"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Aluna de SDM VIII


autor: adriano.master
publicado em: 05/12/15
categoria: bdsm
leituras: 2659
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Bom pra quem acompanha minhas aventuras, aqui vai mais uma. Depois da festa na casa da Mariana passei algumas semanas sem ver D. Ana. Ela não entrou em contato e fiquei agradecida pois estava terminando minha graduação. Muito trabalho para terminar a tese, preparativos para festa e tudo o mais. Durante a cerimônia de colação de grau D. Emile se aproximou de mim e me entregou um pequeno pacote, dizendo que era um presente de D. Ana. Fiquei surpresa e muito feliz, agradeci, mas não abri ali. Depois da festa, em casa, no meu quarto, abri o presente. Era um lindo anel, com um pequeno rubi e uma inscrição "A ti pertenço". Fiquei muito feliz pelo presente.

Dois dias depois recebi um telefone de D. Ana, ela me felicitou pelo termino da faculdade e solicitou minha presença em sua casa no fim de semana. Ela queria falar sobre meu futuro e como ela poderia me ajudar em minha carreira profissional. Cheguei na casa de D. Ana sábado pela manhã. Ela me aguardava em seu escritório. Como sempre ela estava linda, com um vestido bege, que colava em seu corpo, acentuando suas curvas. Ela se aproximou de mim e me beijou... como sempre, fui as nuvens. Aquele beijo sempre, sempre me tirava do ar, a delicadeza da língua me penetrando e invadindo, me controlado e me dando prazer... Depois nós sentamos e ela me felicitou novamente pelo termino da faculdade. Disse que tinha uma vaga disponível em uma das suas empresas. Não era um cargo elevado, mas era um começo. Fiquei super agradecida e disse a ela que daria o meu melhor e que ela não se arrependeria. Assim espero, ela retrucou. Depois ela perguntou se eu havia gostado do presente. Respondi: amei, Minha senhora. Bom, ela respondeu. Você leu o que eu mandei gravar? Sim, Minha Senhora.

D. Ana: A ti pertenço, você acredito na frase?

Regina: Sim, Minha Senhora!

- A quem você pertence?

- A Senhora. Minha Senhora.

- Sem reservas ou restrições?

- Sim, Minha Senhora! (Respondi sem hesitar)

- Você fará tudo que eu ordenar? Mesmo que isso lhe constranja? Ou você não goste do que eu lhe ordenar?

- Sou sua serva. Meu dever é obedecer.

- Ela sorriu e disse: Sim, o dever de uma serva é obedecer. Estou impressionada com a determinação em sua voz, você aprendeu muito em pouco tempo. Mas, hoje, você vai aprender uma dura lição, é mais fácil dizer, do que fazer. Vou perguntar novamente, você obedecera sem questionar?

- Sim, Minha Senhora.

- Bom. Umas das senhoras que estavam no aniversário da Mariana, me solicitou um encontro privado com você. Essa mulher é um membro importante do judiciário do nosso estado. Ela gostou muito de você, a voz dela tremia quando ela me fez o pedido. Eu concordei. Você se encontrará sozinha com ela esta noite e vai realizar todos os desejos dela.

Tremi... me encontrar com outra mulher? Sem a presença de D. Ana?

D. Ana: Você parece amedrontada, você esta receosa?

- Sim, Minha Senhora.

- Bom minha Querida. Eu compreendo, mas eu vou lhe dar todas as orientações. Esta mulher não gosta de mim, mas apesar disso, eu preciso da ajuda dela. Ela pode causar um grande prejuízo para minhas empresas. Com a sua ajuda eu posso reverter isso.

- Sim, Minha Senhora.

- Primeiro, quando ela lhe ordenar algo, pense em minha voz, uma ordem dela, será uma ordem minha. Segundo, ela com certeza vai falar mal de mim, que eu não sei tratar ou cuidar de outra mulher. Ela lhe deseja, mais do que gostaria e vai tentar seduzi-la. Você deve concorda, mas não rapidamente, concorde com relutância, como você tivesse medo de mim. Diga a ela que você depende de mim financeiramente e que isso a torna mais difícil para você se libertar do meu controle.

- Sim, Minha Senhora.

- Se mostre tímida, insegura, dependente. Ela tem vai querer protegê-la de mim. Vai querer resgatá-la da senhora maldosa e dominadora, sendo isso que ela quer se tornar. Seja obediente, submissa, tímida. Ela vai adorar, será como um sonho realizado para ela. E logo, ela estará em nossas mãos. Você entendeu?

- Sim, Minha Senhora.

Depois disto ela se aproximou me abraçou e beijou. Me senti protegida em seus braços, eu era dela, estava pronta a servir da maneira que ela desejasse. Ficamos algum tempo e conversamos sobre o emprego que ela me ofereceu. Almoçamos e ela disse que tomasse banho e me aprontasse. Fomos para seu quarto e tomamos banho juntas. Tentei beija-la, mas ela não deixou. Dizendo: faça o que lhe pedi e lhe darei muito prazer quando você retornar. Aquelas palavras me encheram de tesão. Lá pelas seis horas da noite um carro veio me pegar e nos despedimos.

Cheguei a casa da senhora desconhecida. Era uma casa grande, dentro de um condomínio de luxo. Estava vestindo um conjunto de saia e camisa marrons, calcinha de renda e sutiã preto. A dona na casa me esperava em uma sala ampla e com meia luz. Ela estava sentada em uma cadeira. Era uma senhora com mais de cinquenta anos, 1,76 de altura, ruiva, com alguns cabelos brancos e seios grandes, um pouco magra. Me aproximei e a cumprimentei.

- Boa noite Senhora.

- Boa noite Regina.

-A Ana lhe falou que é para me obedecer e atender a todos os meus pedidos?

- Sim, a Minha Senhora ordenou que eu a atendesse a todas suas ordens.

- Sua senhora é uma tola, uma pessoa sem um mínimo de classe ou educação!

- Se a Senhora diz. (Minha real vontade era de defender Minha Senhora)

- Não é o que eu digo. É apenas a verdade.

- Sim, Senhora.

- Pare de me chamar de Senhora. Me faz me sentir velha. Se dirija a mim como "Mrs Red".

- Sim, Mrs Red.

- Bom. Vamos as regras: primeiro, você nunca deve falar sem minha permissão.

- Sim, Mrs Red.

- Segundo: sempre deve fica de cabeça baixa em sinal de submissão.

- Sim, Mrs Red.

- Você não deve me olhar ou me tocar sem permissão.

- Sim, Senhora... Desculpe Mrs Red. (Corrigi rapidamente).

Ela se levantou e me esbofeteou com força (meu rosto ardeu na hora). Depois disse: você sofrerá punições por cada erro. Não haverá exceções. Você entendeu?

- Sim, Mrs Red.

- Bom. Agora se dispa, fique apenas de calcinha. Depois se ajoelhe, coloque as mãos para trás, abra bem as pernas e fique de cabeça abaixada.

- Sim, Mrs Red.

- Enquanto me despia, ela se levantou, foi em direção a uma mesa próxima, onde havia algumas garrafas de bebida e tomou uma dose de uísque. Eu fiquei observando enquanto ela se despia. Ela usava um espartilho preto, meias e cintas liga também pretas. Ela notou que eu a observará e temi sua reação. Me ajoelhei o mais rapidamente que podia, coloquei as mãos para trás e baixei o rosto em sinal de submissão. Ela se aproximou de mim, colocou a mão de leve sobre meu rosto, me segurou pelo queixo e levantou o meus rosto. Tentei desviar o olhar, mas ela ordenou. Olhe para mim! Temi, mas olhei em seus olhos. Senti medo, eles demonstravam uma irá, uma raiva... Paffftttt.... outro tapa.

- Veja como tenho razão. Sua desobediência, sua incapacidade de cumprir ordens tão simples, demonstram o quanto a Ana é incapaz. Estou certa?

- ... Sim, Mrs Red.

- Muito bem putinha. Posso lhe chamar de putinha?

- Sim, Mrs Red.

- Claro que eu posso lhe chamar de putinha. Putinha, putinha, putinha...

Ela foi para trás de mim e colocou algemas em meus pulsos (nunca havia sido imobilizada por nenhumas das minhas senhoras antes). Depois se posicionou na minha frente e mostrou um pequeno e fino chicote. Quero lhe apresentar meu "pequeno charles". Eu e ele vamos lhe ensinar obediência. Ela me segurou pelos cabelos e me levantou. Depois me levou pela sala e me reclinou de frente sobre uma mesa. Abra as pernas!!! Ela gritou. Obedeci. Zappttt...(sem aviso, sem pena, ela começou a me açoitar) Zappttt....zaaaapt... Zaappppttt... zaaaptttt... zappttt... zaaaaaapppttt... (a cada chicotada eu gemia de dor) zzzaaaptt... zaaaptttr... zaaapptrr... zaaapttt... zaaattpptt.. zzaaapttzz.... zaaaptt.... zaaappppttt... zaaaappppttt...

- Quantas vezes eu lhe chicotiei?

- Não sei Mrs. Red.

-Burra...zzzaaaptt... burra... zaaaptttr... burra... zaaapptrr... zaaapttt... burra... zaaattpptt..

- E agora quantas vezes?

- Cinco... cinco (respondi com medo)

- Zappttt... cinco? cinco o que?

- Cinco, Mrs Red.

- Muito bem putinha. Ela disse. Depois, puxou meus cabelos, levantou meu rosto e me beijou. O beijo dela era violento, bruto. Sua língua invadiu a minha boca com força, em uma busca frenética por prazer. Finalmente ela mordeu meus lábios com força e me fez gemer de dor.

Ela voltou a se posicionar atrás de mim. E novamente começou a me açoitar, sem controle, sem domínio. Era apenas raiva incontida. zaaattpptt... puta... zzaaapttzz.... zaaaptt.... Zappttt....zaaaapt... Zaappppttt... puta.... Zaappppttt... zaaaptttt... zappttt... zaaaaaapppttt... zaaattpptt.. zzaaapttzz.... zaaaptt.... zaaappppttt... zaaaappppttt... puta... zzzaaaptt... puta... zaaaptttr... puta... zaaapptrr... zaaapttt... puta... zaaattpptt (no final eu gritava de dor).

- Muito bem putinha. Boa menina, repita: eu sou uma boa menina

- Eu sou uma boa menina. Zapppttt... (nova chicotada)

- De novo.

- Eu sou uma boa menina. Zzzpppttt

- Ahhhhhhh... eu sou uma... boa menina. Zaaaappt.

- De novo.

- ... eu... eu ... sou uma boa... menina. Zzzzptttt

- De novo.

- ... por favor... por favor... Mrs Red.

- Zzzzppptttt... REPITA!!! Ela gritou

- ... ... ... Eu... sou... uma boa menina.

- Muito bem. Estou cansada e preciso de um banho e uma dose de uísque.

Ela me segurou pelos cabelos e me arrastou para o banheiro. Chegando lá tirou as algemas que me prendiam e me mandou sentar em uma cadeira que havia lá. Ela tirou a roupa e entrou no chuveiro sozinha. Permaneci sentada e com a cabeça baixa, como ela havia ordenado. Minha bunda doía muito e minha cabeça estava a mil, o que mais ela tinha planejado para mim? Enquanto tomava banho, ela começou a falar comigo.

- Então Regina, está gostando? Estou lhe tratando como uma mulher deve ser tratada?

- Sim, Mrs. Red. (Ela só podia ser louca)

- Regina, quero que você fale a verdade, você já tinha sentido tanto prazer na vida?

- Não, Mrs Red.

- Muito bem Regina. Eu sabia que você ia gostar. Não se preocupe, ainda vou lhe dar muito prazer hoje.
- Sim, Mrs Red. (Senhora Ana, dai-me forças)

Ela acabou o banho e saiu nua do chuveiro.

- Bem putinha, vamos recomeçar. Pegue aquela toalha e me enxugue.

Me levantei, peguei a tolha que ela havia indicado e comecei a enxugar o corpo dela. Comecei pelas costas, tentei ser o mais delicada possível. Depois desci para suas pernas. Ela se virou e comecei a subir a toalha por suas pernas e atingi sua buceta. Ela gemeu e reclamou.

- Você não sabe fazer nada direito! Sua burra. Paffftt. Outro tapa queimou meu rosto. Vá para o canto, fique de joelhos e fique calada.

Obedeci. Ela continuou se enxugando sozinha. Depois vestiu apenas uma calcinha e um penhoar preto. Colocou um perfume delicioso e me puxou pelos cabelos até seu quarto. Lá ela abriu uma gaveta de uma cômoda e retirou alguns objetos. Um deles era uma bola de borracha negra que ela amarrou em minha boca, me impedindo de falar. Depois ela me levantou e me levou para o centro do quarto. Lá tinham duas argolas presas ao teto, de onde pendiam duas correntes que terminavam em amarras com de couro. Ela suspendeu meus braços e amarrou meus pulsos com as amarras. Após me prender ela voltou a gaveta e retirou um chicote de couro bastante longo e se posicionou atrás de mim.

- Ah putinha, agora vamos nós divertir.

- Zappttt .... a primeira acertou minhas costas... Zzzzpattt... huummm.... (a bola amarrada me impedia de gritar)... Zzzzzppppt... Haaaaa.... Zapppptt.... Zaaapptt.... Zzzzptttt.... hummmm.... Zaappttt... hummm..... zappttt... hummmmm... Zzzppttt... hummmm... (minhas costas queimavam)
Ela se aproximou e passou suas mãos em minhas costas. Ela tocava sem delicadeza, me provocando mais dor. Eu não suportei e tentei me afastar do seu toque. Isso a deixou furiosa e então ela me segurou e tocou nos machucados com mais força.

- Sua vadiazinha, quem disse você pode recusar o meu toque? Você deve agradecer por uma mulher como eu tocar você. Dizendo isso ela trocou o chicote longo, por um fio, destes comuns, para ligar equipamentos eletrônicos, a única diferença é que não havia uma tomada no fim. Ela se aproximou de mim e retirou a bola, que me impedia de falar.

- Agora sua puta, eu vou lhe acoitar com este cabo, você vai contar e agradecer, não vai putinha?

- Sim, Mrs Read.

- Bom. Dizendo isto ela voltou a ficar por trás de mim e começou a acoitar minha bunda.

- Ziiiiipptt.... um... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... dois... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... três... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... quatro... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... cinco... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... seis... ... obrigada Mrs... Red ...

- Ziiiiipptt.... sete... ... obri... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... oito... ...obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... nove ... obrigada... Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... AAaaaahhhh... d... d ... dez ... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... AAahhh... onze... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... AAaaaahhhh... doze... obrigada Mrs ... Red ...

- Ziiiiipptt.... AAaaaahhhh...tre... treze... obrigada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... AAaaaaaahhh.. quartoze.. obrigada Mrs Red ...

- Zipppptttt... AAAAAAAA.... aaaaa... quinze Mrs Red... Obrigada Mrs ... Red.

- ZiiiippPPtt.... AAaaaahhhh... dezesseis ... obrigada Mrs Red ...

- Zzzzzzppptt... AAAAAAAaaaa... ... ... dez ... ... dezesete .... Obrigada Mrs Red (Minha perna esquerda começou a tremer descontroladamente)

- Ziiiiipptt.... AAaaaahhhh... dezeito .. ... ... obri...gada Mrs Red ...

- Ziiiiipptt.... AAaaaahhhh... ...dezenove... ... obrigada ... .... ... Mrs Red ...

- Zipppptttt... AAAAAAAA.... aaaaa... aaaaaaaa... vinte ... ... ... Mrs Red... Obrigada Mrs ... Red.

Ela parou e ficou em minha frete. Puxou meus cabelos para trás e me forçou a olhar em seus olhos.

- Bem putinha. Acho que você deve estar gostando. Sua bunda esta bem vermelhinha e tem diversas marcas em suas coxas. Elas vão ser uma lembrança duradoura desta noite. Ela tinha razão, minha bunda e partes das minhas coxas ardiam e coçavam muito. Como ainda estava presa pelas correntes não podia fazer nada.

- Bem putinha, agora você tem uma escolha, levar mais chicotadas ou me dar esse seu rabo. O que você escolhe?

Eu tremi só em pensar nessa mulher me enrabando, mas minhas pernas tremiam e sabia que não suportaria mais chicotadas. Relutante e com medo disse.

- Dar o rabo, Mrs Red.

- Eu sabia que você era uma putinha no momento em que a vi. Só uma putinha pra da o rabo no primeiro encontro.

Ela me desamarrou e eu desabei no chão. Minhas pernas não me obedeciam. Ela simplesmente me pegou pelos cabelos e me obrigou a segui-la pelo quarto, me jogando na cama de bruços. Eu fiquei lá, imóvel, sem forças para me defender ou reagir. Ela colocou um consolo de uns 18cm em sua cintura. Depois pegou o seu "pequeno charles" e se foi para junto de mim na cama.

- Zaaaaptttt... de quatro putinha. Quero lhe comer como uma cachorra, que é o que você é.

Fiquei de quatro, abri bastante as penas e empinei meu rabinho.

Ela não esperou. Enfiou o consolo com força... AAAAaaa... arrombando meu rabo. Ela enfiava, retirava... enfiava... retirava... enfiava... retirava... (meu rabo doia, me sentia invadida e humilhada, mas ela não parava), enfiava, retirava... enfiava... retirava... enfiava... retirava... enfiava, retirava... enfiava... retirava... enfiava... retirava... Depois de uns oitos minutos ela me mandou virar e sentou com a buceta na minha cara.

- Chupa ... chupa ... chupa puta ....

Enfiei a língua com força em sua buceta. Ela tinha um gosto forte, não era ruim, apenas estranho. Ela estava muito melada.

- Chupa ... chu... pa... não para... chupa... chupa ... chupa putinha gostosa ...

- AAAAAAhhhhh... to gozando ... to gozando ... não para puta... AAAAAAAAAAaaaaaaaaaa... com um gritou rouco ela gozou, encharcando minha cara e minha boca com seu suco.











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