"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Esposa submissa. (segunda part


autor: Jasmin_Alikha
publicado em: 11/11/15
categoria: hetero
leituras: 4933
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Eram 6 horas da manhã e a campainha tocava insistentemente...
- Você abre! -disse eu com a voz ébria devido ao sono.
A noite tinha sido curta, havia dormido pouco, mas com certeza tinha namorado muito.
- Por que eu? -Wagner respondeu com uma voz tão meiga que me lembrou uma criança quando reluta em acordar para ir à escola.
- Porque a idéia de chama-los foi sua.
- Libero meu cartão pra você pelo fim de semana inteiro se você for abrir.
- Só se for agora!
Levantei da cama num pulo, sorrindo muito.
- Mas que filha da puta! -exclamou meu marido, também sorrindo bastante. - Cachorra interesseira!
- Faço quase tudo por cartões.
- O cuzinho você não me deu.
- Não, o cuzinho doi.
Estava com uma camiseta regata branca e uma calcinha branca com flores rosas, a parte de trás era coberta de babados e por cima um grande laço rosa.
- Tá indecente demais?
- Não, tá normal... vai assim mesmo!
Logo ao abrir a porta, já notei a cara de desaprovação da Márcia, me olhava de cima a baixo.
-Pelo jeito o Wagner não tá em casa, né?
George estava com os olhos esbugalhados, dava para se ver o suor escorrendo por sua testa, parecia a ponto de ter uma síncope.
- Eu tô aqui sim! -gritou meu marido enquanto vinha saindo pela porta do quarto só de cueca.
- Oi, Oliveira! -disse ela com um sorriso meio sem graça. - É que a Jas veio atender a porta assim...
- Assim como? -gritei eu interrompendo. -Estou pelada? Eu tava dormindo e não esperava que fôssemos tão cedo. E você tá de maiô.
Vendo que o George viajava olhando a testa da minha xana e parecia nem ouvir o que estava sendo dito, aproveitei e disse de forma sarcástica:
- Suando tanto a essa hora, George? Você tá bem? parece que tá passando mal?
Ele veio a si ao mesmo passo que tomou uma cotovelada da esposa.
- Ãn...ãn... oi Jas, tô bem sim... acho que foi algo que comi ou esse calor que tá fazendo.

Já todos prontos, entramos no meu carro, que foi o escolhido devido ser o maior, George insistiu para ir dirigindo, resolvemos aceitar; assim sendo, ele e a Márcia foram na frete (motorista e carona), eu e o Wagner nos bancos traseiros.
Paramos pra abastecer e o Wagner disse que ia até a farmácia comprar um comprimido pra minha dor de cabeça; estranhei, pois fazia meses que eu não sentia dor de cabeça. Ele voltou com um saquinho pardo e jogou no meu colo.
- Vê se com isso alivia sua dor!
Abri a boca do saco e olhei... dentro havia um lubrificante.
Ri alto.
Já de volta a estrada, o Wagner começou a fazer piadas e gracinhas sobre o que havia comprado; sabem como é marido quando quer fazer graça,não é? coloca mão aqui, coloca mão ali...quando dei por conta a mão dele estava dentro do meu biquíni; desamarei a canga e coloquei sobre meu colo pra não suspeitarem caso olhassem para trás.
O "dedinho terrível" começou a massagear meu greilinho bem devagar, pra cima e pra baixo...a brincadeira começou a ficar gostosa e minha respiração ofegante.Para meu alívio, Márcia roncava no banco da frente, mas ainda restava George.
Wagner me beijava pra tentar disfarçar, mas era inútil (não sou muito boa com silêncio nessas horas).
Comecei a rebolar no mesmo ritmo e que o dedo dele ia, era involuntário, não conseguia controlar meu corpo... dei um suspiro mais alto, anunciando o gozo, e talvez tenha sido isso, não sei, George olhou pra trás, bem dentro dos meus olhos... não desviei o olhar, fiz uma carinha de safada, dei um sorriso maldoso, revirei os olhos e gozei...
(Quase sofremos um acidente, George perdeu a direção por alguns instantes.)

Passamos um dia razoável, porém George e Márcia não paravam de brigar um só momento e durante a tarde, sabe-se lá o motivo exato, ela cismou que iria embora.
Wagner se comprometeu a leva-la até a rodoviária já que ela não aceitava que o próprio marido fosse. Ele entrou para o quarto e eu fui atrás.
- Como assim, ela vai embora e ele não?
- Ah, neguinha, o George é legal. -respondeu vestindo a camiseta. - A chata é ela, você vai ver como vai ser bom depois que ela for.
Olhei pra ele com aquela cara de "você só pode estar brincando"
- E a gente? Como vamos ficar com um cara chorando aqui sem buceta?
- Chorando? -ele deu uma risada alta. - Esse cara tá aliviado que ela tá indo, ele é louco pela SUA buceta.
Fiquei ruborizada na hora, lógico que sabíamos disso desde sempre, mas era a primeira vez que meu marido falava sobre isso diretamente e a mim.
- Wagner, eu...
Ele levantou meu queixo e me interrompeu com um beijo.
- Jasmin, por que você acha que chamei ele pra essa viajem?
- Não tô entendendo... -respondi confusa. - Eu sempre fui fiel, te respeitei...
- Jas, eu sei. -disse, me interrompendo novamente. -Nunca duvidei da sua fidelidade, o que eu quero é que só por esses dias, você não seja tão fiel assim.
- Como assim? continuo não entendendo.
- Quero ser seu corno. Sou louco pra te ver dando pra outro cara; já sonhei com isso e acordei todo gozado.
Fiquei atônita. Como? Quando? Por que?
Antes de me refazer do choque ele continuou.
- Vou levar a Márcia, pode se divertir! Só não deixa ele te penetrar, vai lá, enlouquece esse cara do mesmo jeito que você faz comigo!
Quando chegar, quero participar, aí faremos melhor.

Estávamos eu e o George sozinhos agora, eu ainda estava confusa com o que tinha ouvido, mas admito que a idéia de excita-lo me deixou bem animadinha. Ele estava sentado no sofá da sala, me sentei em frente.
- Você está bem?
-Tô sim, Jas, brigamos o tempo todo, mas dessa vez chega! Vou querer o divórcio.
- Que chato! -fui abrindo as pernas devagar até chegar ao ponto em que ele via o fundo da minha calcinha, minha virilha...- Mas tem algo que eu possa fazer?
- Você já faz tanto... -ele não conseguia tirar o olho do fundo da minha calcinha.
- Tá gostando do que vê?
- Não, Jas, pelo amor de Deus. -começou a suar frio.
- Eu não tô vendo nada.
Levantei as pernas bem altas, tirei a calcinha e joguei na cara dele.
- Olha! Agora você tá vendo?
A cara que ele fez, foi um misto de incredulidade e tesão. Pegou o biquíni que eu havia jogado e cheirou.
Acho que o botão da bermuda dele não era forte o suficiente, pois ele se abriu e eu pude ver sob a cueca o pau teso... aquilo me deixoulouquinha... O pau não era tão grande como o do meu marido, mas era bem mais grosso.
- Você é muito gostosa! Que buceta linda!
- Quer ver mais de perto?
Puxei a poltrona onde estava pra mais perto, apoiei meus pés no pescoço do George, com as pernas abertas de modo que eu fiquei na diagonal com a xaninha bem pertinho do rosto dele, quase na boca.
- O Wagner mata nós dois...
- O Wagner não volta agora. Quer ver como gozei no carro agora só pra você?
Fui alisando meu grelinho e sentia meu mel escorrendo pelas pernas, tamanho tesão que eu estava.
- Seca ela com a boca!
- Jas...
Estiquei a mão e lhe esbofetiei o rosto.
- Eu mandei você secar ela com a boca. Agora!
Quando senti a língua dele entrando na minha grutinha, tive que prender o fôlego pra não gozar. Ele chupava, enfiava e tirava a língua... eu gemia..
- Tira o pau pra fora!
Ele tirou e quando apalpei aquela rola, a impressão que eu tinha era segurar um frasco de detergente tamanha grossura.
- Já chega! -puxei a cabeça dele pra trás e continuei na siririca enquanto que ele agora se punhetava.
- Aí... George...-enfiei o dedo dentro da minha buceta e depois dentro da boca dele. - Você amou o gosto dela, né?
Senti que ele ia gozar, voltei a me tocar, dessa vez mais rápido..
- Aí ahhhhhhhh hhhhhhaaaa...
Ele viu minha buceta piscar enquanto eu gozava e socou dois dedos o que me fez gozar ainda mais gostoso.
- Agora seca ela de novo!
Ele voltou a chupar. Senti seu corpo estremecer e o jato quente de porra nas minhas costas.

Ficamos ali parados por alguns instantes, eu, caindo em mim da loucura que tinha sido aquilo.
Me levantei sem dizer uma palavra e fui para o banheiro.


(continua...)



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