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Foda em família- Com a nora na praia.


autor: Chronos
publicado em: 11/01/17
categoria: incesto
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Meu relacionamento com Paty mais parecia o de um pai e uma filha que se tratavam com muito carinho, depois daquela experiência maravilhosa que tive com ela. Porém ficou bem claro para mim que provavelmente outra oportunidade não haveria- uma pena!- pois tudo que a motivou, tirando o tesão dela por um homem mais experiente, foi a vingança. Passaram-se os trinta dias de reforma na casa de minha querida nora e tudo voltou ao marasmo de sempre, com minha esposa Celia.

Porém, quando Paty aparecia lá em casa para uma visita de fim de semana, vinha à minha memória os momentos maravilhosos de nossa transa. Transa, não. Isso qualquer um faz. Foi a foda mais intensa que tive com alguém. Nem Bia, minha amante, fazia tão gostoso.

Paty, apesar da raiva que a motivou, amava meu filho e o relacionamento deles embicou de vez para o matrimônio. Celia agora passou a sofrer ainda mais com a ausência dele, que decidiu juntar suas escovas com Paty antes do tempo. Na minha época não era assim. A gente casava no papel, depois na igreja, essas paradas todas, mas foi melhor assim, pois cortar de vez esse vínculo materno que somente estragava ele.

Antes de ele ir embora, tive uma conversa com ele.

- Kaleo, é bom sempre lembrar que sua escolha vai mudar para sempre toda sua vida. Cuida bem dela. Não deixa sua vida cair na mesmice e na monotonia como eu e sua mãe enfrentamos hoje. O que você está vendo hoje tem de ser um porquê forte para seu casamento não se tornar o mesmo.

- Entendi, pai. Obrigado por tudo. E por defender minha mulher das implicâncias da Dona Celia.

- Com todos os defeitos que têm, ela é louca por você. Nunca se esqueça da sua mãe. Não apareça sempre aqui em casa a fim de dar brechas para ela se meter na sua vida, entendeu!? Aliás, ninguém! E mais uma coisa...

- O que!?

- Filho, eu sei que você foi um conquistador, namorador como seu pai na juventude, mas essa garota é a primeira que vejo disposta a te fazer feliz de tudo quanto é jeito. Como uma filha para mim. Tem uma hora que o homem precisa se aquietar, e você tem uma bela razão para fazer isso. Honre essa escolha dela. Ame-a, cultive sempre isso.

- Do jeito que você fala, parece até que se apaixonou por ela, rs, que isso, pai!

- Ela não é apaixonante!? Seja sincero!

- É... Vero, meu velho. Poxa, vou sentir sua falta! Mas olha, se sou assim, é por sua causa, viu! Tu que me incentivou a pegar as garotas! Nega isso!?

- kkkkkkkkk, claro que não. Mas abre seu olho, filho. Mulher é igual a um recipiente. O que você fala, e faz, vai enchendo, enchendo até que um dia transborda tudo de volta para você. Lembre disso. E você terá uma mulher louca por você até sair da Terra.

- Profundo agora, velho! Deve ser por isso que a mãe está com você até hoje.

- Poderia ser muito melhor, filho, sua mãe e eu erramos muito, verdade. Mas não quer dizer que você tenha que repetir, entende!? E mais: Ponha ela sempre em primeiro lugar. Nunca o trabalho, nem mesmo os filhos. Foi aqui que eu e ela erramos. Talvez por sermos loucos por você.

- Valeu, velho. Nunca vou esquecer isso.

E assim, Kaleo cortou o coração de Celia , e graças a Deus, deixou de ser paparicado por ela e foi viver a vida com aquela deusa egípcia. Até tentei levar uma vida sossegada com minha esposa, mas gente: Quem tem disposição e instinto de caçador como eu não para quieto nunca!

Depois da virada do ano, fomos para uma praia no interior de Salvador. Eu gosto muito de praia, Celia detesta, mas abriu exceção porque o filho querido também estaria lá. Porém, chegaria somente no sábado, devido o seu trabalho.

Na quinta-feira fechei meu estúdio e cacei rumo para Madre de Deus. As meninas decidiram passar os dias em um lugar menos movimentado, águas mais calmas, e fomos Celia, Ana, a irmã dela, a cunhadinha magrela que havia pego, e mais uma vez, a deliciosa da minha nora Patrícia.

Viagem tranquila, rimos e brincamos bastante, não tivemos nenhum contratempo. Mas estava quente pra caralho, pessoal. Eu já cheguei tirando a roupa e ficando somente de cueca, sandalinha e um óculos. Passeamos até achar um lugar próximo aos quiosques de água de coco, montamos nosso espaço e fiz questão de me jogar naquelas águas deliciosas para espantar aquele calor que gostava meus ombros. Celia e Ana vieram logo atrás, mais cautelosas. Celia não sabe nadar e odeia ondas violentas. Eu nadei o mais longe que pude, até elas perderem-me de vista. Estava tão tranquilo que parecia rio. Depois desse banho de mar relaxante estendi minha cadeira de praia, e fiquei ouvindo música. Paty estava relaxada ao lado esperando as duas voltarem da água, mas eu falei para ela:

- Ô, norinha, tira logo essa roupa e se joga nesse mar que tá uma delícia! Eu tomo conta de tudo, não precisa esperar elas voltarem!

- Ah, tudo bem, então.

A praia tava começando a ficar mais movimentada. Sem a gente perceber, já tinha várias pessoas montando suas barracas ao redor. Parece que na volta não teríamos o mesmo sossego da vinda. Procurei admirar a paisagem e observar as belas ninfetas que desfilavam seus corpos com fio dental diante de meus olhos. Paty, enquanto tirava a roupa, olhava-me com cara de reprovação. Tô nem aí, se o Criador faz mulheres bonitas, é para se admirar mesmo.

- Eita, mas o senhor, hein!?

- Que que é, norinha!?

- não dá uma folga, fica olhando para todas mulheres que passam!

- Não estou fazendo nada, linda. Apenas olhando e apreciando. Vai me dizer que não pode!?

- Quem não te conhece que te compra! Chronos, você é um safado, fica com essa cara de tarado enrustido olhando só pra bundas, enquanto sua esposa está logo ali, tenha respeito!

- Patrícia, fala aqui com a minha mão!- fiz o gesto para ela de boca faladeira.- vim para cá para curtir, ver gente bonita, não pra ouvir sermão, a não ser que...

- que o que, sogro!?

Olhei para ela, já de biquíni, que delícia. O pau acendeu na hora. Tive que pegar uma toalha para ninguém ver.

- a não ser que você esteja disposta a saciar minha vontade, então quem sabe eu não me aquiete um pouquinho!


Eia ficou, sem graça, tentou argumentar, que não era certo, mas vi que ficou toda estouradinha. A putinha ficou mexida com as lembranças, só podia ser.

- Deixa de ser safado, tá! Agora sou uma mulher bem casada, comporte-se!- colocou o óculos de sol para disfarçar o nervosismo.

- Ah, se você quisesse relembrar, ia ser maneiro, kkkkkkk.

- pára, seu sem-vergonha! Já disse que não!

E o assunto deu uma freada , pois Celia e Ana estavam de volta , já perguntando o que iríamos comer. Como a casa que alugamos ficava um pouco distante da praia, ficamos até o sol atingir o meio do céu, e caçamos rumo. Justamente na hora que a praia tava cheia de mulheres gostosas, puta que pariu.

Voltamos no meio do caminho com Paty se fazendo de difícil, e quando nossos olhos se encontravam pelo espelho retrovisor interno do carro ela desviava fazendo biquinho. Posso estar enganado, mas ela estava sim, atormentada pelas lembranças e irritada com a conversa. Que se foda, não tô nem aí!

Após o almoço, Ana caçou rumo e foi dormir. Celia comeu logo que a comida foi posta à mesa e foi tomar um banho para tirar os sais do corpo. Paty foi a última a almoçar. Resolvi provocá-la um pouco mais: Fui até a geladeira, peguei uma garrafa de água mineral, como quem não quer nada, enquanto ela não tirava o foco do prato. Ou fingia fazer isso para me vigiar. As lembranças ficaram vivas novamente na minha memória. Gente, foi mais forte que eu. Ela sabia que eu estava ali, observando ela, mas ignorava-me de propósito. Era uma visão estonteante os seios tão saudáveis daquele corpo mignon saltando às vistas. Não tem como não ficar de pai duro, comecei a massagear por cima da cueca. Ela viu e sacudiu a cabeça negativamente. Provoquei mais.

- Olha aqui, Patrícia, como ele já tá grandinho...

- Quer parar com essa brincadeira, sua esposa sai do banho e vê essa merda, quero ver o que o senhor vai fazer.

- É que me dá um tesão vendo as mulheres na praia, dá vontade sabe de que!? Tocar uma punheta bem demorada, gostosa.

Aí aproximei-me mais dela e saquei minha rola da sunga e ofereci para ela. Ficava se fazendo de difícil, mas eu via nos olhos dela o brilho eterno daquela mente suja de nossas lembranças.

- Sou noiva do seu filho, você sabe que não podemos fazer isso!

-Deixe de besteira Paty. Você chupou gostoso naquele dia e aposto que tá com água na boca. Olha como ele tá grandinho pra você. Tô roçando ele na mesa, mas posso roçar ele na sua língua, basta você querer.

Era só forçar mais a barra para romper a fronteira que separa a moça distinta da vagabunda. Eu podia sentir: Ela queria! Porém, a brincadeira quase foi flagrada, pois Celia saiu do banho e veio direto para a cozinha. Tive que guardar minha Black Sabre de volta à bainha e simular qualquer coisa. Uma pena!

Restou-me ir para a varanda e distrair as duas cabeças com algumas melodias tiradas do meu violão. Foi bom para desenferrujar um bocadinho a memória mostrando à Paty minhas canções interpretadas na juventude. Pessoal de hoje escuta muita porcaria. Podem chamar as musicas do meu tempo de bregas que eu não troco por essas batidas de funk idiotas que ligam sua mente direto na putaria. Paty então pode conhecer um pouco do meu talento fora da cama, e Celia de vez em quando olhava da sala, dando um sorriso para mim, quem sabe lembrando da nossa época apaixonada. Tempos que não voltam mais!

Quando finalmente, ela pegou no sono, aproveitei a chance para provocar a minha amante da cor do pecado e saquei minha piroca para fora da cueca de novo. Eu estava sentado na rede e Paty mais afastada um pouco, perto da sacada, sentada no chão. Quando ela percebeu, fez gesto para que eu guardasse, mas aí eu iniciei uma punheta. Ela sorriu desconcertada mas, deu uma mordida de canto de lábios e fingira ignorar virando pro lado .

Levantei rápido e fui em sua direção, agarrei-a pela nuca e sentei a rola na boquinha fina dela. Ela tentou me empurrar. Deu uma sugada forte, e tirou da boca com medo da minha patroa ver.

-Dona Célia pode ver. Pára!

-Ela tá dormindo. Daqui dá pra eu vigiá-la. Vai, continua. Capricha que eu tô vendo se a velha acorda.

Como minha mulher caiu num sono pesado, não precisei vigiar nem do lado de dentro e tampouco do lado de fora da casa. De vez em quando dava uma olhadinha, mas voltava a socar a boquinha arisca da minha amante secreta. Como ela estava sentada de costas na parede não teria como escapar de mim nem que quisesse. Soquei meu caralho todo dentro dela até sobrar as bolas batendo no queixo. A forma como ela chupava era a evidência de que aquela puta tava com saudade. Como ela chupava gostoso, gente.

Tirei um pouco o pau da boca de Paty pois a coitadinha tava sufocada.

- Rsrs, você quer me matar, seu cachorro!?

-Só se for de prazer, sua vadia. Tô só começando.

- Você é impossível!

- E você gosta!

- Quer saber!? Gosto mesmo, kkkk, azar de quem não cuida direito de você.

- Então você agora quer cuidar de mim, norinha!? Por que ficou se fazendo de difícil!?

- pra você não ficar mal- acostumado!

Abaixei totalmente a sunga e o que se seguiu foi uma deliciosa sessão de lambidas pelas coxas, bolas e piroca. Finalmente havia se rendido a meu poder viril. Enverguei meus quase dois metros sobre o frágil corpinho da noiva de Kaleo e suspirei:

-Delícia de nora que você é.Linda! Tá gostando da rola de sogrão, tá?Aproveita que a sogrinha não tá vendo e cai de boca, vai.Chupa aqui, vai... Isso, caralho,chupa minha porra!

Paty só obedecia e encapava meu membro com total capricho. Ajoelhou-se e começou a punhetar e chupar ao mesmo tempo. Com a outra mão, ela se tocava na rachinha. Não resistir me abaixei para boliná-la com minha enorme mão: Estava toda molhada! Penetrei com meus dedos e trouxe o melzinho até minha boca.

-Que delicia de buceta gostosa da porra, fica em pé pra eu chupar!

Levantei-a e conduzi até a sacada da janela, onde ficou debruçada, com as pernas afastadas o suficiente para me dar uma privilegiada visão. Como ela havia colocado uma sainha branca, era fácil enganar Celia caso ela ou Ana acordassem.

Empinada e toda aberta de frente pro meu rosto, recebeu um oral totalmente selvagem.

- Ai, sogrinho, que fome de xota é essa, porra!- sussurrou para mim.- Caralho, tá me deixando toda ardida somente com a boca!

- É culpa toda sua, não ter me dado todo esse tempo! Quero mais.

Fui por trás dela, dando um descanso pra sua vulva inchada e abri seus glúteos castigando-a com um delicioso beijo grego. Descobri outro de seus pontos fracos: Adora uma lambida no cu! Kaleo faz um bom serviço. Paty rebolou na minha cara e pediu para enfiar mais a língua no cuzinho moreninho.

- Rebola mais, vagabunda! - e chupava e mordia e penetrava-lhe fazendo ela gemer guturalmente, sem despertar Celia de seu inocente sono!

O tesão dela era tanto que escorreu seu gozo pelas pernas e ela pediu para eu chupar o centro de seu prazer de novo.

Ai que tesão que tô, meu sogro. Chupa meu mel, vai.Tô doida pra ter sua rola dentro de mim outra vez.

-Você quer é? Então vai ter, norinha. Sogrão vai te dar pau.Vou enfiar meu cacete em você.

-Como vamos fazer? Ela pode acordar.

Como a varanda é grande e tem uma área lateral, pude continuar vigiando minha esposa vendo-a de onde eu estava , ainda tendo vista para a janela. Paty ficou empinadinha ali de frente pra quina da parede e logo atrás dela, encontrei o caminho dos prazeres. Puta que pariu, que xaninha gostosa! Entrei com gana, já arrancando suspiros profundos dela:

-Mete tudo, mete!

-Toma safada. Toma pau.

-Isso, caralho! Enfia gostoso.

Minha fúria era tanta que não demorou muito tempo para romper minhas barreiras e liquefazer-me dentro de minha nora. E o melhor de tudo: Sem camisinha, do jeito que papai gosta de comer! E ela nem reclamou. Ainda bem. Devia estar tomando pílulas. Eu acho.

Despedi-me dela com um beijo bem demorado e fui tomar banho. Obvio que não podia deixar vestígios pois minha cueca tava toda babada de gozo, tive de lavar no chuveiro.

Deixei-a na sala assistindo TV e fui dormir. Agora minha tarde estava completa. Completa!? Kkkkkkkkk, estava apenas na metade....

Olha o que essa safada me aprontou: Tô lá eu dormindo, totalmente espalhado na cama, que amo dormir assim, e ela me acorda. Com a bucetinha, cheirosinha de um banho na minha cara.

- Não se preocupa, não, meu safadinho. Tua mulher saiu com a irmã. A casa é toda nossa, e agora eu sou tua nega. Chupa minha xoxota, chupa... Hummmm, isso, porra, me chupa, sogrinho.

- Agora sim, vamos trepar gostoso, vou mamar até me acabar nesse grelo!

- Aaaaaaaaieeeee, chupa, me fode gostoso seu taradão!

- Vai ver o trato que eu vou te dar agora, sua vadia.

Coloquei-a na posição inversa e nos divertimos num 69 de um gozar na cara do outro. Não satisfeita, Paty começou a chupar e lamber toda minha essência do pau até ele levantar outra vez.

- Danada, quer mais pica, quer!?

- Você me atiçou, kkkkkk. Agora tô acesa!

- Então cavalga no seu garanhão, anda potranca!

Agora ela que tava me fodendo. Sentou com força e rápido até dar sinais de um novo gozo outra vez. Dessa vez ela soltou um urro de fera.

- Aaaaaaaaaaaaarrrrr! caralhoooo!!

- Isso, filha da puta, se solta, vadia!

- quero mais, porra! Anda, fode essa buceta, caralho!

Desabou sobre meu corpo num beijo voluptuoso e sem nenhum pudor. Sua língua invadia minha boca sodomicamente, que furor!
Coloquei-a agora deitada enquanto eu agora dominava toda a foda. Ali, como papai e mamãe, fodemos agarradinhos, sem tirar a boca um do outro. Quando não mordia o pescoço, mordia os mamilos. Quando não era os mamilos, eram seus lábios, e vice-versa.

- Me dá seu cuzinho, dá, delícia!

- Ele tem dono, sogrinho, kkkkk, somente meu noivo pode comer ele. Além disso, você me deixaria toda arrombadinha!

Então fodi sua buceta com mais força até ela gritar freneticamente num novo e intenso orgasmo.

Aquela tarde foi algo inenarrável. E Patrícia!? Kkkkkkk, somente parou de foder nessa viagem quando dormia. Quando Kaleo chegou no sábado, aí que ela ficou toda arrombada mesmo.

Para a alegria geral da família, eles anunciaram o casamento. Em março, próximo, devem estar oficialmente casados. Pois felizes, eles já são. E a foda em família... Essa não parou nunca!

Fim.




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