"Os mais excitantes contos eróticos"

 

Masturbada no consultório


autor: Sam_Hennessie
publicado em: 17/07/17
categoria: aventura
leituras: 2486
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Chego para mais uma consulta, uma terapia sexual. Alice me recebe, linda como sempre e sorridente.

Ela: Hoje quero que permaneça no divã. Acha que pode fazer isso por mim?
Eu: Sim... claro...
Ela: Vamos começar então.

Me sento no divã, aquele belo divã vermelho.

- Quero trabalhar em algo com você hoje. Quero que me conte uma de suas aventuras mais perversas.

Eu me acanho no mesmo momento, mas tento imaginar alguma que mais me deixaria excitada e resolvo contar aquela em que transei com dois homens (Leia conto “Dei pra dois”).

- Quero que conte de olhos fechados. Não os abra por nada. Imagine-se lá.

Eu começo a falar sobre como Marcos me levou ao hotel, como o outro homem estranho me abordou, como tive que chupar dois paus ao mesmo tempo. Aquilo me trazia sensações deliciosas.

Ela: Como está se sentindo Samantha?
Eu: Excitada!
Ela: Ótimo. Você disse que se masturba quando tem lembranças, certo?
Eu: Sim!
Ela: Porém não tem mais tantos orgasmos, correto?
Eu: Sim!
Ela: E por que acha que isso acontece?
Eu: Tenho vergonha das lembranças...
Ela: Não abra os olhos, Sam. Continue a contar, deixe que seu corpo reaja, não tenha vergonha de nada...

Continuo a detalhar o ocorrido. Cada penetração... quando cavalguei um e chupei o outro. Quando fui pega por trás e como fiz minha primeira dupla penetração. Nesta hora, minha mão, involuntariamente quis subir meu vestido.

Ela: Faça. Sam. Faça o que está com vontade.
Eu: Não... eu não pos...
Ela: É claro que pode... Você quer se tocar, não quer?
Eu: Quero!
Ela: Vá em frente, permita-se ao prazer.

Eu me levanto meu vestido até a cintura, encaixo minha mão por dentro da calcinha e começo a me masturbar. Eu estava ensopada e muito excitada.

Ela: Continue a história, Samantha. E não pare de se tocar.

Continuo contando as loucuras que nós três fizemos e de repente sinto minha calcinha ser puxada pelas pernas. “Não pare, apenas vou ajuda-la”. Sinto a mão quente da doutora se juntar a minha e me tocar. Nossos dedos se entrelaçam e nós duas me masturbamos juntas. Eu tento me concentrar na história e também naqueles toques de nossas mãos em minha boceta. Eu suspiro fundo, tentando continuar falando, mas é alucinante demais aquela masturbação.

“Goze, Sam. Liberte-se!”

Senti um orgasmo devastador chegando, dei uns gritinhos fininhos, que incompetentemente tentei abafar. Gozei em nossas mãos e só aí abri os olhos.

Alice espera que eu me recupere para dizer.

Ela: Muito bem, Sam. Você precisa de orgasmos, é a sua natureza.
Eu: Mas eu pensei que minhas lembranças eram ruins.
Ela: Não se te levarem a bons momentos. Você não machucou ninguém agora. Creio que esteja se sentindo melhor também.
Eu: Sim...
Ela: Quarta-feira, 18h. Ok?
Eu: Sim, senhora!

Vou embora, confusa, porém aliviada. Foi realmente um orgasmo libertador.




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