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A professora


autor: corno23
publicado em: 31/08/16
categoria: traição
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Fui convidado para um jantar na casa do meu colega de trabalho. Ele era casado com uma jovem professora. Pela educação eram ótimos anfitriões. Serviram naquela noite comida italiana. Após o jantar abriram uma garrafa de vinho e me serviram. Fomos até a sala para assistir ao telejornal. Eu e ele começamos a conversar sobre as tarefas do trabalho, enquanto ela perguntava, mais para mim, o que eu achava do nosso trabalho, se era muito monótono. Ela comentava sobre a profissão de professora e de como os alunos eram indisciplinados volta e meia. Ela era professora de matemática, e eu sempre fui péssimo aluno na matéria. Meio que brincando, perguntei se ela se dispunha a me dar aulas. Ela sorriu e olhou para seu marido meio que displicentemente. Fui para casa e não conseguia parar de pensar na esposa do meu colega. Pois bem, pensei, ela vai ter que me dar aulas então. Aproveitei a oportunidade num certo dia de trabalho. Eu e meu colega estávamos com uma dúvida em relação a um certo problema de contabilidade que havíamos nos deparado no trabalho. Eu disse para ele: vamos perguntar à sua esposa, se ela sabe fazer esse cálculo. Ele concordou e pediu para eu ligar para ela, pois entedia melhor que ele sobre a dúvida que havíamos nos deparado. Ela, muito pacientemente, por telefone e com uma voz terna, me auxiliou a resolver o problema. Ao término da ligação, perguntei novamente se ela não gostaria de me dar outras aulas de matemática, mas desta vez, de forma presencial. Dando um belo suspiro disse sim, mas seu marido haveria de concordar. Não ganhávamos tão bem assim, eu ganhava um pouco melhor que ele, pois era de um nível hierárquico um pouco acima. Perguntei para ele se a sua esposa não poderia me dar aulas, eu pagaria um tanto para os dois. Ele me respondeu com uma pergunta. Somente se eu o liberasse os sábados de trabalho para ele e as aulas deveriam ser na sua presença. Eu pensei um pouco e como gostava tanto da esposa dele, mesmo que estando em sua presença eu iria querer aulas dela. Combinamos então para o próximo sábado ter aulas de matemática. Fui até a sua residência no período da manhã. Parece que era comum eles permanecerem de pijama em casa. Ela estava vestindo um pijaminha bem apertado e nossa, meu pênis levantou no mesmo momento. Era tanta gostosura que eu não conseguia parar de pensar em como iria comer aquela mulher. Começamos então a ter aulas na mesa da sala. Sentou ao meu lado e pôs o computador em minha frente. Entre explicações, me via olhando para ela com um deseja imenso. Estava de cabelo preso e rosto lavado. Parecia mais bonita ainda. Então, após esta primeira aula, perguntei como havia sido o meu rendimento. Ela disse que eu necessitaria de muitas outras aulas para ficar mais ou menos na matéria, dando um leve sorriso. Tivemos mais duas aulas na presença do meu colega, eu sempre tentando disfarçar o máximo o meu desejo pela sua esposa, até que ele ficasse mais à vontade de me ver perto dela e nos deixasse ter aulas a sós, estava pagando mesmo. Mas não deu, ele nunca deixaria isso acontecer. Num certo dia, resolvi arriscar. Liguei para ela e perguntei se não gostaria de tomar um café comigo. Parece que ela demorou um ano no telefone para responder, mas no final ela concordou em fazer isso, mas apenas se conversássemos sobre as aulas. Tudo bem. Fomos até um bistrô e iniciamos a conversa. Comentei que nunca havia tido uma professora tão boa quanto ela e que se tivesse tido aulas assim quando estudava na escola teria sido um aluno melhor e muito provavelmente estaria ganhando bem mais agora. Ela disse que as coisas não acontecem quando a gente quer e que se eu não tinha tido aulas como essa antes é porque haveriam de ser com ela. Depois disso, ficou mais fácil ter contato com a moça. Nos encontrávamos volta e meia para discutir assuntos diversos. Já éramos amigos. Mas, com um detalhe, o meu colega desconhecia esta nova amizade entre a sua esposa e eu. Num desses encontros resolvi ir mais além. Peguei em sua mão e beijei. Disse-me que seu marido nunca beijava a sua mão. Respondi que mão de professora deve-se beijar a todo instante. Principalmente a boas professoras. Ela sorriu e ao se despedir me deu três beijos no rosto, como de costume, “para casar”. Pensei comigo, agora está fácil de levar. Resolvi preparar a nossa “lua de mel”. Amantes também tem lua de mel e se casam, a ponto de ficarem com ciúmes de seus respectivos cônjuges e eu já estava com muito ciúmes do meu colega de trabalho. Pensei, essa mulher deveria ter casado comigo. Pena que já está usada. Todo mundo quer ter um carro zero quilômetro. O prazer de saber que só você usou aquele carro e sentou naquele banco é outra coisa. Elaborei um plano para leva-la em casa. Disse que precisava de ajuda um uma planilha que estava elaborando no meu computador e que estava com dificuldades para elaborar as fórmulas. Na verdade, havia feito uma pesquisa anterior e os cálculos eram tão complicados que até mesmo ela não saberia resolver de prontidão. Foi até a minha casa e a fiz sentar na frente do computador. Preparei um café. A via olhar para a tela do computador com muita preocupação, mas na verdade não era com os cálculos que estava preocupada, e sim comigo. Podia ver em seu rosto, estava vermelha. Peguei novamente em sua mão e disse: esta mão deveria estar segurando a minha e não agarrada a um pedaço de plástico que mais parece um rato. Não é à toa este objeto chama-se rato. Ratos segurando ratos. A fiz levantar da cadeira e lhe deu um abraço. Foi recíproco. Me abraçou forte. Olhei bem para os seus olhos e com os meus lábios toquei de leve os seus. Começou a tremer o queixo e a praguejar. Neste instante dei um forte beijo à francesa. Foi rápido. Olhei novamente em seus olhos para saber se o desejo ainda permanecia. Fechou-os de leve. Então, comecei a tirar o seu casaco. Com uma das mãos toquei delicadamente em seus seios, enfiando a mão pela parte de baixo de sua camisa. Reparei que seu sutiã estava bem apertado. Levando as duas mãos de encontra as suas costas, despreguei o seu sutiã. Tirei-os e os lacei longe. Vestia uma camisa de seda. Desabotoei a camisa e a deixei entreaberta e comecei a mirar em seus seios. Foi então que a abracei novamente e a beijei em seu pescoço. Queria morder. Olhei novamente para seu rosto e o desejo se intensificava. Foi então que terminei de tirar a sua camisa. Abracei-a novamente, desta vez beijando-a na orelha. Dei uma leve mordida. Pedi para ela desabotoar a minha camisa, ela o fez deixando-a vestida e com as mãos acariciava meus peitos. Terminei de tirar a camisa e segurando-a no colo a levei para meu quarto. Deitei-a na cama. Comecei a tirar os seus sapatos. Ainda vestindo as meias, massageava seus pés (se tem alguém que chifra bastante neste mundo é massagista, não é à toa fazem tanto filme pornográfico com esse tema). Queria deixa-la de meias. Pediu para tirá-las, mas eu neguei. Perguntei se poderíamos transar vestindo meias. Ela sorriu olhando para cima e não sei bem o que ela interpretou, mas identificou que eu poderia não achar os pés das pessoas bonitos. Existem pessoas que preferem ficar de meias o tempo inteiro. Mas não era bem verdade. Não queria abusar neste primeiro momento de uma parte que eu tanto admirava. Deitei em cima dela e comecei a beijar o seu rosto por todas as partes. Como reflexos parecia tremer. Deitei ao seu lado e olhando para seus olhos acariciava seus seios. A fiz deitar de barriga para baixo e massageava suas costas. Com ela ainda de barrigas para baixo, deitei por cima e a beijava no rosto. Ficava o tempo todo de olhos fechados e abria-os de vez em quando. Neste momento tive o pensamento de pararmos. Perguntei para ela o que realmente estava sentindo e no que estava pensando. Disse que muitos pensamentos vinham em sua cabeça. Perguntei então qual era o pensamento que vinha em relação ao seu marido. Respondeu que estava se sentindo culpada, mas que o desejo era maior que a culpa e que aquilo que estava acontecendo estava por modificar inteiramente sua vida, a ponto de pensar em pedir o divórcio para seu marido, pois o seu desejo por mim era maior. Virei-a novamente de barrigas para cima, passei a acariciar novamente seus seios e em todas as partes do seu corpo. Passei então a desabotoar a calça. Com o zíper entreaberto pus as minhas mãos na sua fruta do centro de seu jardim. Percebi que a depilação era recente. Parecia se preparar para esse momento. Parecia então que tudo que havia feito até aquele momento, quanto toda a preparação para finalmente pôr as minhas mãos neste lugar, teria sido tempo perdido, pois ela também estava com esse desejo. Perguntei então se este meu pensamento era verdade. Disse que sim, e que havia percebido tudo desde cedo e que os meus desejos eram para com ela, assim como os delas eram para comigo. Perguntei: se A é igual a B, B é igual a A? Sim, respondeu. Tirei a sua calça e passei a acariciar a suas pernas. A via fazer leves movimentos de pernas para abri-las. Disse para esperar. Disse que a penetração deve ser o ato final e que não estava pagando qualquer mulher para fazer isso, era a minha professora. Virou-se para mim e com as mãos passou a tocar em meu jardim. Naquele momento disse-me que estava com pressa. Não entendi bem do que ela estava falando. Tirei então o restante da minha roupa e sua calcinha e finalmente a introduzi com muita delicadeza. Estava consumado. Aquele era o momento pelo qual eu tanto esperei. Comer a minha professora.



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