dos seios, esperando que ela libertasse os ‘melões’ na minha boca a qualquer momento, cedendo às minhas carícias. E foi exatamente o que aconteceu. Logo eu mamava, de maneira tão ávida quanto um infante necessitado. Cerquei suas aréolas com a ponta da minha língua, fazendo-os ficar intumescidos e molhados. Dei leves mordiscadas, enquanto os olhos de Amanda imploravam por mais. Alternei de um seio para o outro, sempre mordiscando e mamando um - enquanto uma das mãos cuidavam da outra. Nesse meio tempo, meu quadril não parava de se mexer, dando a ela o prazer de um pau bem duro roçando em meio às suas pernas.

Dali a descida foi mais rápida. Percebi que, enquanto percorria sua barriga, ela sentia cócegas. E não era bem a minha intenção naquele momento. Então apressei um pouco o passo e logo estava em seu colo. Deixei ela deitada no sofá, enquanto me ajoelhei na sua frente. Beijei suas coxas por fora e de modo aventureiro, fui-me por dentro das pernas. Lambi de leve as coxas e fui adentrando, até que a língua tocou a virilha. Ela por si só abriu mais as pernas, permitindo-me uma visão mais detalhada da região. Ainda de calcinha, aproveitei para saborear sua virilha delicada e depilada. Amanda gemia mais alto agora, puxando meus cabelos e empurrando minha cabeça para dentro de si. Estava louca, descontrolada. Bem o que eu queria.

Logo tirei de lado o fino tecido da calcinha, sentindo o perfume delicioso do meio de suas pernas. Percebendo a umidade ali, estiquei a língua e dei uma saborosa lambida de baixo pra cima, embebendo-me do mel que escorria do seu sexo. Simplesmente perfeito! O sabor me fez querer mais, então novamente fui o mais baixo possível, alcançando o seu cuzinho e novamente subir até o alto. Toquei o clitóris e dedilhei o pequeno grelo inchado com a ponta da língua, fazendo movimentos delicados e rotativos por alguns minutos. Em seguida coloquei um dedo na vagina dela e fui penetrando-a devagar. A cada centímetro de dedo, era uma nova onda de prazer que passava pelo seu corpo. Amanda fechava os olhos e gemia prazerosamente, enquanto meu dedo deslizava pela sua gruta molhada. Minha língua não parava e logo eu a penetrava com mais ritmo, mais rápido. Depois diminuía e me sorvia novamente do seu mel precioso. Aumentava novamente o ritmo e diminuía. Não demorou muito para que Amanda gozasse na minha boca, deixando sua xana gordinha ainda mais molhada. Depois do gozo, Amanda quis se divertir também.

Dessa vez eu fiquei sentado no sofá. Eu ainda estava de calça, mas por pouco tempo. Amanda estava intensa, cheia de más (leia-se boas!) intenções. Enquanto ela tirava minha calça, meu pau pulsava de tanto tesão. A camisa já tinha ido pro espaço, assim como o sapato. Logo fiquei apenas de cueca e Amanda começou a sua sessão particular de uma deliciosa tortura.

Ainda por cima da calça, amanda mamou o que pôde. Beijou, apertou e admirou. Depois tirou apenas a cabeça do pau da cueca e lambeu apenas ali. Eu estava doido pra tirar a peça toda e socar meu pau bem fundo em sua garganta. Mas Amanda queria se divertir. Aos poucos o membro foi ficando menos provido de roupa e bem molhado. Ela gostava que o pau fosse fundo em sua garganta e logo engasgava com o membro, sendo engolido por ela vez ou outra. Depois as bolas, as quais ela deu uma atenção especial. E não se aguentando muito, Amanda levantou-se e de costas, sentou no membro. Atolou completamente e depois passou a mexer apenas a cintura. Uma bela desenvoltura da parte dela, aliás.

Deitando o corpo para trás e colocando os pés em cima do sofá, Amanda estava perfeitamente encaixada no meu colo. Suas mãos estavam apoiadas no meu peito, enquanto eu segurava sua cintura, ajudando-a a subir e descer. Aquela posição é simplesmente sensacional e confesso que se demorasse muito daquele jeito, eu gozaria muito rápido. Então deixei ela deitar em cima de mim e ainda encaixados, passei a apertar aquelas tetas maravilhosas. Beijava sua nuca e virava o pescoço dela quase que para trás para beijar a boca dela. A mistura do gosto de sua boceta com o meu pau ficou simplesmente magnifíco. Nada de nojinho vindo dela. Apenas puro prazer.

Claro que eu queria muito pegar aquela gostosa de quatro! E foi neste momento que vi o quanto uma gordinha se torna uma delícia! De quatro ela estava simplesmente fantástica, com o corpo encurvado e a bunda completamente empinada. Não resistindo, segurei bem a sua bunda com as duas mãos e enfiei o meu rosto no meio. Lambi sua xoxota molhada por mais alguns minutos, dando uma atenção especial agora ao cuzinho dela. Não sei se ela já havia experimentado sexo anal. Mas usei bem a minha língua, lambendo e enfiando a dentro do cuzinho dela. Por sua vez, Amanda estava adorando a carícia. Então testei com a ponta do dedo e para a minha surpresa, ela foi muito receptiva.

Delícia… Come logo o meu cú, come! Não aguento mais!

Realmente foi inesperado. Mas não titubiei e bem posicionado, fui lentamente colocando o membro. Em pouco tempo estava completamente alojado dentro dela. Amanda gemia baixinho, apertando as almofadas contra o rosto. Quando movimentei o corpo para trás, veio o gemido alto de prazer. Estoquei novamente fundo e comecei um delicioso vai e vem. Amanda passou a mexer sua cintura por conta própria, enquanto eu aproveitava e apertava sua bunda. Ela gemia e gritava impropérios, querendo mais e mais forte. Eu, obediente que sou, fodia minha gordinha com força e cheio de tesão naquele rabinho.

Amanda passou a brincar com a boceta, enquanto o seu cuzinho era preenchido pelo meu pau. Pra não deixar a boceta na vontade, tirei o membro do anelzinho dela e alojei dentro de sua xaninha. Ela adorou e gemeu mais alto ainda. Passou a esfregar seus dedos no grelinho e gozou várias vezes daquele jeito. Voltei o pau para o cuzinho da moça e naquele momento eu sabia que o melhor lugar para o meu gozo precioso seria ali. Vibrante, intenso e cheio de prazer… esse foi o meu gozo, que jorrei dentro dela, enquanto apertava o corpo dela contra o meu, dizendo alto pra ela o quão gostosa ela era. E logo amolecemos no sofá.

Depois disso tomamos um belo banho, nos amamos mais uma vez e rimos da situação. Claro que sabíamos da traição com nossos companheiros e de certa forma nos sentimos mal por isso ter acontecido. Mas nos encontramos outras vezes depois e uma grata surpresa aconteceu em um determinado momento, envolvendo o marido de Amanda. Mas fica pra uma outra oportunidade. Espero que tenham gostado.

Aos amigos: ocontadordecontoseroticos@gmail.com



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