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Tarde de sexta-feira no escritório...

  • Conto erótico de hetero (+18)

  • Publicado em: 23/04/17
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  • Autoria: Maximusjrs
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Olá! Meu nome é Max, sou moreno, olhos castanhos claros esverdeados 1,78m, advogado e meu escritório fica no centro da cidade do Rio de Janeiro num prédio muito famoso.


A história que irei contar aconteceu entre mim e Nataly, uma linda mulher, de 1,60m, cabelos negros longos, pele branquinha, lindos olhos, seios médios, bumbum grande e uma boca deliciosa. Aquela mulher que, por onde passa chama a atenção por seu encanto e sensualidade.


Era uma tarde de sexta-feira aproximadamente às 17h, eu estava sozinho no escritório, já havia dispensado a secretária, as estagiárias e os demais advogados.


Repentinamente a campainha tocou e era ela... chegou, usando um vestido preto coladinho, com um decote que acentuava o intervalo entre seus seios. Sexy mas não vulgar. Usava maquiagem que destacava sua boca carnuda, cabelos soltos e uma voz encantadora.


Com meu cartão em mãos, perguntou: "- O Sr. é o Dr. Max?"


Eu lhe disse: - Entre! Sim, sou eu. Em que posso auxiliá-la?


Puxei a cadeira para ela se sentar e, ao ver aquele decote de cima pra baixo, aquele bumbum lindo, e o cruzar das coxas grossas que se mostraram pelo vestido ter subido, fiquei extremamente excitado, cheio de tesão.


Cada vez que ela descrevia seu problema com sua voz e gestos suaves, cruzar de pernas... mais me atraí­a e eu não parava de imaginá-la sem aquela roupa fazendo amor comigo ali. Ela sabia o que estava fazendo e isso aumentava tanto meu tesão que não conseguia disfarçar, principalmente quando fui buscar a procuração na mesa da secretária onde fica a impressora. Passei por ela que, ao ver o volume na calça me perguntou: "- Tudo bem Dr.?"


Eu disse: - Sim, por que?


E sem a menor cerimônia, com um sorriso insinuante, olhando minha calça, ela respondeu: "- Estou vendo o Sr. tenso...".


Eu lhe disse: "Sim, mas ficará melhor quando eu resolver seu problema"


Ao voltar com a procuração, dei-lhe para que assinasse e ela se levantou, contornou minha mesa e perguntou se poderia assinar ali, ao meu lado. Apoiou-se na mesa deixando o decote totalmente devassado.


Ao assinar ela simulou um tropeço, caiu sentada em meu colo e perguntou: "- O que mais o Sr. quer de mim?"


E, sem ter o que pensar respondi: "Você!"


Neste momento a coloquei sentada na mesa e a beijei com intensidade, aquele beijo suave, carinhoso, gradativamente tirando-lhe o fôlego, segurando seu pescoço por trás, na nuca. Enquanto a outra mão percorria seu corpo, deslizando suave por cima do vestido até encontrar as coxas.


Deslizei o rosto até seu pescoço arranhando com a barba, passando a lí­ngua... chupando, mordendo com os lábios... sentindo sua pele arrepiar. Enquanto minha mão direita a acariciava e a esquerda abria o zí­per lateral que ia da axila até a bainha do vestido. Ela começou a suspirar e ficar ofegante, acelerada, com gemidos baixinhos entre sussurros...


Passei a acariciar suas costas arranhando suave com as unhas, por baixo do vestido enquanto o tirava. Acariciando soltei o fecho do soutien admirando aqueles seios lindos, soltos, libertos rosadinhos, arrepiados com seus mamilos rí­gidos.


Deslizei meu rosto pelo seu colo até entre os seios e lentamente passei a contornar o direito chupando, mordendo, arranhando com a barba, chupando o mamilo intensamente - enquanto massageava o esquerdo com a mão. Após mamar bastante e bem gostoso passei ao esquerdo, onde repeti tudo - sempre acariciando suas costas, deixando-a cada vez mais molhada, ofegante, inquieta... entregando-se gradativamente entre gemidos e sussurros.


Limpei a mesa e a deitei colocando seus pés sobre duas cadeiras, de modo que ela ficasse com as pernas bem abertas. Me encaixando entre suas pernas deslizei o rosto ao umbigo, contornando-o com a lí­ngua. passando a barba de lado a lado em seu quadril, arranhando suave enquanto ela se contorcia, gemendo mais alto, soltando gritinhos de prazer.


Deslizei até sua virilha, coloquei a calcinha preta, fio dental, ensopada para o lado direito e passei a chupar o cantinho esquerdo, na dobrinha da coxa. Chupando, mordendo, beijando, lambendo - tudo sem tocar sua bucetinha que há muito exalava o aroma de mulher que perfumava o ambiente.


Neste momento ela disse com a voz trêmula: "- Aiii, nooooossa, isso é tortura! Não aguento mais, me fode, por favor!!!"


Tirei sua calcinha dando a entender que acolheria seu pedido, mas voltei à sua virilha e contornei sua bucetinha com a lí­ngua, passando a pontinha pelo perí­neo e chupando o lado direito. Ela tentando encaixar meu rosto em sua buceta que escorria como uma cachoeira... eu não deixava e continuava apreciando o tremer de suas coxas, sua respiração ofegante, a tensão, o pulsar dos lábios de sua bucetinha linda, rosinha, apertadinha, cheirosa, escorrendo em cascata...


Num verdadeiro desespero ela implora: "Me fode seu safado! Por favor! Você quer e enlouquecer?"


Seguro seu bumbum e passo a massagear o clitóris com a ponta da lí­ngua em movimentos circulares, lado a lado... chupando, mordendo com os lábios, puxando suavemente... sem parar até deixá-lo durinho, extremamente sensí­vel. Ela se contorcendo alucinada, seguro suas pernas, dominando-a, prendendo-a. Passo a chupar a buceta toda... metendo a lí­ngua, chupando, mordendo, puxando sem parar, rápido, forte...


Meto dois dedos na bucetinha apertadinha e passo a massagear seu ponto G enquanto massageio seu grelinho com a lí­ngua.


Neste momento ela grita: "- Meu Deus! Que isso!? Que loucura! Não aguento mais! Voooou gozaaaaar! Ainnnnnnnnn!"


Ela entra em êxtase, chorando, alucinada, em orgasmos múltiplos, contí­nuos... seu corpo tremendo muito, aperta meus ombros cravando as unhas.


Chupo seu mel... doce, gostoso, quente, cristalino, cheiroso... sem parar de excitá-la. Sinto o pulsar da sua buceta em meus lábios...


Descontrolada, após gozar intensamente, ela respira fundo, senta, me puxa para cima e começa a me despir rapidamente - tirando a gravata, camisa, calça, cueca... se ajoelha, pega em meu pau duro e começa a chupar, morder, apertar, punhetar. Puxo sua cabeça pelos cabelos meto tudo em sua boca e ela se engasga com o tamanho e grossura. Depois de chupar muito e deixá-lo todo molhado olha em meus olhos com carinha de pidona e implora: "- Mete em mim amor! Quero ele todo dentro de mim!"


Ela se senta na ponta da mesa e me puxa. Pego nele e começo a passar na bucetinha dela que não para de escorrer. Coloco a cabeça na entradinha dela e tiro. Bato no grelinho com ele e ela geme... Coloco na bucetinha e vou metendo bem devagar, falando com a voz bem grossa em seu ouvido: - Sente minha loba! Sente cada milí­metro dele te preenchendo!


Começo a acelerar, socando, metendo cada vez mais forte, rápido, tudo... ela não aguenta e começa a gemer alto, gritar me arranhar, beijar, morder meus lábios, dizendo: "- Isso meu macho, me fode" mete, soca tudo! Me arromba! Sou sua!"


Aquilo me enche de mais tesão. Aperto suas coxas, meto forte, rápido, sem parar até que ela anuncia novamente: "- Ainnnnnnn amoooor, vou gozarrrrrrrrrr!!! Não para!". Continuo metendo até ela ficar sem forças, ofegante, vermelha, arrepiada... molinha em meus braços - chorando de prazer.

Pego-a sem tirar de dentro e levo-a ao sofá. Sento com ela em meu colo de frente pra mim, abraçada com meu pau duro na buceta. Beijo, acaricio e digo: - Respira meu amor! Respira fundo que te quero mais. Ela me olha e diz; "- Você é maravilhoso! Vem, faz o que quiser comigo!"


Eu a beijo, coloco de 4 no sofá, admiro aquele conjunto de maravilhas, e meto forte, sem dó, na bucetinha. Soco forte, metendo tudo, puxando pelo quadril, fazendo o vai e vem rápido, palmadas no bumbum deixando todo marcado... puxando pelos cabelos envergando seu pescoço para trás. Os seios balançando com o impacto dos nossos corpos, gemidos, gritos... passo a mão em sua buceta e lubrifico seu cuzinho com seu mel. Coloco meu polegar no cuzinho e começo a penetrá-lo no compasso de suas contrações, enquanto soco sem parar na buceta.... pego sua mão e coloco na buceta dizendo: - Toca! Sente meu pau na buceta, meu dedo no cuzinho e seu toque no grelinho!

Ela se arrepia e pede: "- Goza meu macho! Enche sua fêmea de porra! Mete esse caralhão no meu cu! Tira a virgindade dele!"


Tiro da buceta e coloco no cuzinho bem devagar, com carinho... ela abre com as mãos e mexe para eu encaixar melhor, pede para eu ir bem devagar mas não parar. Que está sentindo a dor de prazer mais gostosa da sua vida. Vou lubrificando com seu mel e metendo... até que a cabeça passa e ele desliza todo pra dentro. Ela grita, chora, se arrepia toda... e diz: Aaaaaaaaaaaaai! Que delí­ciaaa! Soca safado! Soca tudo! Arromba esse cu que agora é seu!"


Soco sem dó, arrombando aquele cuzinho gostoso, apertadí­ssimo. Ela se tocando, metendo três dedos na buceta, apertando os mamilos, gritando, gemendo, chorando... eu digo; - Sinta minha putinha! Sinta seu macho te fodendo gostoso! Te arrombando esse cuzinho apertadinho!


Ela diz gritando: "- Mete, soca tudo, porraaaaa! Vem meu dono! Sou sua! Vem comigo, vou gozar de novo!!!! Ainnnnnnn! Hummmmmmmm! Veeeeeeem! Tô gozannnnnnnnnndoooo! Enche meu cu de leite! Me faz sua puta seu safado gostoso!"


Não aguento mais e gozo muito, jorrando tudo no seu cuzinho... falando ao seu ouvido: - Sente minha putinha toma sua porra toda... safada! Gostosa! Sinta esse cuzinho cheio de leite! Sinta pulsando! Você é maravilhosa!!!


Depois de gozar tudo em seu cuzinho, tiro meu pau... Ela chora, sorri, me beija, abraça... deito no sofá e a coloco deitada em meu peito, sobre o meu corpo... acariciando suas costas, rosto, nuca, beijando sua boca, testa... e digo: - Relaxa... respira... sinta meu abraço te envolvendo, aconchegando... E permanecemos assim... adormecemos até as 6h da manhã de sábado...


Tomamos café às 7h, eu a coloquei em um táxi e fui pra casa...


Daí­ pra frente tivemos vários outros encontros... mas, ficará para os próximos contos. Até breve!!!

*Publicado por Maximusjrs no site climaxcontoseroticos.com em 23/04/17.


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