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A professora submissa - Capítulo 2


autor: KetMarina
publicado em: 28/08/17
categoria: bdsm
leituras: 782
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Este conto já foi publicado em outro, não por mim, ela os deletou deixando o pessoal, sem o conto e sem o final. Bem, eu consegui recuperar o conto, outro site, fiz algumas correções e alterações leves. Como este conto não teve final, eu estou providenciando a continuação, tentando ser a mais fiel possível a historia, espero que gostem.



A professora submissa - Capítulo 2



Quando Lisa chegou a porta, antes de abri-la, ela olhou para trás e disse para Mariane.
—Siga-me senhora C , quero você atrás de mim, mantendo a distância de dois ou três passos, e tente agir normalmente.
Agir normalmente? Como ela poderia agir normalmente, estando sem sutiã e sentindo os seus mamilos esfregado o tecido da blusa toda vez que ela dava um passo? Como ela poderia agir normalmente, se a brisa fresca que passava por entre as suas coxas, acariciava a sua buceta úmida, a fazendo lembrar a todo o momento, que estava sem calcinha. Lisa saía da sala.
—Venha senhora C, já estamos atrasadas.
Mariane tentava acompanhar Lisa, sua blusa estava com os dois primeiros botões abertos, conforme Lisa tinha mandado, daquela forma, ela estava mostrando uma boa parte dos seios, muito mais do que ela considerava aceitável, era fácil perceber que ela estava sem sutiã.
—Sim, senhorita Simons.
Mariane respondeu, tentando acompanhar os passos de Lisa, que desfilava pelo corredor da faculdade, levando a professora até o estacionamento. Para sorte de Mariane, os corredores estavam vazios, e elas não encontraram ninguém até chegar ao estacionamento.
O carro da senhora C, estava estacionado bem no meio do pátio, que agora estava quase vazio, quando chegaram até ele, Lisa olhou para a professora e falou com uma vós cheia de autoridade.
—Me dê a chave do carro, senhora C.
A professora entregou prontamente.
—Sim, senhorita Simons.
Lisa pegava as chaves e abria a porta do carro, Lisa sentou ao volante, enquanto a professora Mariane ficava no banco do passageiro. A bolsa de Lisa e a régua de madeira ficaram jogadas no banco de trás. Lisa olhava para a professora encolhida no banco do passageiro e disse:
—Sabe senhora C, a sua blusa com os dois botões abertos, até que ficou bonitinho, ficou mais sexy, mas o comprimento da sua saia, ainda não está do meu gosto. Dobre a cintura da sua saia, para que ela fique mais curta!
Mariane simplesmente obedeceu, ela não tinha escolha, ela dobrava a cintura da saia e puxava para cima, deixando a saia um pouco mais curta.
Lisa dava partida no carro e saía do estacionamento, a casa da senhora Mariane Clarkson, não era longe, apenas uns vinte minutos, mas enquanto dirigia pela avenida principal, Lisa falou.
—Sabe senhora C, antes de irmos para a sua casa, nós precisamos fazer umas comprinhas.
O coração de Mariane parou, ela não podia acreditar que Lisa iria obrigá-la a entrar uma loja, vestida daquele jeito.
Enquanto procurava um lugar para estacionar, Lisa perguntou para a professora.
—Me diga uma coisa, senhora C, que tipo de brinquedos sexuais você tem escondidos na sua casa?
Mariane não podia acreditar que Lisa estava perguntando aquilo, ela se sentiu envergonhada, mas não podia mentir, porque Lisa com certeza descobriria depois,
—Eu tenho, um vibrador, senhorita Simons.
Lisa estacionou o carro em uma vaga, que estava mais próxima, em seguida perguntou.
—Então, senhora C, você tem um vibrador e mais o quê?
Mariane respondia que só tinha um vibrador, Lisa olhava para ela meio decepcionada.
—Só um vibrador? Você não tem algemas, mordaças ou nem ao menos um chicote?
Mariane fazia que não, com a cabeça, então Lisa suspirou e falou.
—Bem, senhora C, então acho que vamos ter que comprar tudo!
Lisa saía do carro e dizia para a professora.
—Vamos senhora C, temos que fazer algumas compras.
Mariane puxou a saia um pouco mais para baixo, aproveitando que Lisa não estava olhando, e em seguida saiu do carro. O ar do lado de fora, estava frio o que colaborou para que os bicos dos seios da professora, endurecessem, deixando ela com os “faróis acesos”.
Lisa parecia estar mais preocupada com as compras, aquilo não era um “sexy shop”, por isso ela teria que improvisar, então de repente, Lisa saiu andando enquanto dizia para a professora.
—Lembre-se senhora C, venha logo atrás de mim, mantendo a distância de dois ou três passos.
Mariane dava uma última alisada na saia com as mãos e em seguida tentava acompanhar Lisa, pelo estacionamento. Enquanto Lisa andava ela falava com Mariane.
—Escuta senhora C, você tem dinheiro ou cartão de crédito aí com você?
A professora respondeu.
—Sim, eu tenho os dois Lisa.
De repente Lisa parou no meio do caminho, virou para a professora e perguntou.
—Do quê você me chamou?
—Lis… desculpe-me senhora Simons.
Lisa falou com autoridade.
—Abra mais um botão da sua blusa.
—Por favor, senhorita Simons, eu sinto muito.
Lisa olhava nos olhos da professora derrotada.
—Você quer que sejam mais dois botões, cadela?
—Não.
Respondeu Mariane enquanto abria o terceiro botão da sua blusa. Agora se ela caminhasse muito de pressa, ela iria fatalmente expor em público, os seus belos seios, ela sabia que tinha que tomar muito mais cuidado ao caminhar agora, e ao mesmo tempo tinha que acompanhar os passos de sua dona.
—Pegue um carrinho!
Ordenou Lisa, assim que elas entraram na loja.
Aquela loja era muito grande e subdividida em seções, Lisa estava indo agora para a seção de animais de estimação. Mariane pegava o carrinho de compras e tentava acompanha-la. Lisa pegou um saquinho de ração para cães e jogou dentro do carrinho de compras, em seguida pegou uma coleira e entregou nas mãos da professora dizendo.
—Experimente esta coleira senhora C, quero ver como ela fica em você.
Mariane perguntou assustada.
—Experimentar a coleira aqui?
Lisa olhava para Mariane, e torceu o nariz, reprovando aquela pergunta, ela dizia.
—Olha senhora C, eu não gosto de repetir as minhas ordens, se você não quer fazer o que eu estou mandando, tudo bem, você pode ir embora para sua casa, enquanto isso eu vou fazer algumas cópias daquela revista e até segunda feira, pode ter certeza de que todo mundo que você conhece, vai ficar sabendo, daquele seu segredinho.
Mariane de repente se lembra da sua real situação e pedia desculpas.
—Por favor, senhorita Simons, me perdoe, eu vou experimentar a coleira como a senhora mandou.
Mariane olhava ao redor para ter certeza de que ninguém estava olhando, então ela colocou a coleira, rapidamente e mostrava para Lisa.
—Acho que serviu senhorita Simons.
Lisa olhou lentamente e disse.
—Precisamos ter certeza, por isso passe a fivela para que ela fique bem presa no seu pescoço.
Mariane obedecia e fechou a coleira afivelando-a ao redor do pescoço, Mariane deixou a coleira no pescoço por um breve momento, mas quando levou a mão para retira-la, ela foi repreendida por Lisa que deu um tapa em sua mão e falou.
Nem pense em tirar essa coleira do seu pescoço senhora C, eu quero que todo mundo veja, que você é uma verdadeira cadela.
Mariane não podia desobedecer, ela sabia que não podia, nesse momento Lisa notou que a professora, já não estava mais com a saia tão curta quanto deveria e perguntou.
—Quem deu permissão para que você abaixasse a saia, senhora C?
Mariane não sabia o que dizer, ela tinha abaixado a saia porque estava muito curta.
—Ah, senhora C, você receberá uma punição extra por isso, agora puxe a saia de volta para cima, quero que você deixa ela do jeito que estava, bem curtinha.
Mariane fazia cara de choro e suplicava para Lisa.
—Por favor, senhorita Simons, não me obrigue a fazer isso, eu não posso deixar a minha saia muito curta agora, porque eu estou sem calcinha.
Sussurrou a professora no ouvido da sua dona, Lisa torceu o nariz, e em seguida disse calmamente.
—Minhas ordens não estão sujeitas a nenhum tipo de discussão, senhora C, por isso simplesmente obedeça e não me faça ter que repetir as minhas ordens novamente.
A professora derrotada, não tinha outra escolha a não ser fazer o que lhe foi dito, ela dobrou a cintura da saia e deixando ela ridiculamente curta, agora o cuidado teria que ser redobrado, ou então alguém iria perceber que, debaixo da saia, ela estava com a buceta desprotegida.
—Vamos agora para a seção de verduras e legumes, senhora C.
Lisa ia à frente enquanto a professora tentava acompanha-la, empurrando o carrinho de compras. Lisa pegou pepinos, colocou-as no carrinho, também pegou algumas cenouras e um vidro de pimenta vermelha, Mariane ficou corada de vergonha, só de pensar que todas aquelas frutas e legumes que estavam sendo colocadas no carrinho, poderiam ser usadas nela de alguma forma.
Mais adiante, Lisa pegou meia dúzia de maçãs vermelhas, um pote de mel e uma caixa de velas.
—Agora vamos para outra seção senhora C, ainda temos que comprar alguns metros de corda e um rolo de fita adesiva, e é claro, eu também quero comprar uma caixa de sorvete de chocolate.
Depois que tudo já estava no carrinho, Lisa virou para a professora e disse.
—Agora você vai até o caixa pagar todas essas coisinhas que compramos, enquanto isso eu vou esperar por você no carro, não demore muito, senhora C, porque eu odeio que me deixem esperando, OK?
E dizendo isso, Lisa deixou Mariane sozinha com o carrinho de compras, ali parada,
Mariane não podia demorar por isso ela foi direto para o caixa, mas antes, ela abotoou a sua blusa, puxou a saia novamente para baixo e tirou a coleira do pescoço e colocou-a no carrinho, como Lisa não estava por perto mesmo, ela não precisava passar por mais essa humilhação. Ela foi até o caixa, pagou as compras com a cara vermelha de vergonha, colocou os itens do carrinho dentro de duas sacolas de papel, e foi para o carro, onde Lisa deveria estar esperando por ela.
Ela quase se esquece, ao chegar a porta da loja, ela colocou os pacotes no chão, desabotoou novamente a blusa e colocou a coleira de volta, em seu pescoço.
Quando Mariane aproxima do carro, com os pacotes da compra, Lisa estava terminando de conversar com alguém no celular.
Mariane, chegou, colocou os pacotes no banco de trás, junto com a bolsa de Lisa e a régua de madeira, em seguida sentou no banco do passageiro.
Lisa olhou para ela e disse.
—Porque demorou tanto, senhora C, eu não falei que não gosto que me deixem esperando?
Mariane pedia desculpas.
—Eu tentei ser mais rápida, mas os caixas estavam todos ocupados.
Lisa olhava para a professora de cima até em baixo e perguntou.
—O que aconteceu com o terceiro botão da sua blusa, senhora C? Eram três botões que estavam abertos e não só a dois, além disso, a sua coleira não está muito bem afivelada e você também se esqueceu de puxar a saia de volta para cima.
A professora ficava sem resposta enquanto Lisa completava sua linha de pensamento.
—Você pensa que pode me enganar, senhora C, ou então isso significa, que quando eu não estou por perto, você simplesmente não cumpre as minhas ordens?
Mariane ficou quieta, não havia o que dizer, ela tinha sido pega em flagrante, desobedecendo a sua dona, ela sabia que seria castigada por conta disso, mas o pior de tudo, foi que Lisa antes de dar a partida no carro, disse.
—Quando chegarmos a sua casa, você será severamente castigada senhora C. Não espere nenhum tipo de piedade da minha parte, você realmente precisa ser castigada para aprender a obedecer.


CONTINUA…




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