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73 - Uma filha liberal


autor: bernardo
publicado em: 20/04/17
categoria: hetero
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Um telefonema anônimo fez com que Rui instalasse câmeras camufladas em alguns cômodos da casa e descobriu duas coisas: realmente a mulher andava traindo-o e a filha Joelma sabia de tudo. Enquanto a mãe ia para o quarto com o amante a filha ficava na sala navegando na internet no novo notbook que ganhou da mãe ou quem sabe, do amante da mãe, como presente para ficar calada. Rui que nunca foi violento, simplesmente resolveu se separar, mas por um bom tempo continuou sustentando a vagabunda da mulher e a safadinha da filha.


Como constantemente vivia tendo que viajar a serviço, resolveu dar um tempo na vida amorosa e não arrumou nenhuma outra mulher para morar com ele. Não queria levar chifre novamente. Passou praticamente dois anos tendo apenas contatos telefônicos com a filha, quando as duas passavam por alguma dificuldade e precisavam da sua ajuda, mas o seu coração de manteiga o forçava sempre a dar uma ajuda; além do aluguel da casa que continuava pagando.


Certa vez, Joelma ligou muito aflita dizendo que a mãe já não aparecia em casa a mais de duas semana, e que apesar dela ter ligado duas vezes dizendo que estava tudo bem; não explicava o que tinha acontecido. Preocupado, Rui foi até a sua antiga casa e junto com Joelma começaram a ligar para parentes em busca de uma pista ou notícia. Foi um tio de Joelma quem informou que ela estava trabalhando em Mato Grosso do Sul, divisa com o Paraguai. Não demorou muito para descobrir que ela estava tralhando como puta em um cabaré.


Joelma, se sentindo muito sozinha, passou a ligar constantemente e mesmo ainda muito ressentido por ela ter sempre acobertado as safadezas da mãe, Rui passou a convidá-la para visita-lo e sair com ele de vez em quando. Ele sempre gostou de ir a bares, restaurantes; cinemas; boates; orla da praia; shows e etc... e para falar a verdade, estava gostando era de poder ir a esses lugares com uma jovem bonita e atraente como era a sua filha.


Joelma, com 20 anos, tinha se transformado em uma jovem belíssima: ruiva; pele branquinha; peitinhos médios salientes e uma bundinha muito gostosa. Rui ficava todo cheio ao ver que as pessoas reparavam a presença deles e imaginava o que muitos deviam pensar de um cinquentão de braços dados com uma ninfeta tão novinha. Foi em um restaurante com músicas ao vivo que Joelma pediu para dançarem juntos e a partir de então, Rui começou a sentir o quanto a filha, como mulher, estava mexendo com ele. A própria Joelma é quem os fez ficar bem grudadinhos enquanto dançavam pelo salão. Rui sentia seus peitinhos numa blusa muito decotada e nitidamente sem sutiã, pressionados no seu corpo. No início ele ficou preocupado ao sentir que estava ficando excitado; mas, ao ter a impressão de que Joelma percebeu e estava gostando e com a cabeça apoiada no seu peito disse:


- Ah pai, está tão gostoso ficar assim nos seus braços - ouvindo-a dizer isso, ele deixou a mão descer até o início da sua bundinha e fez uma leve pressão respondendo-a:


- Eu também estou gostando muito. Faz tempo que não dançava assim agarradinho com alguém!


- Aaaah! Bonitão desse jeito; você acha que vou acreditar? – ela disse.


-É verdade; faz tempo que nem sei o que é namorar! - ele resolveu mentir um pouquinho e ela o olhou sorrindo:


- O pior é que muita gente aqui no salão, deve estar pensando que sou sua namorada; não é? – é mesmo -ele disse meio preocupado de como ia caminhar até a mesa com o pau tão duro fazendo volume na calça. Não tinha como ela não perceber seu pau duro roçando na altura da sua cintura; e o escutou dizer:


- Você é muito nova para ser namorada de um velho como eu!... - ela virando o rosto para o olhar disse:


- Oh! Cuidado hein? Também estou sem namorado a muito tempo e sou capaz de aceitar ser sua namorada esta noite.


- Como assim... Não entendi! – ele disse.


Ela ainda com o rosto virado e bem próximo do dele disse:


- Você teria coragem de me dar um beijo aqui no meio do salão? – ela perguntou e ele ficou meio confuso e vendo que ela lhe oferecia os lábios a repreendeu:


- Perdeu o juízo é? Isso não tem cabimento...!


Foi quando ela de modo muito sensual esfregou seu corpo provocativamente sobre o pau duro dele e olhando-o nos olhos disse:


- Porque não? Você é um homem e eu uma mulher, e pelo que estou sentindo – ela se esfregou mais um pouco nele - você está gostando desse nosso contato; não está? - disse isso se aproximando mais dele.


Ele deu uma olhada rápida por todo o salão e lascou um beijo na boca daquela sua filha gostosa e safada.


- Você seria tão liberal assim?... Perguntou.


A música parou e ficaram ainda no meio do salão por alguns segundos; e Joelma respondeu dizendo:


- Ainda não sei... Mas só vou descobrir se tentar.


- Quer ir lá para casa, hoje?... Convidou-a e enquanto caminhavam para a mesa de mãos dadas como se fossem dois amantes.


- Mas pai; não vim preparada... Só se passarmos lá em casa para pegar alguma roupa.


- Para que roupa? Empresto alguma coisa para você vestir.


Na mesa eles tinham que falar baixo para ninguém ouvir:


- Hehehehe! Vou precisar de uma calcinha limpa e você não vai ter para me emprestar!


- Tem problema você ficar uma noite sem calcinha? - ela demonstrando estar gostando daquela nossa conversa:


- Acho que não... Às vezes durmo até pelada!


- Então... podemos ir direto para minha casa, depois de jantarmos?


Joelma concordou e ao chegarem ele deu-lhe uma toalha e um roupão para ela vestir depois do banho e enquanto ela ficou na sala ele foi tomar o seu e depois saiu com apenas um short de pijama e não querendo perder tempo fez com que ela se levantasse do sofá e abraçando-a disse:


- Ainda quer ser minha namorada?


- Quero sim pai...!


Ela o chamar de pai que era foda, mas a sua excitação o fez esquecer qualquer tabu e foi beijando-a e enfiando as mãos para dentro do roupão. Uma foi para a bunda e a outra no peitinho apalpando:


- Nossa pai... Assim você me deixa com as pernas bambas – ela disse.


- Quer ir lá para o quarto comigo?


- Ai meu Deus... Quero sim!...


Ao lado da cama, ele foi tirando o seu roupão e ao ver aquele corpinho todo branco e maravilhoso, pensou até que podia estar sonhando. Colocou-a delicadamente deitada e somente quando se deitou do seu lado é que tirou seu short. Voltou a beijar seus lábios e quando começou a chupar seus peitinhos, Joelma gemendo levou a mão na pica dele é disse:


- Ah pai... Vem pai... Enfia em mim; enfia! Faz tempo que não faço sexo.


A vontade dele era pedir para não o chamar de pai; batia um pouco de remorso, mas nada o faria voltar atrás. Se posicionou entre suas pernas, botou a cabecinha do pau na entradinha dela e foi empurrando para dentro da bucetinha carequinha mais gostosa que ele teve o prazer de comer... Apertadinha e bastante quente:


- Ah pai... Que delícia... Ai, Ai, Ai, Ai... Ooooohhhhhhh!...


Aos poucos ele foi sentindo um prazer cada vez mais gostoso em saber que estava comendo a própria filha. Socando e ouvindo seus gritinhos de prazer:


- Oooh filha... Que bucetinha gostosa... Aaaahhhh... Aaaaahhhhh!


- Não para... Não para... Tá vindo... Tá vindo!...


Ele aumentou a força das socadas fazendo Joelma gritar cada vez mais alto e faltou muito pouco para gozar dentro da sua bucetinha. Assim que ela parou de gritar que estava gozando, ele tirou e deu-lhe um banho de porra e caíram um ao lado do outro cansados e pegaram no sono. Rui logo que acordou foi dar uma mijada e ao voltar ficou vários minutos admirando aquele corpinho perfeito ali na sua cama até que ela abriu os olhos e sem nenhum constrangimento olhando para o pau duro dele sorrindo disse:


- Bom dia pai... Deita aqui comigo; deita! -ele deitou-se e ela deu-lhe um beijo de leve e com a mão movimentava a pica dele batendo uma leve punhetinha.


- Só vou fazer um xixi e já volto!- ela disse.


Em cinco minutos ela voltou e subindo sobre o corpo do pai foi beijando e segurando seu bilau:


- Adorei ter sido sua namorada ontem... E também adorei sentir essa coisa grande e dura dentro de mim!...


Era inacreditável o que aquela putinha estava fazendo logo ao acordar... Sentou sobre a pica dele e foi fazendo sua bucetinha ir engolindo cada centímetro:


- Ooooh como isso é gostoso pai... Estou adorando esse pau na minha bucetinha!


Ele ficou todo arrepiado quando ela começou o sobe e desce cavalgando como uma alucinada.... Nem deu uns dois minutos e Joelma já estava gritando que gozava e fazendo o pai perder o controle o qual acabou esporrando na portinha da sua buceta. Ele ficou muito preocupado, mas Joelma parecia nem se importar com sua bucetinha suja de porra. Antes de leva-la para casa na parte da tarde, ainda ficaram mais algumas horas na cama na maior sacanagem. Na sexta-feira à noite, ele foi busca-la para saírem novamente pela noite carioca quando ela ainda na porta o beijou na boca e sem mais nem menos foi passando a mão onde ficava seu pau:


- Vamos para cama pai... Fiquei esses dias louca para transar novamente com você!


Não esperava que fosse assim tão descaradamente... No quarto, nem bem tirou suas calças para Joelma de quatro o puxar pela cintura e abocanhar a sua piroca e chupar até deixa-la dura como ferro... E continuando de quatro; só virando o traseiro disse:


- Vem paizinho... Hoje, primeiro vou querer na bundinha!


Olhando para aquela bundinha branca e lisinha, ele ficou totalmente fora de controle... Com a piroca já bem molhada com sua saliva, mirou no cuzinho e foi empurrando fazendo Joelma rebolar e gritar de prazer:


- Ui, Ui, Uuuuiiiiii!... Enfia tudo pai... Tudo!...


Depois de tantos anos sem comer um cuzinho, ele enterrou tudo e fui bombeando cada vez mais forte e ela continuava rebolando:


- Goza dentro da minha bundinha; gozai pai... Goza!


E ele segurando sua cintura metia firme a pica dentro do seu cuzinho soltando muita porra. Só levantou da cama para receber a pizza que tinha encomendado por telefone.


Joelma tinha um fogo tão grande que foram dormir lá pelas três horas da madrugada. Depois disso ele se mudou novamente para a sua antiga casa e passou a ter a filha como sua mulher. Ele nunca a impediu e até a incentivou arrumar namorados da sua idade... Mas por enquanto, Joelma acha que não precisa de nenhum outro homem em sua vida.


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