"Os mais excitantes contos eróticos"

 

A Profissional


autor: domsjp
publicado em: 01/05/17
categoria: aventura
leituras: 1050
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Lembro muito bem, foi no dia 172016, em uma manhã ensolarada quando me dirigi ao aeroporto para receber a minha amiga e também minha putinha de longa data. Ao encontrá-la, trocamos beijos e abraços e fomos em direção à saída do aeroporto. Ainda no saguão, aguardando na fila para pagar o estacionamento, ela me presenteou com a calcinha que usou durante a viagem. Para provar que estava nuazinha por baixo daquela saia curta, a calcinha foi colocada nas minhas mãos aos olhos de vários observadores. Ela sorriu, olhou nos meus olhos e com um sorriso maroto disse: “- Toma, é para você”. Ela adora se exibir.
Ao caminhar em direção ao estacionamento, ela fez questão de ir rebolando na frente. Eu já estava contanto os minutos para penetrá-la. Vez por outra, eu passava a mão na bunda da vadia em público mesmo, e ela dizia: “- Está conferindo o material ?”. A sensação de passar a mão naquela bunda nuazinha, em público, com outros homens olhando e, certamente me invejando, foi adorável, difícil descrever. Havíamos combinado previamente que ela faria o papel de uma putinha contratada para satisfazer todas as minhas vontades. Ainda no carro, como uma boa profissional, ela fez questão de informar que o serviço dela é completo, ou seja, oral, vaginal e principalmente anal, afinal, ela adora uma boa enrabada. Eu ficava com uma mão no volante e a outra embaixo da saia dela. Foi um prazer mútuo, eu adoro dar dedadas e ela ficou ensopada bancando a putinha e vendo os outros carros passando ao redor. Ela gemia e, como uma boa puta exibicionista, abria bem os olhos e procurava observadores. Durante o caminho ela também informou sobre o seu serviço e me lembrou que é especialista na arte de chupar rola.
Subir a escadaria em direção ao quarto de motel, atrás daquela putinha de saia curta e sem calcinha foi adorável. Claro, eu levantei a saia da vadia e fiquei praticamente com a cara na bunda dela até chegar ao quarto. O atendimento da minha profissional do sexo começou em seguida, logo após ela colocar um lingerie. Como uma putinha dedicada e adepta aos costumes, ela também estava de salto alto. De salto alto e lingerie! Não perdi tempo, logo coloquei uma coleira na minha cachorrinha. Já com a coleira, ela fez uma bela performance, eu a segurei pela corrente e ela engatinhou pelo quarto ao redor da cama como uma menininha. Logo pensei, - a cadelinha do papai está sendo adestrada.
Segurei-a pela corrente e ela começou a mamar. Chupava a rola como nunca vi antes, parecia que tentava engolir tudo, a rola e o saco junto. Eu sentia o pênis tocar na garganta da minha cadelinha, que vez por outra quase engasgava. Ela passou a língua no meu saco várias vezes, eu sentia as minhas bolas na língua da puta. De fato, ela estava fazendo um excelente serviço, uma puta profissional. Eu delirava sentido aquela boca macia e aveludada engolindo a minha rola com tanta vontade. Em seguida ela ficou de quatro, colou o rostinho no colchão, e empinou a bunda. Como ela já estava molhada, ensopadinha, pronta para ser penetrada, comecei com as estocadas na bucetinha, sentia a rola entrando toda nela em um movimento de vai e vem cada vez mais frenético. Enquanto eu a penetrava ela dizia: “- Vai papai, me come...”. Ao me chamar de papai o tesão aumentou e confesso que meti cada vez mais rápido e com mais vontade. Sentia o meu saco batendo naquela bunda maravilhosa a cada estocada. Depois de um tempo, decidi que iria enrabar a minha cachorra. Foi perceptível que o tesão dela aumentou quando percebeu que estava prestes a ser enrabada, ela empinou mais ainda a bunda; parecia que estava se oferendo para o ato. Imagem, uma cachorrinha de quatro, rebolando, oferendo o rabo e te chamando de papai. Delícia. Passei um gel lubrificante e fui colocando a rola, que entrou com certa facilidade. Como já foi dito, ela adora ser enrabada e já possui algum treinamento nisso. Eu mesmo já comi várias vezes. Acreditem, a rola sempre entrou muito fácil naquele cuzinho.
A rola foi entrando naquele rabo, uma sensação maravilhosa, sentia as preguinhas se abrindo enquanto a rola abria caminho, a minha cadelinha gemendo, pedindo mais, rebolando e empurrando a bunda em direção a rola. Parecia que ela queria mesmo era perder todas as preguinhas do cu. Segurei ela pela cintura e meti sem dó. Fiquei muito tempo enrabando e chamando ela por nomes que ela adora ouvir, como puta, vadia, vagabunda, cadela, cachorra, etc... E ela: “- Vai papai, me come!”. É uma delícia comer o cu de uma puta enquanto ela te chama de papai. Naquele momento senti que ela era minha e que eu poderia fazer o que quisesse. Depois de algum tempo, tirei a rola do cuzinho da minha vadia; dava para ver o estrago, o anelzinho estava bem dilatado. Gostei tanto de ver aquele cu laceado que dá próxima vez vou bater uma foto. Tirei a camisinha, deixei ela de joelhos na cama e a coloquei para mamar. Foi tão bom tirar a rola do rabo da vagabunda e colocar direto na boca dela. Nada como uma putinha para satisfazer as nossas vontades. Como eu queria mesmo era zoar, tratar ela que nem uma vadia que ela é, segurei o rosto dela e comecei a meter na boca dela como se fosse a bunda. Metia cada vez mais forte, sentia rola encostando na garganta da minha vagabunda. As minhas bolas batiam na cara da puta. Ainda fiquei retardando o gozo só para sacanear, assim ficaria mais tempo com a rola na boca da minha cadela. Algumas vezes tentei colocar a rola e o saco, tudo de uma vez na boca dela. Enfim, quando fui gozar, fiz questão de segurar o rosto dela para tentar gozar na garganta. Deixei a rola algum tempo mais na boca dela, para sacanear mesmo. Quando tirei a rola da sua boca, ela fez questão de abrir a boca para que eu visse a porra, ela inclinou a cabeça de lado e deixou a porra escorrer devagar pelo canto da boca. Olhei para ela e sintetizei a cena em uma única palavra, PUTA.




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